Micro transmissor

Permite vigiar o sono dos bebés, transmitir uma conversa telefónica para outro ambiente, ou escutar o som da televisão.

O projecto de radiomicrofone que se descreve a seguir, apresenta as características seguintes: máxima estabilidade de frequência em comparação com a simplicidade do circuito (a deriva é só de 5 KHz após 15 minutos de ligado, com a condição de a alimentação ser estabilizada); sensibilidade microfónica extremamente elevada; e consumo muito baixo de corrente, o que significa uma longa vida da pilha.

Como basicamente se trata de montar um emissor de VHF, se bem que seja de potência muito baixa, comenta-se a seguir o parâmetro mais delicado de um oscilador livre, especialmente se for de VHF, a estabilidade de frequência, que depende de vários factores. Em primeiro lugar, é importante utilizar componentes de muito boa qualidade, uma questão que se resolve utilizando os indicados na lista de componentes. No entanto, isto não evita que seja também importante conhecer os restantes motivos, mais directos e imediatos, da deriva de frequência.

Com a alimentação inicial do circuito, a corrente começa a circular pelos componentes e produz um aumento da sua temperatura, especialmente dos semicondutores. Como consequência, as características dos componentes também variam (se bem que imperceptivelmente).

Isto acontece de modo contínuo durante os primeiros minutos de funcionamento, até se alcançar a temperatura de regime do conjunto.

Nos receptores de FM de alguma qualidade, o inconveniente do deslizamento de frequência soluciona-se com um circuito de controle automático de frequência (CAF) que tem precisamente a missão de manter preso o oscilador de conversão do receptor à frequência do emissor que se está a receber.

Outro motivo dos deslizamentos casuais de frequência é a aproximação da mão ou de outro objecto condutor de qualquer oscilador livre; a sua frequência desloca-se inevitavelmente devido aos acoplamentos capacitivos que se produzem. Portanto, é muito importante dispor de um microemissor num local afastado de partes metálicas móveis, que poderiam produzir rápidos deslocamentos de frequência.

Outro tipo de deriva, neste caso bastante lenta, é produzida pela paulatina redução da tensão da pilha, com a passagem do tempo. Portanto, a frequência do oscilador, especialmente se for do tipo realizado com varicap, reduz-se proporcionalmente.

Neste caso, não é possível pensar em utilizar um circuito de estabilização, porque este absorveria mais potência de que o próprio transmissor e duração da pilha seriam drasticamente reduzidos.

Análise do circuito

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Figura 1 – Esquema eléctrico do circuito do microtransmissor.

O esquema do circuito está representado na figura 1 – O microfone M, do tipo de condensador, transforma as ondas sonoras que chegam à sua membrana sensível em sinais eléctricos perfeitamente correspondentes.

Como na cápsula do microfone existe uma etapa amplificadora MOSFET, o dispositivo necessita de uma tensão de alimentação de corrente contínua (com um consumo de muito poucos miliamperes), que proporciona a resistência R1.

O sinal eléctrico disponível na saída do conjunto do microfone aplica-se à entrada inversora do IC1A através do condensador C1, que isola a referida entrada da componente de corrente contínua da alimentação do microfone. Deste modo, esta entrada fica polarizada exclusivamente pela tensão obtida através de R4.

A entrada não inversora de IC1A está polarizada mediante o divisor de tensão R2 e R3, que estabelece o valor da tensão de saída em repouso de IC1A. Como as duas resistências são

do mesmo valor, esta tensão da saída é igual a metade da tensão de alimentação, ou seja, de 4,5 V. Nestas condições, a amplificação de IC1A é de 20 vezes.

A entrada não inversora de IC1B recebe a mesma tensão de polarização do divisor antes indicado, enquanto que a outra entrada, a inversora, está ligada à saída para receber uma realimentação negativa.

Entre a saída 1 de IC1A e a entrada 6 de IC1B, o sinal circula através do condensador C5 pelo mesmo motivo de isolamento, exposto para a entrada de IC1A. A resistência R5 tem a finalidade de ajustar as impedâncias de acoplamento entre as duas etapas e o seu ganho relativo. A amplificação que se obtém de lC1B é regulável entre 1 e 47 vezes mediante o potenciómetro de ajuste P1.

Como consequência, a amplificação máxima do conjunto desta duas etapas é de 20×47 = 940 vezes. Esta amplificação é bastante elevada, pelo que o ajuste de P1 deverá realizar-se de acordo com a aplicação.

Por exemplo, se se pretender vigiar o sono de um bebé, ouvir o telefone ou o toque da porta do jardim, ou ainda a conversação normal entre duas pessoas, a amplificação do microemissor deverá ajustar-se para o mínimo mediante a regulação adequada de P1.

Porém, se se pretender escutar uma conversação sussurrante ou proveniente de outra sala, ou os sons da natureza, a regulação da sensibilidade deverá ser no máximo.

No entanto, há que ter em conta um certo cuidado com a regulação de P1, porque o microemissor não pode reproduzir com fidelidade os sons fortes que o saturem se estiver regulado a um nível de amplificação grande, porque ficam muito distorcidos.

Isto deve-se a que, além da elevada distorção, se produz um desvio de frequência do sinal de RF modulado, com as consequências que se indicam a seguir.

Banda passante

A banda passante dum receptor de FM é a janela pela qual passam as frequências úteis, que quase sempre é determinada por filtros cerâmicos centrados nos 10,7 MHz. O seu valor está compreendido entre 250 e 350 KHz, conforme os tipos.

Um bom filtro é aquele cuja resposta está preparada para obter uma boa separação entre sinais muito próximos, pelo que não deve deixar passar as frequências que existirem para além da sua banda passante.

No caso da FM, o sinal recebido deve ter um desvio máximo de frequência não superior à banda passante do receptor. De outro modo, como uma parte do sinal não passa através da janela do filtro, não se aproveitaria. A perda desta parte de informação produz uma forte distorção do sinal de áudio recebido.

Em geral, o desvio de frequência dum transmissor de FM é dado também pelo nível da saída do amplificador de áudio. Um sinal de áudio de baixo nível proporciona uma modulação qualitativamente boa com um nível de áudio óptimo na saída do receptor; uma modulação excessiva provoca uma distorção muito forte do sinal de áudio.

Figura 2 – Distribuição do sinal na banda passante em função da modulação aplicada à frequência portadora.

Na figura 2 representaram-se estas três situações mediante os gráficos designados por análise espectral para cada condição. Em a) só existe a portadora situada no centro da banda passante do receptor, isto é, sem modulação; em b), a modulação é óptima, porque o desvio de frequência está dentro da banda passante do filtro de recepção, com o que se obtém uma audição boa; em c), o desvio é excessivo, pelo que uma parte das bandas laterais cai fora da banda passante, com o que se obtém uma grande distorção.

Etapa de modulação de frequência

O sinal de áudio amplificado por IC1 é aplicado ao ânodo do díodo varicap DV1 através da resistência R10, a qual tem a finalidade de impedir que o sinal de RF, presente neste ponto, se curtocircuite á massa devido à baixa impedância da saída do circuito integrado.

Este sinal de áudio produz variações na capacidade de DV1. Como este díodo faz parte do oscilador de RF, traduzem-se em variações correspondentes da frequência gerada pelo oscilador, isto é, produzem uma modulação da RF.

Como consequência, produz-se uma modulação de frequência proporcionalmente à intensidade do sinal amplificado (o sinal de BF aplicado ao DV1), que corresponde ao sinal de BF.

O circuito oscilante propriamente dito, é formado, além de DV1, pela bobine L1, condensador de compensação (trimmer) C10 e o condensador C6. O transístor TR1 proporciona a energia suficiente para manter a oscilação do circuito.

Etapa de RF

A etapa de RF é do tipo de base à massa. A base de TR1 é ligada à massa sob o ponto de vista da RF através de C5, enquanto que a polarização é determinada pelos valores das resistências do divisor de tensão R7 e R8, juntamente com a resistência de realimentação de emissor R9.

A verdadeira rede de realimentação que determina o início das oscilações da etapa é formada por C6, que aplica uma parte do sinal de saída do colector na entrada de TR1 (emissor), produzindo a necessária dose de realimentação positiva.

Além dos condensadores e da bobine L1, o circuito de saída ressonante tem uma tomada que serve para aplicar o sinal a uma antena transmissora, se bem que o micro transmissor se possa escutar a curta distância sem nenhuma antena.

Montagem do micro transmissor

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Figura 3 – Traçado do circuito Impresso.

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Figura 4 – Implantação dos componentes na placa da circuito impresso.

Tratando-se dum circuito de alta frequência, com uma etapa de baixa frequência, com um ganho bastante elevado, e que deve ser muito compacto, de dimensões reduzidas é

imprescindível realizar a montagem numa placa de circuito impresso como a representada na figura 3, que se projectou de modo a que a montagem do microtransmissor não seja excessivamente incómoda, especialmente para o leitor que não tiver grande experiência nas montagens de RF.

Uma vez realizada a placa e na posse de todos os componentes do circuito, procede-se à montagem de acordo com o esquema prático da figura 4 e seguindo sempre uma ordem lógica. Começa-se pelas resistências e condensadores, excepto C2 e C9, por agora.

A seguir monta-se o potenciómetro de ajuste P1 e o trimmer C10. Se bem que estes componentes não sejam polarizados, a sua inserção tem um sentido obrigatório, o qual se deverá ter em conta seguindo a orientação indicada na figura

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Figura 5 – A versão de antena mais simples é uma vareta de um quarto de onda. Uma versão mais eficiente é o dipolo constituído por dois fios de um quarto da onda de comprimento

É de todo aconselhável que o circuito integrado IC1 seja montado num suporte, procurando realizar as soldaduras dos seus terminais com muito cuidado para impedir que fiquem em curto-circuito devido a pontes de solda.

Passando aos semicondutores, monta-se o varicap DV1, cujo cátodo está marcado com uma faixa de cor (em geral preta no corpo de vidro) que deve ficar virada para o bordo exterior da placa. TR1 tem uma alheta metálica de referência que indica a posição do emissor.

Para a montagem de C2 há que respeitar a polaridade indicada no seu corpo, enquanto que C9 se solda, por um lado à bobine L1, directamente, e pelo outro ao bordo da placa de circuito impresso.

A bobine L1 determina a banda de frequências na qual trabalha o micro transmissor. Realiza-se com 5 espiras de fio desnudado e prateado, de 1 mm de diâmetro, enrolado sobre

um suporte de 8 mm de diâmetro, espaçadas regularmente.

Uma vez montada na placa de circuito impresso, o terminal livre de C9 corta-se e solta-se a um terço ou um quarto do comprimento total da bobine, a partir do extremo ligado ao positivo da alimentação.

A cápsula do microfone é ligada aos furos da placa previstos, mediante dois fios de ligação flexíveis e isolados. As ligações de saída e da alimentação realizam-se, mais comodamente, com terminais cravados. A seguir monta-se o circuito impresso no respectivo suporte, respeitando a posição do círculo no seu corpo, que corresponde ao terminal 1, tal como se indica nas figuras 4 e 5.

Por último liga-se o conector da pilha a uma pilha de 9V, normal, se bem que seja melhor do tipo de longa duração. O circuito deverá consumir uma corrente da ordem de 10mA.

Para a alimentação é totalmente desaconselhável o uso de um alimentador de rede, porque devido à grande amplificação da etapa de BF, seria inevitável que se introduzisse um forte zumbido da rede, que impediria escutar claramente o sinal captado pelo microfone.

Se bem que o micro transmissor possa funcionar numa banda de frequência bastante ampla variando as características da bobine usada, a solução mais óbvia é utilizar a banda normal de FM para poder usar um receptor portátil que permita escutar comodamente os sinais transmitidos.

No entanto, encontrar nesta banda uma frequência que não esteja ocupada por uma emissora comercial pode ser algo difícil. Para evitar este inconveniente pode ajustar-se com C10 a frequência de transmissão na parte baixa da banda de FM (80 MHz) ou na parte alta (100 M Hz).

Se isto não for possível com C10, poderão juntar-se ou separar-se algo as espiras da bobine. Em qualquer caso, é importante que o receptor utilizado disponha de um circuito de CAF.

Ao ar livre e sem nenhuma antena aplicada à saída, o alcance do micro transmissor pode chegar a ser de uns 100 metros. Se se ligar uma antena de vareta ao terminal A da antena ou um dipolo aos terminais 3 e 4, tal como se indica na figura 5, o comprimento da vareta ou de cada fio deverá ser de um quarto de onda da banda usada (às frequências de 80 a 100 MHz será adequado um comprimento de antena de 70 a 80 cm), e o alcance será de 200 a 300 m ao ar livre. Naturalmente que uma boa recepção dependerá sempre do receptor utilizado e, em particular, da sua sensibilidade.

Lista de material

Resistências 1/4W ±5%

  • R1 = 2,2KΩ

  • R2 a R6 = 10KΩ

  • R7 = 15KΩ

  • R8 = 6,8KΩ

  • R9 = 390Ω

  • R10 = 100KΩ

Condensadores

  • C1, C4 = 100nF

  • C2 = 100μF 16V

  • C3 = 1μF 16V

  • C5, C8 = 10nF

  • C6 = 12pF

  • C7, C9 = 10pF

  • C10 = Trimmer cilindrico 3/40pF

Semicondutores

  • IC1 = TL072

  • TR1 = 2N1711 ou 2N2219

  • DV1 = Varicap BB505

Diversos

  • P1 = Potenciómetro ajustável vertical 470KΩ

  • M = Microfone de condensador

  • B1 = Pilha de 9V, com conector

  • Suporte DIL para IC de 8 terminais

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Potente Transmissor de FM

Este transmissor transistorizado para a faixa de FM possui uma etapa de saída em push-pull que fornece perto de 1 watt de saída, o que é suficiente para acender uma pequena lâmpada, demonstrando que o alcance obtido pode ser bem grande se forem usadas antenas convenientes. É claro que existem restrições legais quanto ao seu uso, o que deve ser levado em conta pelos montadores.

O circuito que apresentamos funciona com tensões de 9 a 13,2 V e fornece uma potência de perto de 1 watt com alimentação de 12 V.

A corrente da etapa de saída na potência máxima com 9 V de alimentação é de 200 mA, o que permite que uma pequena lâmpada piloto de 6 V acenda com simples elo de Hertz, conforme ilustra a figura 1, quando aproximada da bobina tanque de saída.

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Os transistores usados são do tipo 2N2218 que, utilizados em circuitos de RF, proporcionam excelente rendimento com potências da ordem que indicamos.

Com uma pequena antena telescópica o alcance deste transmissor deve chegar em campo aberto a perto de 1km. Como existem restrições legais à operação deste tipo de transmissor na faixa de FM, sugerimos que eventuais experiências sejam feitas em

locais desabitados (fazendas, por exemplo) dada a possibilidade de ocorrerem interferências em receptores comuns.

Em hipótese alguma você deve usar antena externa ou operar este apareIho em zonas habitadas densamente.

O que descrevemos será apenas a etapa osciladora de alta frequência e a etapa amplificadora de potência em push-pull.

A modulação ficará por sua conta podendo vir de um pequeno amplificador de áudio ou mesmo de um mixer, e eventuais alterações para operações diversas das sugeridas serão apenas analisadas nos aspectos técnicos, ficando sua execução por conta de cada um também.

 

CARACTERÍSTICAS

– Potência: 500 mW a 1,2 watts

– Tensões de alimentação: 9 a 13,2 V

– Corrente de consumo (9 V): 200 mA

– Modulação: 2 (externas)

– Ajustes: 2

 

COMO FUNCIONA

O oscilador básico de boa potência, em torno de 100 mW, tem uma configuração bastante conhecida, em torno de Q1 um transistor 2N2218.

A frequência é determinada pelo conjunto L1/CV1 e a realimentação que mantém as oscilações vêm de C3.

O resistor R3 determina a corrente máxima de coletor e a potência, enquanto que R1 e R2 proporcionam a polarização de base.

Temos duas entradas possíveis para modulação que dependem da fonte, como, por exemplo, a saída de um pré-amplificador ou mixer que será ligado em E1 (alta impedância) ou ainda um pequeno amplificador ou gravador que será ligado em E2 (baixa impedância).

A etapa amplificadora de potência leva dois transistores na configuração push-pull. Nesta configuração cada transistor amplifica metade dos semi-ciclos, obtendo-se um excelente rendimento para o sistema, que nos permite a ultrapassagem de 1 watt de saída.

A bobina tanque L3 deverá ser sintonizada para a mesma frequência em que operar o oscilador, de modo a transferir todo o sinal com máximo rendimento para L4 que faz o acoplamento de antena.

As bobinas são os elementos críticos deste circuito. O primeiro cuidado que temos com sua realização é a montagem obrigatória em ângulo reto do conjunto L1/L2 em relação a L3/L4.

Isso evita que o campo de uma atue sobre a outra.

O segundo cuidado refere-se ao número de espiras. Eventuais alterações podem ser feitas para se deslocar as frequências de operação para as faixas desejadas.

O nosso circuito é projetado para operar em FM (88 a 108 MHZ), mas com alterações apenas nas bobinas podemos trabalhar de 54 MHz a 150 MHz, sem problemas.

A única alteração que pode ser necessária em conjunto é de C3 que deve ser aumentado para 22 pF ou 47 pF para frequências abaixo de 60 MHz e diminuído para 4,7 pF ou 2,2 pF para frequências acima de110 MHz.

O acoplamento para a antena é feito por meio de uma bobina. Podemos ligar então uma antena tipo dipolo ou plano-terra, conforme mostra a figura 2 e assim obter maior alcance.

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Esta bobina não faz somente o acoplamento de antena com menos espiras que L3 ela casa a impedância de saída da etapa em push-pull com a impedância mais baixa da antena com o que se obtém maior transferência de energia.

Eventualmente você poderá alterar o número de espiras desta bobina juntamente com L3 para outras faixas de transmissão.

Para a alimentação podem ser usadas pilhas grandes, bateria ou fonte com excelente filtragem. O consumo de corrente na faixa de 200 mA a 350 mA exige que as pilhas sejam grandes e que a fonte seja boa, com filtragem que evite a emissão de roncos.

 

 

MONTAGEM

Na figura 3 temos o diagrama completo do transmissor.

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Figura 3 – Diagrama do transmissor

A placa de circuito impresso é mostrada na figura 4.

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Figura 4 – Placa para a montagem

Observe os pormenores das bobinas que são todas feitas com fios comuns rígidos ou fios esmaltados grossos, em diâmetro de 1cm sem núcleo.

L1 = 4 espiras

L2 = 5 espiras com tomada central e intercalada a L1 4

L3 = 7 ou 8 espiras com tomada central

L4 = 3 ou 4 espiras

Será conveniente dotar Q2 e Q3 de dissipadores de calor do tipo mostrado na figura 5 pois eles tendem a se aquecer.

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Os trimmers são comuns de base de porcelana ou equivalentes e os capacitores cerâmicos, exceto C1 e C6 que podem ser de poliéster.

Os resistores são todos de 1/8 W ou ¼ W com qualquer tolerância.

 

PROVA E USO

A prova inicial deve ser feita com a ligação simples do transmissor sem antena e de um receptor de FM sintonizado em frequência livre colocado a uma distância de 2 a 3 metros.

Ajusta-se inicialmente CV1 para captar o sinal e depois CV2 para um sinal de maior intensidade.

Uma verificação interessante de funcionamento consiste na ligação de uma lâmpada de 6 V x 50 mA na saída de antena ou então na realização de um elo de captação, conforme mostra a figura 6.

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Figura 6 – Elo de captação ou Hertz

Ajustando-se CV2 para máxima potência a lâmpada acenderá com maior brilho.

Ligando uma fonte de sinal de áudio em E1 ou E2 devemos ajustar a sua intensidade (volume) para que não ocorra saturação e a emissão seja limpa (sem distorções).

Para usar lembre-se das limitações legais. Numa fazenda você pode obter um bom alcance com a antena mostrada na figura 7.

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Figura 7 – Sugestão de antena

Não use tal antena em cidades, pois você estará transmitindo clandestinamente, o que é proibido por lei

Lembramos que as autoridades possuem viaturas dotadas de receptores goniométricos que podem localizar emissões clandestinas com extrema facilidade.

Para operação em âmbito domiciliar não será preciso usar antena.

Se houver dificuldades em obter o ajuste de CV2, reduza o número de espiras de L3 ou então aperte a bobina juntando mais as espiras.

 

Q1, Q2, Q3 – 2N2218 – transistor de RF (comutação)

L1, L2, L3, L4 – bobinas – ver texto

CV1, CV2 – trimmers – ver texto

C1 – capacitor de 100 nF – cerâmico ou poliéster

C2 – 10 nF – capacitor cerâmico

C3 – 10 pF – capacitor cerâmico

C4 – 22 nF – capacitor cerâmico ou de poliéster

C5 – 100 nF – capacitor cerâmico

C6 – 220 nF – capacitor cerâmico ou de poliéster

R1 – 8k2 – resistor (vermelho, cinza, vermelho)

R2 – 6k8 – resistor (azul, cinza, vermelho)

R3 – 100 Ω – resistor (marrom, preto, marrom)

R4 – 4k7 – resistor (amarelo, violeta, vermelho)

R5 – 22 Ω – resistor (vermelho, vermelho, preto)

Diversos: placa de circuito impresso, fonte de alimentação ou bateria, antena, fios, solda etc.

 

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Transmissor de fm de 50w

o alcance deste transmissor pode ultrapassar os 20km dependendo da antena utilizada e das condições topográficas do local.

no oscilador foi usado um bf494 que modulado por varicap garante excelente qualidade de som. os microchoque de RF (100uH) podem ser caseiro ou comercial pois não são críticos.

os demais choques choques devem ser fabricados pelo montador , consistindo em 4 espiras de fio 20 em núcleo de ferrite de 1cm de diâmetro com 2cm de comprimento.cv1 pode ser de porcelana ou plástico com capacitância máxima de 100 pf, em cv1 é ajustada a frequência de operação enquanto que nos demais ajusta-se o rendimento de cada etapa para maior transferência do sinal para a saída.

todos os capacitores devem ser cerâmicos, com exceção dos eletrolíticos indicados e o de 100nF na entrada de modulação que pode ser de poliéster . todos os resistores são de1/8w , salvo indicação diferente. os eletrolíticos são para 25v.

todos os transistores , exceto q1 devem ser dotados de bom radiadores de calor.

as bobinas não são criticas e tem as seguintes características :

L1- 4 espiras de fio 20 ou 22 sem núcleo com diâmetro de 1cm.

L2- 5 espiras de fio 20 sobre núcleo de ferrite de 1cm de diâmetro.

L3- é igual a l2

L4- 5 espiras de fio 18 sobre o núcleo de ferrite de 0,8 cm de diâmetro.

L5- igual a l4.

L6- igual a l4

L7- 4 espiras de fio 16 sobre ferrite de 0,8cm de diâmetro.

L8 10 espiras de fio 16 sobre ferrite de 0,8cm de diâmetro.

o circuito será alimentado por uma bateria de carro ou por uma fonte , com corrente de pelo menos 15 amperes e excelente filtragem, se possível estabilizada com 15 volts.a alimentação  deve ser feita com fio curto para se evitar problemas com ronco e o transmissor instalado m caixa metálica devidamente aterrada.

para testar  e ajustar, use como carga no lugar da antena uma lâmpada de 12v x 4ª para maior alcance use um dipolo plano terra como antena .

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Amplificador de 40 Watt para transmissor FM

 Amplificador de banda larga de Poder de RF DE VHF para transmissão de FM. Alguns beliscos menores foram feitos às e algumas partes esquemáticas foram mudados a ele que eu tive disponível (principalmente componentes de monte de superfície). O heatsink é de um Mostar velho de rádio Motorola de 800 MHz, e tem a ilha perfeita de heatsink combinar o MRF171A. Também usado é uns Conceitos Progressivos LPF7002 externo filtro baixo de passagem porque era também à disposição. Desde que o MOSFET usa 28 VDC, eu tive 0 poder de Amp usando o esquemático achado no manual de ARRL. Afine foi exatamente como determinado no como-a, com a produção de poder de RF batendo em 57 Watt quando guiado com um estoque Transmite Armazém  transmissor de PLL DE LCD de 1 Watt em 98 MHz. Uso liberal de contas de ferrita e capacitors de feedthru estão em todo detetor de RF, controle de ventilador e circuitos de controle de SWR.

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8 voltas 18 fio de cobre de enamelled de SWG em 6,5 diâmetro de mm anterior, vira comprimento 12 mm         [2] 3 voltas 18 fio de

cobre de tinned de SWG em 4 diâmetro de mm anterior, vira comprimento 10 mm

A parte numera e fornecedores são principalmente para referência só. Os componentes de monte de superfície não são necessitados, mas altamente é recomendado

TRANSISTORES

Schematic Reference Value Description Package Supplier Supplier Part Number
Q1 MRF171A Motorola N-channel enhancement mode MOSFET Case style 211-07 Richardson Electronics MRF171A

DIODOS

Schematic Reference Value Description Package Supplier Supplier Part Number
D1, D2 1N4148 Silicon diode SMT or leaded Any Any
D3, D4 1N5232 5.6 Volt Zener diode, 500 mW Leaded Digi-Key
1N5232BDICT-ND
D5 1N5401 Silicon diode Leaded Digi-Key
1N5401GICT-ND

RESISTORES

Schematic Reference Value Description Package Supplier Supplier Part Number
R2 10,000 Ohms Cermet potentiometer, 1/2 Watt Leaded Digi-Key CT6P103-ND
R3 1800 Ohms Film, 1%, 1/2 Watt Leaded Digi-Key
BC1.82KZCT-ND
R1 33 Ohms Film, 1%, 1/2 Watt Leaded Digi-Key
BC33.2ZCT-ND
R4 10 Ohms Film, 5%, 2 Watt Leaded Digi-Key BC10W-2CT-ND

INDUTORES

Schematic Reference Value Description Package Supplier Supplier Part Number
L1, L6, L7 700 Ohm @ 180 MHz Wide-band ferrite choke Leaded Digi-Key M2204-ND
L5 210 nH Air core Leaded Handwound Note 1
L2 64 nH, 5% Air core Leaded Coilcraft 132-05
L8 41 nH, 5% Air core Leaded Coilcraft 132-03
L3 25 nH, 5% Air core Leaded Coilcraft 132-01
L4 21 nH Air core Leaded Handwound Note 2

CAPACITORES

Schematic Reference
Value Description Package Supplier Supplier Part Number
C16 47 µF Electrolytic, 20%, 35V SMT or leaded Any Any
C9, C10, C13, C15 0.1 µF Ceramic, X5R, 50V 0805 SMT Digi-Key
PCC1864CT-ND
C1, C3, C8, C12, C14 1000 pF Ceramic, 5%, NP0, 50V 0805 SMT Digi-Key
PCC102CGCT-ND
C11 1000 pF Mica, 100V 2220 SMT Digi-Key 338-1008-ND
C17 1000 pF Ceramic Feed Thru Any Any
C20 300 pF Mica, 100V 1812 SMT Digi-Key 338-1026-ND
C6 100 pF Ceramic, 5%, NP0, 50V 0805 SMT Digi-Key
PCC101CGCT-ND
C2 1.5 pF Ceramic, +/- 0.25 pF, NP0, 50V 0805 SMT Digi-Key
PCC1R5CNCT-ND
C4, C5, C7 4.5 – 65 pF Plasitc dielectric trimmer Leaded Digi-Key SG3009-ND
C18 16 – 100 pF Mica compression trimmer Leaded Circuit Specialists 423
C19 25 – 150 pF Mica compression trimmer Leaded Circuit Specialists 424

FM Banda Mono Transmissor

Um transmissor de FM monaura alta qualidade é bastante útil em uma variedade de aplicações. o
áudio de uma TV ou sistema de entretenimento pode ser transmitida para o remoto ou portátil
escuta e de escuta do fone de ouvido sem fio. O áudio de um receptor AM colocado perto
uma janela pode ser retransmitido dentro de um edifício de metal onde a recepção AM não é
possível. Dois transmissores irá converter dois receptores FM portáteis em estéreo sem fios
alto-falantes para eventos ao ar livre. Um teclado pode ser jogado através do estéreo sem fios
simplesmente sintonizando no transmissor. Uma criança wil amo uma estação FM operacional, em miniatura
completo com transmissão “no ar” luz. Simplesmente conecte saída mono do estéreo para
o transmissor e transmitir CDs, fitas, microfones e outras fontes de áudio. Conectar
o transmissor à placa de som do computador e ter o som dos altifalantes grande. mesmo o silêncio
pode ser transmitido. Sintonizar o transmissor a sua estação favorita e quando o chato
começa comerciais, simplesmente virar no poder e … silêncio (ou o áudio de sua escolha).
FM Banda Mono Transmissor
ideias:
1) Use a construção plano de terra. Soldar as ligações à terra directamente ao material de placa de circuito de cobre e manter o RF
leva curta.
2) Adicionar um resistor 680 em série com um LED para fazer um “no ar” luz.
3) Deixe o transmissor quando não em uso para eliminar a deriva warm-up. Utilize uma tomada para a antena de modo que possa ser desligado
quando não está a transmitir.
4) um regulador de tensão mais baixa pode ser usada para regular uma tensão de alimentação inferior moldada.
5) Ignorar o ohm resistor 100 em emissor do 2N4401 com um uF capacitor 470 para muito maior ganho de áudio. também remova
a 33 ohm resistor e usar um pote de 100k para aumento da sensibilidade. O estágio de áudio inteiro pode ser substituído por um op-amp tendenciosa para
V / 2 volts na saída.

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