FIM DO MUNDO

A Bíblia explica que a História do mundo chegaria a um momento sem igual que levaria ao fim. Esse período seria uma combinação de situações e de acontecimentos mundiais diferentes de tudo que a humanidade já viu. Considere algumas características desse período mencionadas na Palavra de Deus.

1. PROBLEMAS MUNDIAIS Uma profecia registrada em Mateus capítulo 24 alista acontecimentos na Terra que formariam um sinal composto. Esse sinal marcaria a “terminação do sistema de coisas” e levaria ao tempo em que ‘viria o fim’. (Versículos 3 e 14) Esses acontecimentos incluem grandes guerras, falta de alimento, terremotos num lugar após outro, aumento de práticas que violam a lei, esforços astutos de líderes religiosos para enganar as pessoas e falta de amor. (Versículos 6-26) É claro que, até certo ponto, problemas assim ocorrem há séculos. No entanto, perto do fim, todos eles aconteceriam na mesma época caótica. Esses problemas também acompanhariam os próximos três sinais.

2. A ATITUDE DAS PESSOAS A Bíblia diz que os “últimos dias” — o período que leva ao fim — seriam marcados por uma grande piora no comportamento das pessoas. Lemos: “Os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, desleais, sem afeição natural, não dispostos a acordos, caluniadores, sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade, traidores, teimosos, enfunados de orgulho, mais amantes de prazeres do que amantes de Deus.” (2 Timóteo 3:1-4) É verdade que o desrespeito entre os humanos não é algo novo, mas só nos “últimos dias” é que isso chegaria a tal ponto que seria correto chamar essa época de “tempos críticos, difíceis de manejar”. Já notou que a atitude das pessoas está piorando?

3. A TERRA ESTÁ SENDO ARRUINADA A Bíblia afirma que Deus vai “arruinar os que arruínam a terra”. (Revelação [Apocalipse] 11:18) De que modo as pessoas arruinariam a Terra? A época em que Noé viveu foi descrita da seguinte maneira: “A terra veio a estar arruinada à vista do verdadeiro Deus, e a terra ficou cheia de violência. Deus viu, pois, a terra e eis que estava arruinada.” Assim, Deus disse o seguinte sobre aquela sociedade corrupta: “Eis que os arruíno.” (Gênesis 6:11-13) Percebeu como hoje a Terra também está “cheia de violência”? Além disso, os humanos chegaram a um momento único na História: eles têm o potencial de literalmente arruinar a Terra por destruir toda a vida humana. Eles têm as armas necessárias para isso. E a Terra também está sendo arruinada de outra maneira. Os sistemas  que mantêm a vida na Terra — o ar que respiramos, a fauna, a flora, os oceanos — estão constantemente se deteriorando por causa da má administração do homem.

Pergunte-se: ‘Será que, um século atrás, a humanidade já tinha o poder de se destruir completamente?’ Mas hoje os humanos têm essa capacidade por acumular armamentos sofisticados e por devastar o meio ambiente. A tecnologia avança numa velocidade maior que a capacidade do homem de entender e controlar as consequências. Só que o futuro da Terra não está nas mãos do homem. Antes que toda a vida na Terra seja eliminada, Deus vai intervir e destruir os que

estão destruindo a Terra. É isso o que ele promete!

o Rumores-de-suicídios-fazem-Nasa-desmentir-fim-do-mundoImagem-internethqdefaultfim-mundo-2012-nasafim-mundo-7-600x448Fim-do-Mundo-Previsoesfim do mundo no vale2(1)eclipseluassanguenasa1292481362_doseng.org_gread_flood_0320150609-1801539098564101Fim do mundolinda DO LCMÉ isso ja falei sobre isso aqui trez vezes e ninguém levou a sério, mas tudo bem agora vai acontecer uma coisa grandiosa de mais quem sabe vocês acreditaram pelo menos um pouquinho né…………ASS:: LCM

O FIM DO MUNDO ESTÁ PRÓXIMO

 O sonho de minha vida se destruiu com uma série de descobrimentos que apontam a uma
iminente catástrofe mundial, de fato, a maior da história da humanidade. Nunca antes esteve a Terra tão
densamente povoada, portanto, este será um desastre sem comparação. Quando me inteirei, fiquei
destroçado e profundamente comovido, sem poder conciliar o sonho durante noites inteiras e isto
começou a reger e dominar minha vida inteira. Depois de tudo, esta estava prolixamente planejada até
agora; passei anos seguindo uma dieta de frutas e verduras que me faria chegar à idade de 120 anos,
investi em vários recursos de pensão para poder me aposentar sem problemas de dinheiro, então
poderia desfrutar de 60 anos de minha vida! E tudo isso com uma boa saúde. Os que leram meus livros
anteriores sabem do que estou falando. As provas realizadas em animais demonstraram claramente que
isto é possível, que sua expectativa de vida aumenta entre um 30 e 100 por cento quando se alimentam
com uma dieta sadia. Como não podia ignorar este fato, decidi fazer o mesmo. A possibilidade de me
aposentar rico e viajar pelo mundo era uma idéia extremamente atrativa para mim. Então, meu sonho
se fez pedaços. De acordo com o livro The Mayan Prophecies [As profecias maias], a Terra se destruirá em
21 ou 22 de dezembro de 2012. As conclusões do livro pareciam corretas, embora o autor só revelou
uma pequena parte. Segundo os maias, o magnetismo do Sol dará volta esse dia, causando
provavelmente um tombo na Terra, com fatais conseqüências para a humanidade. Senti-me
profundamente consternado. Um enorme desastre nos aguardava, um sem igual. Primeiro me paralisei
e logo amaldiçoei e insultei com todo meu coração. Depois de tudo, logo podia cobrar minhas
aposentadorias no ano 2015! Faz vinte anos assinei esta cláusula de não fazer efetiva nenhuma soma
antes da data de vencimento. Dessa maneira, a importância a pagar se incrementaria e eu poderia ter
uma vida de luxos por décadas. Estava completamente convencido de que fizera um excelente negócio.
Mas isso aconteceu antes de ler esse livro em particular.
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A profecia de Órion
Ali, toda minha certeza na vida, igual a todos meus sonhos, paralisaram, então decidi investigar.
Se este desastre na verdade ocorreria, eu tinha que comprová-lo com uma sólida evidência, pois se trata
da sobrevivência da humanidade.
Naturalmente, investiguei e tive êxito em desvelar este iminente desastre global. Prepare-se para
ler os descobrimentos mais surpreendentes de nossa moderna civilização. O desastre natural que nos
golpeará excederá a compreensão de todos. Suas pensões já não terão valor; de fato, já cancelei as
minhas. Não há um só governo que tome medidas para tratar de sobreviver à catástrofe e ninguém
acreditará até que seja muito tarde. Por isso você terá que controlar-se e desenhar sua própria estratégia
de sobrevivência. Eu atuarei como um banco de dados. Sobreviver a tal imenso desastre será
extremamente difícil, se nada se preparou. Destruir-se-ão os fornecimentos de mantimentos, não
haverá atenção médica e quão profissionais trabalham nos resgates, eles mesmos também terão
morrido. Em resumo, sem um cuidadoso planejamento não o obteremos. Portanto, devemos formar

grupos urgentemente, para começar a trabalhar nesta enorme tarefa. Será necessário construir “Arcas de
Noé” para que nos transportem quando chegarem as marés , e também procurar fornecimentos de
mantimentos e energia. Terá que fazer inumeráveis coisas e só ficam uns poucos anos antes da data
fatal. Espero que se aproximem muitos voluntários para pôr em prática a estratégia de sobrevivência
que detalharei neste livro.
Parte I
Descobrimentos assombrosos
O ZODÍACO DE DENDERA
Logo depois de ter lido The Mayan Prophecies [As profecias maias] chegaram a minhas mãos
algumas outras obras desta índole. Segundo os autores do livro When the Sky Fell [Quando o céu caiu], a
Atlântida se moveu para o Pólo Sul, devido a uma enorme mudança da crosta terrestre faz uns doze mil
anos. A base desta hipótese se acha em outro livro, The Path of Pole [O caminho do Pólo] do professor
Charles Hapgood. Em um prólogo para a primeira edição desta obra, Albert Einstein escreve: “Com
freqüência recebo comunicações de pessoas que desejam me consultar sobre suas idéias, que não foram
publicadas. Ademais está a dizer que estas idéias, raras vezes têm alguma validade científica. Não
obstante, a primeira comunicação que recebi do Sr. Hapgood me deixou eletrizado. Sua idéia é original,
de grande cumplicidade e, pode demonstrar-se, será de grande importância para tudo o que se relaciona
com a história da superfície terrestre.
Grande quantidade de dados empíricos indicam que em cada ponto da superfície da Terra que
foi cuidadosamente estudado, produziram-se muitas mudanças climáticas e aparentemente, de maneira
bastante repentina. Segundo Hapgood, isto é explicável se a casca exterior da Terra, que é virtualmente
rígida, de vez em quando suporta um extenso deslocamento das camadas interiores viscosas, plásticas e
possivelmente fluídicas. Tais deslocamentos podem ter lugar como conseqüência de forças
comparativamente suaves que se exercem na crosta e derivam do ímpeto da rotação da Terra, a qual
por sua vez, tenderá a alterar o eixo de rotação da crosta terrestre.
O autor não circunscreveu a uma simples apresentação desta idéia, mas sim também tem
exposto, com cautela e em profundidade, o rico material que apóia esta teoria do deslocamento.
Acredito que esta idéia algo assombrosa, inclusive fascinante, merece uma séria atenção por parte de
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todo aquele que se interesse na teoria do desenvolvimento da Terra”.
Em edições posteriores, o professor Charles Hapgood escreve: “Avançados conhecimentos das
condições da crosta terrestre agora sugerem que as forças responsáveis por estes movimentos na
mesma, encontram-se a certa profundidade dentro da Terra, mais que em sua superfície.
Apesar desta mudança no caráter da explicação oferecida sobre os movimentos, a evidência de
que estes se produziram se multiplicou nos últimos anos. Os temas principais do livro, quer dizer, os
deslocamentos da casca que se produziram, inclusive em uma recente história geológica, e seus efeitos
na formação das características da superfície da Terra, portanto, permanecem inalteráveis”.
Quando tem lugar um deslizamento da casca, alguns continentes se movem para os Pólos e
outros se afastam deles, e uma onda gigantesca cruza toda a Terra. Os sobreviventes não puderam fazer
outra coisa mais que fugir de sua terra condenada, o dia em que a Atlântida se moveu para o Pólo Sul; e
neste livro demonstraremos com claridade que tais coisas aconteceram. Imediatamente depois dos
acontecimentos, a agricultura prosperou em distintas partes do planeta. Isto, sem dúvidas, relaciona a
morte de um mundo com a fundação de novas culturas nos longínquos continentes. Assim, os atlantes
estiveram presentes não só na origem da cultura maia, mas também no da Índia, China e egípcia. Quase
todos estão familiarizados com a lenda da Atlântida, a terra que desapareceu em terríveis terremotos de
desconhecida intensidade. O filósofo grego Platão teve notícias disso, no antigo Egito. Se tudo isto for
verdade, então tem que haver uma conexão entre as profecias maia e egípcia. Revisei várias obras sobre
a cultura egípcia e seus grandes lucros me impressionaram cada vez mais.
Um caleidoscópio de templos, pirâmides, obras de arte, esfinges, etc., desfilaram ante meus
olhos, mas não achei a conexão; isso foi frustrante. Contei à várias pessoas amigas sobre meus
malogrados intentos, até que um deles me perguntou: “Não leu ainda Serpent in the Sky [A serpente no
céu]?” “Não, quem o escreveu?” “John Anthony West. Esteve em televisão o outro dia com um
documentário sobre a Esfinge. Mostraram evidência de que a Esfinge é milhares de anos mais
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antiga do que sempre se pensou e que o secreto conhecimento da Atlântida talvez esteja oculto justo
debaixo dela”.
“Aí está!” pensei, se os atlantes dirigiam esta importante informação, então tinham que estar
interconectados com o mundo egípcio. Comecei a ler o livro e me surpreendeu que eu subestimasse sua
inteligência. Sua matemática tinham um nível extremamente alto e o livro contém exemplos disso; na
verdade, assombrou-me sobremaneira. Também me inteirei de que ninguém conseguiu traduzir ainda
uma parte importante dos hieróglifos. “Que pal!”, pensei, “se devo começar aqui, isto será uma tarefa
impossível”. Li quase noventa por cento do livro, aprendi muitíssimo, mas não conseguia avançar, até
que comecei o capítulo denominado “Egypt: Heir of Atlantis” [Egito: Herdeiro da Atlântida]. Nele, West
começou a investigar a idade da Esfinge, seguindo uma sugestão do filósofo francês R. A. Schwaller de
Lubicz, quem disse que os padrões de erosão sobre a Esfinge apontam a ser mais antigos do que
sempre se assumiu. Demonstrar isto se converteu no motivo de sua vida. Se for certo, testemunharia
que a civilização egípcia é milhares de anos mais antiga do que usualmente se acreditou e que proviria
da Atlântida.
Estava por terminar o livro, mas ainda não achava nada que resultasse de utilidade para minha
investigação e estive a ponto de abandoná-lo, quando na penúltima página, algo chamou minha
atenção. Ali vi fotos e desenhos do zodíaco de Dendera; o via radiante e misterioso ao mesmo tempo.
Eu nunca fora um crente das predições de um zodíaco e sua existência quase me fazia rir. Mas então,
em um décima de segundo, minha maneira de raciocinar e também minha vida, mudaram
profundamente. Cada vez mais perplexo olhei as antigas escrituras; eram uma sublime obra de arte, algo
especial e único na ciência arqueológica. Mais ainda, eram mágicas, inspiradoras e tinham certo encanto.
Soube que Cotterell achou muitos mais códigos na tumba de Palanque, dos que alguém poderia
imaginar a primeira vista e aqui também, tive a sensação de que este seria o caso. Mas como decifrar o
código? Os hieróglifos superavam com largueza minha compreensão, e os desenhos, embora muito
mais claros, continham um código terrivelmente difícil.
Um enigmático secreto do passado
Esta obra de arte não foi realizada para rir dela e logo deixar a de lado. Muitas pessoas
acreditam nas predições do zodíaco, portanto,

O Zodíaco de Dendera de ângulo reto, uma das criações mais enigmáticas dos antigos egípcios.***************

assumamos que está apoiada na realidade. Aceitemos também que os autores do zodíaco queriam
compartilhar parte de sua sabedoria, por exemplo, o dia do fim da Atlântida e o dia do próximo
cataclismo. Isso deve ser! Não pode tratar-se de nenhuma outra coisa!
O zodíaco predisse a data exata do próximo fim da Terra! E foi minha intuição que conduziu a
esta conclusão. Mais adiante, claramente, intuído resultou ser certo. Senti que com gosto estava
disposto a dar parte de minha vida para resolver estas adivinhações, embora é óbvio não podia fazê-lo
sozinho. Necessitava com urgência a ajuda de um egiptólogo, pois esta era a única maneira de revelar os
antigos mistérios.
Mas a quem convocar? Fiz alguns contatos, mas eles não se interessaram. Então, a sorte deu um
giro a meu favor. Uma jornalista do jornal belga, Het Belang Van Limburg, viu um artigo sobre mim no
maior periódico holandês, The Telegraph. Neste artigo, eu explicava que vivia a base de uma “dieta de
fome”, consistente em frutas e verduras, com o propósito de alcançar a maior longevidade. Até esse
momento, era o único na Bélgica e nos Países Baixos que o tentava; nos EUA havia facilmente uns cem
voluntários, mas aqui o interesse era escasso. A jornalista decidiu que queria me conhecer e escrever um
artigo, inclusive, redigiu-o nesse mesmo dia porque ao seguinte viajaria. O artigo apareceria dois ou três
dias mais tarde e, por certo, eu comprei o jornal para o que ela trabalhava, todos os dias subseqüentes.
Até que se desatou o maior escândalo sobre pedofilia na história da Bélgica. A notícia cobria todos os
periódicos e meu artigo ficou de lado durante um tempo. Não obstante, no sábado 17 de agosto de
1996, comprei o periódico. Coincidentemente, li um artigo sobre astronomia no qual se falava do

preciso, procurava uma similitude entre certas constelações estelares e a localização de antigos templos,
como as pirâmides de Giza, por exemplo, que estão colocadas de acordo com a constelação de Órion.
Ele tinha supremo, intenso interesse nisto. O artigo mencionava seu domicílio e número de telefone;
vivia nos subúrbios de Amberes, muito perto de minha casa. Recortei o artigo e o guardei, pois antes de
estabelecer o contatá-lo, queria ler o livro Keeper of Gênese [O guardião da Gênese], no qual Bauval e
Hancock demonstram de maneira brilhante, onde os atlantes enterraram seus secretos conhecimentos.
Logo depois de lê-lo, chamei Gino Ratinckx. Esta chamada mudaria minha vida para sempre.
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“Sr. Ratinckx, fala-lhe Patrick Geryl. Li um artigo sobre você e eu gostaria de conhecê-lo
pessoalmente”.
“De que deseja falar?”
“No livro The Mayan Prophecies se descreve como o autor decifrou o código dos maias. Tenho
um livro com o zodíaco de Dendera e estou convencido de que, similarmente, também contém
códigos. Poderia me ajudar a decifrá-los?”
“Oh, isso não será nenhum problema! Fiz um estudo sobre o templo de Dendera para meu
exame de arqueologia”.
Depois de ouvir isto, meu coração se encheu de gozo e lhe perguntei: “É possível que nos
encontremos para discuti-lo?”
“Na próxima quarta-feira de noite me parece bom”.
Era segunda-feira de noite e, em dois dias mais, provavelmente acharia um avanço real em
minha investigação. Então lhe perguntei: “Às oito está bem?”
“Venha a minha casa, ah! e me chame Gino”.
A primeira reunião
Quarta-feira de noite, sete e cinqüenta. Nervoso, toquei a campanhia. Gino abriu a porta.
Decididamente, resultou-me um homem agradável. Levou-me ao primeiro piso; ali estava seu
computador, sobre um caótico escritório. Ao olhar ao redor vi alguns móveis antigos muito bonitos e
as paredes cobertas com as pinturas de sua esposa. Sentamo-nos à mesa e lhe mostrei a pilha de livros
que lera.
“Olhe”, comecei, “segundo os maias, o ano 2012 proporcionará um desastre porque haverá uma
mudança no magnetismo solar, e agora que vi esta foto e estes desenhos do zodíaco, por alguma razão
estou convencido de que ali há códigos ocultos”.
“Bom, você chegou ao lugar indicado, pois eu participei da investigação sobre o significado de
alguns dos códigos maias”.
Bom, pensei, isto não poderia resultar melhor! Então prossegui: “você tem alguma idéia sobre
como podemos dirigir isto?”
“As idéias não são um problema para mim, mas sim tenho dificuldade para as escrever; de fato,
sou incapaz de produzir um livro escrito com fluidez”.
Sorri, era justo para mim. Eu já escrevera seis livros e em um deles demonstrava que a teoria da
relatividade era incorreta. Até esse momento
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não o mencionara, pois, como Gino era astrônomo, talvez se sentisse um pouco alarmado para ouvir
que eu dissentia com Einstein. Mas como parecia muito afável me animei e lhe disse: “Pode deixar a
escritura para mim; já escrevi vários livros, incluindo um no qual demonstro que os quasares são
inconsistentes com a teoria da relatividade!”
Isto chamou a atenção de Gino e com certa surpresa me perguntou: “Na verdade? E me pode
explicar isso “Você sabe que quando a velocidade de um objeto aumenta, sua massa também aumenta,
segundo os cálculos de Einstein. Quanto mais nos aproximamos da velocidad da luz, mais aumenta a
massa. Agora, imagine que há um pouco de massa incrivelmente grande ao final do universo. Com suas
forças gravitacionais “atira para si” os sistemas estelares no centro do universo. Lentamente, começam a
mover-se em sua direção. Em bilhões de anos, a massa dos sóis pertencentes a tal sistema aumenta. Por
certo, perdem massa pela radiação, porém ganham por aumento de massa. Todos sabem que quando a
massa de um planeta aumenta, a força gravitacional também aumenta. Na Lua, por exemplo, você pode
saltar dez metros com total facilidade, porém em Júpiter quase não pode mover-se. Devido a este
aumento da massa de um sistema estelar, o sistema mesmo está sujeto a um contínuo processo de
diminuição. Finalmente, o sistema colapsará e se convertirá em um quásar”.
Gino me olhou surpreso e respondeu: “É a primeira vez que ouço esta teoria, mas me parece
lógica. Pode me dar mais evidência?”
“Se a velocidade de um sol aumentasse à velocidade da luz, sua massa também aumentaria.
Todos os astrônomos sabem que o lapso de vida de um sol depende da quantidade de sua massa.
Quanto mais pesado é o sol, mais rápido será o processo de envelhecimento. Tomemos nosso Sol, por
exemplo. Tem uma expectativa de vida de dez bilhões de anos. Um sol com o dobro desta massa só
tem uma expectativa de vida de oitocentos milhões de anos. Isto é assim porque as forças gravitacionais
internas aumentam tanto que as reações nucleares se aceleram. Um sol que aumenta em velocidade e,
portanto, em massa, queimar-se-á logo e terá uma vida mais curta. Eu a denomino o paradoxo da
gravitação quântica”.
Gino reagiu com entusiasmo e me perguntou: “Existe alguma outra conseqüência?”
“Escrevi as principais conseqüências em meu livro A New Space-Time Dimension [Uma nova
dimensão do tempo e do espaço]. Uma delas, bastante importante, é que a galáxia está se expandindo a um
ritmo acelerado. (1-2) Outra é que noventa por cento do universo contém sistemas estelares explosivos,
os quais perecem, devido ao aumento da força gravitacional. De um ponto de vista estritamente
científico, a vida extraterrestre é impossível ali, portanto, a vida tem que se limitar ao centro do
universo. Por certo que isto inclui muitos sistemas estelares, mas são muitos mais do que todos
pensam. As séries de televisão como ‘Viagem às estrelas’ estão profundamente equivocadas, pois sua
história trata de mundos que não poderiam existir de maneira nenhuma”.
[1 – Foi confirmado pelos astrônomos em 1998.]
[2 – na sexta-feira 23 de novembro de 1990, a televisão belga (BRT) difundiu esta teoria durante 15
minutos. Nesse então, Patrick Geryl foi o único no mundo que difundiu com precisão esta expansão
acelerada do universo. Em 1983 também predisse corretamente de IRAS [Satélite Infravermelho
Astronômico (N. da T.)] ia encontrar bilhões de galáxias no infravermelho. Novamente, foi o único que
fez esta afirmação nesse então. Isto se publicou no jornal belga Het Laatste Níeuws, em 11 de fevereiro
de 1983. Sua correspondência com G. Neugebauer —do Instituto de Tecnologia de Califórnia— e
Peter Clegg —da Faculdade Queen Mary (Universidade de Londres)—, confirma-o. Ambos foram
responsáveis pela interpretação dos resultados de IRAS. Todos estes fatos demonstram a validade
destas teorias. ]
“O que você está me dizendo aqui poderia ser certo e se se publicasse, poderia provocar
bastante consternação. Mas está bem, há algo que devemos fazer primeiro: decifrar o código Dendera”.
Gino tomou um livro de uma prateleira: “Penso que tenho precisamente o que necessita. Aqui
está a decodificação do The Egyptian Book of the Dead [O livro egípcio dos mortos]. Até a data de publicação
deste livro, ninguém conseguira decodificar as veneradas escrituras. Este autor, Albert Slosman, o fez, e
ficará surpreso por seu conteúdo!”
Com respeito, tomei o livro em minhas mãos e, imediatamente, dava-me conta de que tinha
gerado em mim um intenso sentimento. Este era o indicado! E aqui eu acharia códigos de suma
importância. Nessa mesma noite comecei a ler a obra e achei chaves de uma catástrofe.
16, 17 e 18
CHAVE PARA UMA CATÁSTROFE
Ler o livro Le Livre de l’au-delá de la vie [O livro de além da vida] não resultou nada simples. Eu não
entendia francês muito bem e até um simples texto já me resultava difícil, portanto, isto era muito mais
complicado. Uma seqüência de palavras incomuns, códigos misteriosos, sagradas escrituras e arcaicas
palavras mitigaram meu entusiasmo. Tive que lê-lo sete vezes para compreendê-lo.
Felizmente, minha intuição não me abandonou e não passou muito tempo antes de que eu
compreendesse a importância de alguns dos códigos. Todo o resto era menos importante para minha
investigação. O que lera era suficiente para pôr o mundo da egiptologia de patas para cima. As
traduções do Livro Egípcio dos Mortos eram desastrosas, estavam tão cheias de flagrantes enganos e
interpretações equivocadas, que não ficava nada de seu significado original. Só Albert Slosman
conseguiu traduzir as veneráveis escrituras corretamente e eu pude distinguir com claridade suas
assombrosas conclusões. Em primeiro lugar, o título do livro era uma versão errônea, pois deveria
chamar O livro da luz e não O livro dos mortos. Por que este título? Porque descreve com precisão os
acontecimentos celestiais que se produziram durante a queda da Atlântida. Mais ainda, descreve como
os sobreviventes foram guiados pelo Sol em sua fuga ao Egito. Como o mais importante aconteceu no
Sol mesmo. Como o tema central das escrituras é, em especial, o fato de que o Sol irradiava a luz da luz
—em outras palavras, uma luz incrivelmente intensa—; o nome correspondente é O livro da luz. A fim
de informar quão razoáveis são os achados feitos, apresentam-se os hieróglifos originais junto com a
tradução do primeiro verso: Sou o mais Elevado, o Primeiro, o Criador do Céu e da Terra, sou o
Moldador dos corpos humanos,
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e o fornecedor das partes espirituais. Coloquei o Sol sobre um novo horizonte, como um signo de
benevolência e como prova da Aliança.
Explicação: ele levantou o Sol nascente para um novo horizonte, então a nova Terra se fez
realidade.
Para fazê-lo, os Mandamentos do Criador, verificados pelo mais Elevado de Todos, atuando
por meio das Almas dos Antepassados, foram transmitidos aos mais jovens, sendo seus corpos gastos
novamente à vida, por ter começado a funcionar os Oito Lugares.
Nesta correta tradução, os códigos astronômicos derramam uma nova luz sobre a origem e a
religião do Egito. Se compararmos esta versão com as outras, as diferenças são realmente notáveis. Os
egiptólogos tão somente usam gíria.
Entretanto, na interpretação de Slosman um pode achar coisas lógicas, com um pouco mais de
estudo. Mais ainda, parece que os atlantes conheciam e usavam o zodíaco para processar dados
astronômicos.
O dia da destruição: “coloquei ao Sol sobre um novo horizonte”. Esta é uma acertada tradução.
Mais adiante, no livro se diz que o Sol “dá voltas” no zodíaco (= cordão), o qual significa que o Sol se
move pelos signos do zodíaco. A única interpretação correta para isto é que não é o Sol, mas a Terra
que girava sobre seu eixo. Este girar sobre o eixo fez que o Sol se elevasse a um novo horizonte. Em
outras palavras, a crosta terrestre se moveu, tal como eu o lera em outros livros.
A teoria da obra The Path of the Pole [O caminho do Pólo] sustenta que a crosta de nosso planeta
sofreu reiterados deslocamentos e que estes produziram-se com muita rapidez; em questão de dias ou
talvez de horas. Hapgood explica que a carapaça exterior da Terra se move de tanto em tanto,
transladando alguns continentes para os pólos. como resultado de seus estudos, Hapgood assevera em
uma nota preliminar de seu livro The Path of the Pole: Até faz uma década, a idéia de que os pólos
freqüentemente trocaram sua posição na superfície da Terra era considerada como extrema, improvável
e sem sustento, sendo apoiada por gente um tanto excêntrica. Ninguém com certo renome no mundo
das ciências teria algo a ver com isto.
As modas mudam; atualmente, todos os livros que tratam sobre as ciências da Terra dedicam
espaço ao perambular dos pólos e aos impulsos continentais.
Este livro apresentará evidência de que o último movimento da crosta terrestre (a litosfera) teve
lugar em tempos recentes, ao final da última era glacial.
Como já leu anteriormente, os egípcios falam em seus textos em caráter de testemunhas desses
notáveis acontecimentos. Fiquei sem fôlego quando comecei a me dar conta disto. Em outra nota,
achei que este evento, “o grande cataclismo”, aconteceu em 27 de julho de 9792 a.C. Eis aqui os
hieróglifos: Sou a temível luz acesa que navega pelo cordão, permitindo de longe, no firmamento, que
se julguem as ações de todos.
Explicação: Seu nome é Osiris (Órion). Descrição: Ele é a semente do conteúdo de todos os
corpos humanos. Segunda descrição:
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Seu nome comanda do alto as partes espirituais nos corpos humanos. Terceira descrição: O
nome do Glorioso brilha eternamente no infinito. Ele cresce todos os dias no firmamento das estrelas.
Explicação: o Sol feroz que se queima mostra que seu campo magnético se deu volta. Isto se
cumpre por violentas explosões na superfície solar, mediante as quais, o Sol parece “incendiar-se” (ver

Antigos textos descrevem uma catastrófica mudança no campo magnético do Sol.
A configuração estelar de Órion está assinalada como o principal culpado deste acontecimento.
Julga às almas humanas e sua sobrevivência. Mais adiante menciona que Órion está conectado
diretamente com o código para calcular a mudança do campo magnético do Sol; assim temos então, o
código de Órion das pirâmides de Giza. Foram postas aí para nos advertir que Órion é de suma
importância para nós e deve-se estudá-lo minuciosamente. Nos escritos de Ibrahim Ben Ebn Wasuff
Shah, lemos: “O complexo de Giza foi construído para comemorar um tremendo cataclismo no sistema
planetário da Terra, que afetou o globo, com fogo e inundações”.
Chamei Gino e o expliquei. “Gino – fala Patrick- tenho um problema. Segundo as veneráveis
escrituras, Órion concordaria com certos códigos do dia do cataclismo. Poderia averiguar isto?”
“Agora sim que temos um problema. Eu só posso reconstruir em parte a posição das estrelas e
dos planetas, tanto no futuro como no passado. Tem alguma idéia sobre que códigos está procurando?”
“Em realidade, não. Não consigo decodificá-los corretamente. Derreti os miolos durante dias,
mas não o acho”.
“Bom, sim, isso pode chegar a ser um problema; as possibilidades são enormes”.
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Então, algo me aconteceu: “Espere um minuto”, disse, “os códigos do passado têm que
coincidir exatamente com os códigos do 21 / 22 de dezembro de 2012. Têm que fazê-lo! Se as estrelas
e planetas durante o desaparecimento da Atlântida tiveram certa posição, isto aponta a uma similitude
com esse acontecimento; essa era sua maneira de descrevê-lo”.
Gino, imediatamente esteve de acordo com meus achados e se dispôs a trabalhar os dois dias
seguintes. Mas saiu de férias por mais de uma semana e a tarefa ficou inconclusa. Chamou a sua volta:
“Tenho notícias alarmantes, Patrick, as posições de Órion e Aldebaran coincidem de maneira precisa
com ambas as informações. Eu o calculara manualmente e ocorre três vezes em doze mil anos. A outra
data é 3114 isso A.C. poderia ser correto porque vários povos, entre eles os maias, começam sua era
deste ponto”.
Ali estava! Sentia-me como se desse saltos mortais. Com esta prova ficava irrefutavelmente
demonstrado que a data da destruição
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do mundo no ano 2012 provinha dos atlantes. Mais ainda, os egípcios tinham que conhecer esta data
também. Mas isto era para mais adiante. Ninguém podia negá-lo: a data da destruição da Atlântida era
cento por cento correta. Isto fez do trabalho de Slosman algo incontestável de um só golpe. O mundo
egiptólogo inteiro poderá fazer o que lhe agrade, mas a Atlântida era um fato! E com ele, também o
desaparecimento futuro de nosso mundo. O fato de que eu resolvesse isto tão rapidamente me deixou
sem fala. Alguns meses depois, Gino me disse que seus cálculos não eram uma prova real, mas para
então já decifráramos os verdadeiros códigos da destruição, contidos nas veneráveis escrituras egípcias.
Com isto tínhamos a prova definitiva da exatidão de nossa teoria. Meia hora mais tarde encontrava-me
observando, junto ao Gino, o céu do ano 2012.
“Observe com cuidado”, disse-me Gino. “Programei o horizonte sobre o Cairo; pode ver Vênus
elevando-se justo sobre as pirâmides, seguido de outras constelações e de Órion”.
Deixou-me sem fôlego. “Oh!”, exclamou Gino surpreso, “aqui há algo que me escapou antes”.
Olhei com atenção o programa do computador e lhe perguntei: “A que se refere?”
“Vênus passa pelos signos da Serpente e de Escorpião; a serpente é um importante símbolo
mitológico tanto para os maias como para os egípcios, mas o escorpião também era temido”.
“Possivelmente receberam seus nomes pelos acontecimentos da Atlântida, ou pelos que virão
no ano 2012″, repliquei.
“É possível. Desse modo, tanto a Serpente como Escorpião puderam dar uma simbólica
dentada mortal em Vênus, e isso pode chegar a explicar muitas coisas!”
Eu tremia de emoção, mas também de medo. Minha hipótese parecia ser verdade, portanto, a
Terra então seria golpeada por um gigantesco cataclismo; os códigos o demonstravam com suficiente
claridade. Raios, então era certo, depois de tudo! Entusiasmado com esta série de descobrimentos, fui à
casa. Essa noite não pude dormir; pensava nisso uma e outra vez. O cataclismo anterior acontecera na
era de Leão (10.960 a 8800 a.C).
A Esfinge, a respeito da qual tanto se fala atualmente, não só teve um significado astrológico ou
24
mitológico, mas também um prático. Foi construída pelos sobreviventes da Atlântida para nos advertir
do que ocorrera. Mas isso é só uma parte da história. Esta Esfinge, junto com os outros códigos das
pirâmides, têm que nos brindar um indício da data do próximo cataclismo; e disto trata toda a “religião”
egípcia. É um gigantesco monumento arqueo-astronômico que nos diz exatamente o que aconteceu e o
que voltará a acontecer. Não poderiam fazê-lo maior! Mesmo assim, ignoramo-lo durante muito tempo.
Agora que já quase é muito tarde, os códigos começam a irradiar seus signos de advertência. Se o
mundo não receber a informação, a humanidade será novamente reduzida por milhares de anos a um
estado primitivo. Esta era minha tarefa: pulsar o botão de alarme. Não tinha sentido esperar. Então,
decidi começar um livro imediatamente para que se publiquem as primeiras conclusões. Ninguém
poderá me culpar alguma vez de não ter feito nada. Só espero que esta mensagem detestável seja
compreendida a tempo. Não podem iniciar os preparativos necessários com um
Figura 4-Os leões em direção oposta são um símbolo de que o Este se converteu no Oeste e vice-versa.
25
ano de antecipação, pois não haverá o tempo ou o poder suficiente para que se obtenha o êxito na
operação de resgate maior de todos os tempos.
No dia seguinte de imaginar que a Terra tremia e que bilhões de pessoas morriam em uma
gigantesca inquietação demolidora, comecei a escrever minha mensagem de advertência.
Quando o Sol passou o décimo sexto grau do signo de Leão no ano 9792 a.C, o inferno se
desatou. Uma luz abrasadora proveniente daquele alcançou a Terra e o céu pareceu desmoronar-se, mas
de fato, a Terra se inclinou. O símbolo dos dois leões é uma ilustração de nossa evidência.
A interpretação correta do símbolo dos dois leões é a seguinte: ao sofrer a crosta terrestre um
deslocamento, os continentes já não se encontraram em sua posição original. Mas há mais ainda:
quando o Sol voltou a sair no horizonte, este era um novo horizonte porque a Terra deu volta. Os
egípcios simbolizaram isto, adicionando uma cruz alada, que é o símbolo da vida eterna no Egito. O Sol
iria ficar nesse horizonte até o dia do próximo cataclismo, depois do qual pode começar um novo ciclo
de destruição e ressurgimento. O professor Frank C. Hibben descreve a magnitude da destruição
provocada pelo último cataclismo, na obra The Lost Americans [Os americanos perdidos]: Pareceria que em
meio de um cataclismo catastrófico faz doze mil anos, todo mundo vivente de animais e plantas do
Alaska se congelou de repente, em plena atividade, originando assim uma tétrica adivinhação […] Os
grandes animais que deram o nome ao período se extinguiram e sua morte marcou o fim de uma era.
Mas como morreram? O que foi que causou a extinção de quarenta milhões de animais? Este
mistério constitui uma das mais antigas histórias de detetives no mundo. Um bom relato detetivesco
inclui seres humanos e morte, condições que se acham ao final do pleistoceno. Neste caso particular, a
morte teve tão colossais proporções que dava vertigem contemplar seus rastros […]
Dos fossos de esterco do vale de Yukon obtivemos o quadro de uma rápida extinção. As
provas de violência ali são tão óbvias como as dos campos do horror na Alemanha. Essas pilhas de
corpos de animais ou pessoas não ocorrem simplesmente porque interveio um meio natural comum[…]
Através do esterco do Alaska também há evidência de que houve alterações atmosféricas de
uma violência sem par. Os mamutes e bisões, por igual, foram destroçados e retorcidos como por uma
mão cósmica em um arranque de fúria divina… Os animais foram rasgados e esparramados por toda a
paisagem como se se tratasse de fios de palha e fio-, embora alguns deles pesavam várias toneladas.
Mesclados com as pilhas de ossos se encontram as árvores, também retorcidas, destroçadas e
empilhadas em grupos confusos; e tudo isto coberto por um fino esterco peneirado que, ao congelar-se,
ficou em estado sólido.
Isto aconteceu a última vez. Agora nos encontramos frente ao próximo cataclismo. Será na
parte final da Era de Peixes, a qual finaliza em 2016, ou na Era de Aquário? Procuramos a resposta à
esta pergunta, urgentemente. O momento do próximo cataclismo descreveu-se no zodíaco de Dendera.
Decifrar o código é um processo difícil, mas obtivemos algum progresso. De fato, pelo livro de
Slosman, sabemos que a posição das estrelas durante o cataclismo anterior tem que concordar com sua
posição no ano da próxima hecatombe. É fácil, não é certo? Sinceramente, espero que na verdade seja
assim fácil. Mas além disso do zodíaco simbólico há alguns outros códigos e glifos que complicam
extremamente o caso. Esperamos receber alguma ajuda de outro livro de Slosman, Les Divines
Combinaisons (As combinações divinas). Nele, trata de decifrar os códigos. Mas esta obra apareceu só em
uma edição limitada e foi objeto de brincadeira dos egiptólogos oficiais. A sogra de Gino faz todo o
possível para conseguir um exemplar; depositamos toda nossa esperança nela, embora ainda não
tivemos sorte.
Um terrível secreto do passado
Ao comparar a informação das veneráveis escrituras com os dados de outros livros que leio,
muitas coisas se esclarecem. Surge que uma luz incandescente alcançou a Terra. Segundo os maias,
produziria-se uma mudança nos pólos magnéticos do Sol no ano 2012. Então, do interior do Sol,
liberar-se-ão enormes forças eletromagnéticas com um poder desconhecido. Labaredas gigantes do Sol
enviarão uma descomunal onda de partículas
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à Terra. Este fenômeno se observou recentemente e se confirmou em dois sóis. Durante várias horas
exibiram uma atividade explosiva, depois da qual retornaram a seu estado normal. Os astrônomos se
perguntavam se este seria um acontecimento único ou se poderia ocorrer mais freqüentemente. Podem
estar seguros de que voltará a ocorrer! Nosso Sol também mostra este tipo de padrão.
As partículas que são expulsas farão que a atmosfera da Terra “entre em chamas” com um
efeito verdadeiramente destrutivo nas Bandas de Van Alien [Ver N. da T]*. Devido ao contínuo fluxo
de eletromagnetismo, o campo magnético da Terra se sobrecarregará, trilhões de partículas chegarão
aos pólos e gerarão desconhecidas forças elétricas, em resumo, um pesadelo para todos. Quando os
pólos se encham de auroras das partículas que caem, o inevitável acontecerá: o campo interior
eletromagnético da Terra se sobrecarregará e estalará, sendo isto um mega circuito curto com efeitos
super letáis. Toda a atmosfera do planeta sem um amparo magnético, será bombardeada por partículas
que caem. O campo magnético da Terra funciona para nos proteger, dirigindo partículas
eletromagnéticas aos pólos, mas isto se tornará impossível. As partículas vão penetrar na Terra de todas
as partes, gerando uma intensa radiação, tanto em luminosidade como em radioatividade. O céu
completo poderia descrever-se como se ardesse com toda intensidade, ou como dizem as sagradas
escrituras: “a luz das luzes se encontra ao redor do mundo, agora”. E esse é o prelúdio do cataclismo. O
núcleo de ferro da Terra é magnético; devido ao deslocamento do núcleo magnético, a Terra começará
a mover-se para o outro lado. Em conseqüência, a crosta terrestre exterior se arrancará, em outras
palavras, ficará “flutuando”, solta, já não estará obstinada a seu “padrão”. Se você se encontrar no
planeta nesse momento, este se inclinará uns milhares de quilômetros em um par de horas. Ao olhar o
céu parecerá que este “vem abaixo”, como o descrevem as antigas escrituras. Produzir-se-ão sismos
gigantescos. As lâminas terrestres se moverão, as montanhas se elevarão ali onde não havia nada, partes
da terra se abrirão e paralisarão, as montanhas vão desmoronar-se, a terra se afundará no oceano e os
vulcões entrarão em erupção em muitos lugares. Em resumo, o pior dos pesadelos não poderia ser tão
terrível para descrever a destruição deste mundo. Para saber quão dramáticos foram os acontecimentos
faz 12.000 anos, pode ler The Path of the Pole. Ali, Hapgood escreve:
*[N. da T.: São cinturões de radiação, descobertos por James Alfred Van Alien, físico americano.]
Um número considerável de antigas praias que agora se acham em grandes elevações sobre o
nível do mar —e às vezes, terra adentro, longe das atuais costas—, evidenciam mudanças verticais
virtualmente drásticas nas posições das massas da Terra. Assim, o geólogo P. Negris disse ter
encontrado evidências de praias em três montanhas da Grécia, ou seja, Monte Hymeto, Monte Parnaso
e Monte Geraneia, a 1.400, 1.500 e 1.700 pés, respectivamente, sobre o nível do mar; também
encontrou uma praia no Monte Delos, a 500 pés.
Sobre a costa da Baixa Califórnia podem achar-se rastros de costas “lavradas” pelas ondas, agora
em perfeito estado de preservação, e em alguns casos, a uns mil e quinhentos pés sobre o nível do mar.
Estes rasgos são testemunhos das maiores perturbações, produzidas pelos terremotos que visitaram a
região em épocas recentes.
Seria possível multiplicar interminavelmente a evidência das praias elevadas que se acham em
todas partes do mundo, e muitas delas podem implicar mudanças nas elevações do fundo do mar,
como o sugere Umbgrove.
Uma das características mais sobressalentes da superfície terrestre é o grande vale produzido
pelo falha na África. O já falecido Dr. Hans Cioos assinalou que os elevados escarpados de uma das
margens deste vale, alguma vez foram a borda do próprio continente africano, não só o começo da
plataforma continental mas também a mesma borda da massa do continente. Em algum vasto
movimento, esse flanco do continente foi tremendamente elevado e o fundo do mar também subiu
com ele perto de uma milha, de modo que passou a converter-se em terra seca. Isto é tão interessante
que eu cito Cióos, extensamente, no Conversation with the Earth [Conversação com a Terra]: Continentes
fundidos e surgidos.
Há duas margens do continente africano e o problema fundamental aparece duas vezes, ou seja:
por que os continentes da Terra terminam de maneira tão abrupta e se inundam tão empinadamente no
profundo mar? […] E mais surpreendente ainda, qual é o significado das margens montanhosas da
maioria dos continentes, que são altas, grossas e em relevo?
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[…] A curta seção transversal na larga cadeia Lebombo não parece muito impressionante, mas ilumina
acontecimentos longínquos deste remoto solar da Terra, pois aqui fica exposta a antiga margem do
continente. Não faz muito tempo, durante o período cretácico, o mar se estendia até aqui do Este. E a
planície entre as colinas de Lebombo e a atual costa, é o leito do mar elevado… O que vemos são os
flancos de uma curva descendente da África Setentrional para o oceano Índico.
Mas vemos muito mais. Vemos os estratos sedimentários seguidos por rochas vulcânicas para o
leste das colinas; algumas correm paralelas aos estratos, como correntes ou lâminas derramados sobre
eles e inclinadas com eles. Outras irrompem pelas camadas de arenito, elevando-se empinadamente
debaixo. Isto significa que, dado que a borda do continente se rendeu nas colinas de Lebombo, a casca
explorou e se abriram gretas, pelas quais a substância incandescente e fervendo saiu disparada.
Em conseqüência, a margem oriental —para fins do período paleozoico—, era uma gigantesca
dobradiça sobre a qual se dobrava a crosta terrestre para ser coberta pelo oceano. O que vemos aqui é
meramente uma seção transversal […], a gente pode seguir mais adiante para o Norte ou Sul, e inclusive
ao outro lado do continente e descobrir que grandes franjas desta terra especial tiveram o mesmo
destino. Os oceanos se afundaram adjacentes aos continentes, e o continente se elevou do oceano.
Portanto, fica claro que os continentes se elevaram e se renderam a escala gigantesca e que
voltarão a fazê-lo no ano 2012. Isto retroage a nossa história. Quando, logo depois de horas e horas, a
onda carregada de partículas declina, o magnetismo do interior da Terra pode restabelecer-se.
Entretanto, os pólos igualmente se moverão porque o que se encontra mais perto do Sol receberá o
impacto completo. A crosta terrestre deixará de flutuar acompanhada novamente por apocalípticos
terremotos, com partes de terra que se derrubam, uma desconhecida atividade tectônica e vulcões em
erupção. Mas então, como se isso não fosse suficientemente mau, a maior catástrofe acontecerá, pois
devido à inércia, o movimento dos oceanos não pode deter-se, portanto, uma gigantesca onda cobrirá a
terra. Segundo a
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antiga tradição, a altura de semelhante onda chegou a alcançar em muitos lugares um quilômetro e
meio. Por isso, e não sem razão, os maias estavam horrorizados. Escondido no alto da montanha havia
um templo de virgens que, logo do desastre, deviam encarregar-se de voltar a povoar o mundo.
Antiga ciência
Esta é a ciência dos ancestrais e eu acreditei firmemente neles sem dúvida nenhuma. Por que?
Porque nosso campo magnético é uma das maravilhas menos compreendidas do universo. No artigo
“Reversões geomagnéticas” publicado em Science em 17 de janeiro de 1969, Alian Cox afirma: “Existe
uma incômoda falta de teorias que expliquem o atual campo magnético”. No ano 2000 nada mudou. O
que pensam os cientistas agora? Nosso campo magnético é eletromagnético; todo mundo sabe. Como é
isso? Bom, dado que nosso planeta roda, o magnetismo é induzido de uma maneira muito similar à
indução pelo fluxo de uma corrente elétrica, através de uma bobina de arame. Em outras palavras, a
Terra é um dínamo gigantesco com um pólo norte e outro sul. Isso é tudo. Não lhes pergunte mais,
pois na verdade não sabem!
As reversões da polaridade revistam ocorrer e os geólogos o comprovaram. Acontece a cada
11.500 anos, mas ninguém sabe por que. Toda especulação conduz a uma “força desconhecida” que
produz as reversões, mas ainda não há respostas. Incômodo? Com certeza que sim! Isso nos conduz ao
Sol, onde se observa que poderosa pode chegar a ser uma inversão magnética. As forças magnéticas são
o mesmo disparador de milhões de explosões nucleares no Sol. Isto é assim porque nosso Sol é uma
estrela magnética, com um pólo norte e um pólo sul, além de um Equador.
Igual à Terra, o Sol gira e o faz muito rapidamente, a mais de 6.400 km por hora na superfície,
criando milhões de campos magnéticos que esquentam sua coroa a mais de um milhão de graus. Só
uma chama solar que explode de um curto-circuito em um campo magnético, dá tanta energia como
dois bilhões de bombas de hidrogênio. Imagine semelhante explosão na Terra e rapidamente poderá
calcular a magnitude do dano.
Logo estão as manchas solares. Sua propriedade mais predominante é seu intenso campo
magnético. A força magnética de uma mancha solar é imensa, 20.000 vezes mais poderosa que a da
Terra. As manchas solares
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exploram pela superfície do Sol cada onze anos, esse é seu ciclo. Ao começo de cada ciclo, a polaridade
magnética nas manchas solares se transborda, criando gigantescas explosões nucleares.
Isso retroage aos antepassados. Eles acharam uma teoria sobre os campos magnéticos do Sol.
Em seu livro The Mayan Prophecies [As profecias maias], Cotterell descreve esta teoria e apresenta os
cálculos maias das reversões no campo magnético do Sol, estabelecendo que ao cabo de milhares de
anos se produz uma verdadeiramente grandiosa. Quando isso acontece, enormes chamas solares
escaparão do Sol e cairão sobre os pólos da Terra. E logo, pum! O campo magnético da Terra se
reverterá e esta começará a girar em outra direção, convertendo o pólo norte no sul e vice-versa. Leu
isso? A Terra começará a girar em sentido contrário e os pólos se reverterão!
Depois de ler estas advertências, um terrível temor se apoderou de mim. É evidente que um
desastre mundial de desconhecidas proporções se acumula para nós. Quase toda a população da Terra
perecerá. A Europa se deslizará novamente à era glacial e se tornará inabitável, pois a corrente do Golfo
desaparecerá. América do Norte será pior, pois desaparecerá de um momento a outro sob o gelo do
Pólo Sul, assim como ocorreu com a Atlântida. Desesperei-me tanto que podia me matar. Por sorte,
não tive tempo de fazê-lo porque primeiro devia terminar minha investigação. Não cabe nenhuma
dúvida de que isto vai acontecer. Em seu livro The Path of the Pole, o professor Charles Hapgood escreve:
Achei evidência de três posições diferentes do Pólo Norte, recentemente.
Durante a última glaciação da América do Norte, o pólo parece se localizar na baía de Hudson,
aproximadamente a 60° de latitude Norte e a 83° de longitude Oeste.
Parece que correu a seu local atual no meio do Oceano Ártico, faz 12.000 anos.
Os métodos para obter dados sobre a radiação, também nos sugerem que o pólo chegou à baía
de Hudson faz 50.000 anos; antes dessa data, encontrava-se localizado no Mar da Groelândia,
aproximadamente a 73° de latitude Norte já 10° de longitude este. Trinta mil anos antes, é provável que
o pólo estaria no distrito de Yukon no Canadá.
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Se o Pólo Norte mudar, o Pólo Sul muda também. Hapgood escreve o seguinte:
Uma poderosa confirmação de outro dos corolários de um pólo convocado na baía de Hudson,
provém da Antártida. Com um Pólo Norte a 60° de latitude Norte e 83° de longitude Oeste, o Pólo Sul
correspondente localizar-se-ia a 60° Sul e 97° Este no oceano que banha as costas do Mac-Robertson
na terra da Rainha Maud, na Antártida. Isto colocaria o Pólo Sul umas sete vezes mais longe da calota
do Mar do Ross na Antártida, pelo que está agora (ver a figura). Cabe esperar, então, que o Mar do
Ross não se gelou nessa época.
Precisamente, temos a confirmação deste fato.
Junte a precessão equinocial —que é um deslocamento da crosta terrestre— e as reversões
magnéticas e terá criado um assassino colossal. Estas transportam ilhas e montanhas mais alto ainda’,
para o céu, provocando extinções a uma escala gigantesca. É inegável que existe um vínculo entre
Figura 5.O caminho do Pólo Sul segundo Hapgood. FIGURA 6
O CAMINHO DO PÓLO SUL
33
Casca
Casca (10,4 km. de espessura) Litosfera [incluindo a casca)
Astenosfera (60 – 250 km.]
Mofo
Zonas de transição (a 390 e 700 km.)
Capa Núcleo líqüido
astenosfera e a baixa litosfera)
Capa rochosa, 2.650 km. (incluindo a
Núcleo líqüido, 1.700 km.
Zona de transição, 500 km.
Núcleo sólido
Núcleo sólido, 1.216 km. Nova vista do interior da Terra Vista clássica do interior da Terra
Figura 6. Nova vista do interior da Terra
as eras glaciais e as reversões magnéticas. O gelo desempenhou um papel fundamental em quase todas
as extinções da história. Steven M. Stanley —da Universidade John Hopkins— diz que o esfriamento
climático foi o “agente dominante” da extinção cambrica, como foi no período permico, no devonico,
etcétera.
Recentemente mais de cem anos, a gente se assombrava ante a sugestão de que grandes lâminas
de gelo com uma espessura de aproximadamente 1,6 km, alguma vez se depositaram sobre as
temperadas terras da América do Norte e Europa. Logo, a gente aceitou a idéia não só de uma era
glacial mas também de uma série delas. À medida que passou o tempo se acharam evidências de eras
glaciais em todos os continentes, até nos trópicos. Descobriu que as lâminas de gelo alguma vez
cobriram vastas áreas da Índia tropical e da África equatorial. Coleman, uma das maiores autoridades
sobre eras glaciais, escreveu em seu livro Ice Ages Recént and Andent [Eras glaciais recentes e antigas]:
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Também descobriu que estas lâminas de gelo se distribuíram aparentemente de uma maneira
caprichosa. Sibéria, agora uma das partes mais frias do mundo, não estava coberta, tampouco o estavam
a maior parte do Alaska nem o território de Yukon no Canadá, embora o norte da Europa, com seu
clima relativamente quente, encontrava-se sob o gelo à altura de Londres e Berlim. A maior parte do
Canadá e Estados Unidos estava coberta de gelo até a altura de Cincinnati e o vale do Rio Mississippi.
Os escritores mais recentes concordam em que a situação descrita por Coleman, em essência é
muito precisa. O professor J. K. Charlesworth, da Universidade de Queen em Belfast, expressa sua
opinião da seguinte maneira: “A causa de todas estas mudanças, uma das maiores adivinhações na
história geológica, ainda não se revelou, apesar do esforço realizado por gerações de astrônomos,
biólogos, geólogos, meteorologistas e físicos”.
Coleman, quem realizou um grande trabalho de campo na África e na Índia, estudando as
evidências das eras glaciais, narra de maneira interessante suas experiências, ao achar sinais de um
intenso frio, em áreas onde devia trabalhar sob o abrasante calor do sol tropical: Uma calorosa tarde de
começo de inverno, a dois graus e meio dentro da tórrida zona em meio de um entorno tropical, era
muito difícil imaginar esta região coberta, durante milhares de anos, com milhares de pés de gelo. O
contraste do presente com o passado era surpreendente e resultava fácil ver por que alguns dos
primeiros geólogos lutaram tanto tempo contra a idéia da glaciação na Índia ao final do período
carbonífero.
Depois de algumas horas de subir e martelar sob o intenso sol africano, a 27° 5 minutos de
latitude, sem uma gota de água, juntando pedras estriadas, e uma laje de piso polido de piçarra,
ofereceram-me um contraste extremamente impressionante entre o presente e o passado, pois embora
em 27 de agosto ainda está por começar a primavera, o calor é muito igual ao que se encontra em um
ensolarado dia de agosto na América do Norte. A luminosidade cansativa e a transpiração fizeram que a
idéia de pensar em uma lâmina de gelo de alguns milhares de pés de grossura, nesse ponto, fora
extremamente incrível mas muito atrativo!…]
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Portanto, agora sabemos que as eras glaciais e os deslocamentos dos pólos acontecem com
freqüência. Em uns poucos anos voltará a ocorrer. Mas ainda eu tinha muitas perguntas que seguiam
sem resposta, tais como: se de repente meu país é destruído, como posso escapar se não tomei
nenhuma precaução? Na obra When the Sky Fell estava claramente escrito que, logo do desastre da
Atlântida, iniciou-se a agricultura em diversos lugares do mundo e com os mesmos cultivos e as
mesmas técnicas. Estes deviam provir sem dúvida da mesma civilização! Com intriga o li e fiquei
pensando sobre o tema. Parecia uma adivinhação sem solução, algo impossível. Se seu país desaparecer
como uma pluma, não pode levantar vôo com uma carga de cereais e construir uma civilização como a
do Egito. Era-me impossível resolver isto, até que um dia recebi o livro Le Grand Cataclysme (O grande
cataclismo) de Albert Slosman. Anne Papillon enviou-me de Paris. Eu a conhecera dois meses antes em
Amberes e lhe comentara a respeito de minha investigação. Então, ela começou a procurar nas livrarias
de Paris para mim e achou uma cópia do livro, de segunda mão. Comecei a lê-lo com grandes
expectativas.
36
O GRANDE CATACLISMO
Rara vez leio com tanto assombro um livro. Não me permitiu relaxar; Slosman, na verdade sabe
como captar nossa atenção. No começo não adverte o leitor que isto não é uma novela, mas uma
história real, uma que passou realmente. Foi uma árdua tarefa decodificar os hieróglifos que descrevem
os últimos anos da Atlântida. Graças à seus enormes esforços, agora estamos familiarizados com os
segredos de uma civilização que afundou em um dia, em um gigantesco cataclismo. Em um minuto lhe
oferecerei um breve resumo do Grand Cataclysme. É chocante e se aplica diretamente a nós. Mais adiante
compreenderá por que, mas primeiro deve saber que o conhecimento dos atlantes sobre o movimento
das estrelas e a posição dos planetas era muito superior ao nosso. É de suma importância que saibamos
isto porque conduz a desvelar seus segredos. Veja você, eles perceberam o fim da Atlântida com seus
conhecimentos sobre astronomia. O dia que a Atlântida se afundou sob as águas, em 27 de julho de
9792 a.C, Órion, Vênus e algumas poucas estrelas e planetas mais ocuparam algumas “posições
codificadas”. Os supremos sacerdotes que escaparam do cataclismo levaram os conhecimentos com
eles e os guardaram no labirinto (o Círculo de Ouro) no Egito. E ali precisamente se elaborou o plano
mestre para advertir à humanidade sobre o próximo cataclismo. Esta história incrivelmente assombrosa
deve ser conhecida no mundo inteiro, porque no ano 2012 as estrelas estarão exatamente na mesma
posição que no ano no qual a Atlântida se afundou.
Osiris
A história de Osiris (Órion) começa no ano 10.000 a.C. L’An-Nu, o supremo sacerdote de Aha-
Men-Ptah, reuniu ao conselho. Tinha notícias alarmantes, pois com “cálculos matemáticos das
configurações estelares”, estava em condições de calcular a data do fim de seu mundo. Isto se apoiava
37
nos acontecimentos do cataclismo anterior, ocorrido em 21 de fevereiro de 21.312 a.C, quando a
Atlântida foi destruída em parte (a Terra girou 72 graus no zodíaco). Sua mensagem foi extremamente
dolorosa e dura: “Irmãos, estamos hoje reunidos aqui para falar dos aterradores acontecimentos que
sofrerão nossos bisnetos. Sem duvidá-lo, devemos organizar um êxodo de nosso povo por volta de
outras regiões e isto representa um enorme esforço durante muito tempo”. Pôde ouvir um murmúrio e
logo uma onda de protestos, mas o alto prelado era inexorável: “Não me apóio nas sagradas escrituras,
mas em combinações matemáticas que se podem compreender por qualquer que o escolha. Todo
movimento das estrelas e os planetas se produz em harmonia, seguindo as leis de Deus. O que sabemos
com segurança é que as ‘combinações matemáticas celestiais’ têm influência sobre todos os organismos
da Terra, por meio das configurações que representam. Isso, por uma parte. Segundo, os cálculos de
meus predecessores e dos cientistas de nossa ‘Dupla casa da vida’ de Septa-Rerep estabelecem que uma
catástrofe de desconhecidas proporções nos aguarda. Durante a anterior, o Norte de nosso país se
converteu em um enorme iceberg e destruíram-se outras partes do mundo. Desta vez, nosso país
inteiro desaparecerá. Recalculei o que nossos cientistas estimaram tantas vezes com antecedência, e o
único que podemos dizer é que nosso país desaparecerá por completo sob as águas. Não ficará nada, e
se não se toma nenhuma medida não haverá ninguém que possa contar a história de nossa pátria,
porque pertencerá ao reino dos mortos”.
A maioria dos ouvintes permanecia em silêncio, pois todos estavam impressionados pelo que
acabavam de ouvir. Um dos membros mais idoso interpretou a comoção geral: “Não duvido do poder
de suas palavras! É lógico que se aceitarmos este grande cataclismo como algo que acontecerá com
certeza, aqui devemos discutir o êxodo com calma. Mas isto significa a construção de centenas de
milhares de navios, sem mencionar toda a comida que se necessita para milhões de pessoas. Requer-se a
intervenção de várias gerações de preparativos”.
L’An-Nu voltou a falar: “A lei celestial determina a harmonia dos céus e o movimento
matemático da Terra com o passar do tempo. Sobre a base disto, ‘aqueles que sabem de números’,
poderão determinar a data exata e a lei causadora da catástrofe. Produzir-se-á em 27 de julho de 9792
a.C, dentro de 208 anos e será inevitável. Portanto, apressem-se, honoráveis membros do conselho, a
tomar medidas necessárias para que dentro de dois séculos
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todos possam abandonar estas terras e iniciar uma segunda pátria. Os primeiros sinais do que nos
aguarda já são visíveis no horizonte, onde o Sol está mais avermelhado a sua saída. Aqui concluo meu
argumento, o Este terá cor vermelha, tão vermelho como nosso sangue, porque nosso império
pertencerá aos mortos”.
Isto produziu o efeito desejado. A partir desse dia, começaram a tomar medidas preventivas
necessárias para levar a cabo um êxodo sem enguiços.
Os anos transcorreram. Em 9842 a.C. nasceu o primeiro filho do rei Geb e da rainha Nut. Era
um varão e sua mãe lhe pôs o nome da constelação que dominava o céu meridional, quer dizer, Osiris
ou Órion. Destinava-se a converter-se no governante 589° de Aha-Men-Ptah. (Posteriormente, Aha-
Men-Ptah foi chamada Atlântida, pelos filósofos gregos.) Em 9841 a.C. nasceu seu irmão Seth e um
ano mais tarde, suas irmãs gêmeas Isis e Nepthys. Todos amavam às duas meninas, mas Seth se
comportava como um pequeno tirano. Invejava o êxito de suas irmãs e estava extremamente zangado
por não ser o herdeiro do trono. Isis gostava de rir e freqüentemente a via em companhia de Osiris. O
rei Geb observou uma estreita relação entre os dois e decidiu que se casassem. Em presença de uma
grande audiência, o matrimônio foi solenizado. Seth esteve ausente, dado que estava furioso quando se
inteirou do casamento. Em um rapto de ira, partiu logo depois de ameaçar vingando-se e cometer
fratricídio.
Da união entre Isis e Osiris nasceu Horus. Enquanto isso, Seth se dedicou a reunir um exército
cada vez maior. Muitos de seus rebeldes se irritaram ao ter que realizar as medidas coercitivas que lhes
infligiam para o cataclismo vindouro, recusando-se a participar das tarefas por algo no qual eles não
acreditavam. Nesses tempos difíceis, Osiris se converteu no novo governante, aos trinta e dois anos de
idade. Era 9805 a.C, e faltavam treze anos para a data do cataclismo. Osiris, imediatamente tomou
medidas para assegurar fidelidade dos outros estados do país. Formou um exército que não só teria que
conquistar aos rebeldes, mas também proteger os portos e os depósitos de armazenagem. Milhares de
botes se guardaram, logo depois de dar-se conta de que muitos deles se foram e agora serviam como
madeira para fazer fogo. Uma profunda reorganização teve lugar para que pudesse obter uma tranqüila
evacuação daqueles que permanecessem leais.
O resto da terra era um caos causado por Seth. Houve uma incrível quantidade de material a
utilizar-se no êxodo que se tornou inútil, demoliu-se, se
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rompeu ou foi roubado. Seth exerceu uma ditadura criminal e provocou o terror, demonstrando-o
quando enviou de retorno a dois embaixadores do palácio, decapitados, em seus ataúdes. Sua
mensagem era clara: “Não vou negociar”.
Só ficavam três anos. Horus tinha 24 anos quando seu tio incorporou seu sétimo estado e
ordenou a imediata destruição de 4.000 “Mandjits”. Estes navios a prova de afundamentos, deveriam
assegurar a sobrevivência de 30.000 pessoas dessa província! Logo depois deste insensato
aniquilamento houve um impasse por uns três anos. Um par de semanas antes do cataclismo, Seth
intensificou seu ataque vigorosamente. Na noite de 26 de julho invadiu a capital, por surpresa. Sem
dúvida, todos estavam preocupados com o cataclismo vindouro que interferia com as medidas que
deviam adotar-se para a defesa.
O resultado foi desastroso. Houve saques e assassinatos; só o palácio real não foi tomado. Seth
discutiu com seus capitães a estratégia necessária, mas decidiu não atacar porque suas tropas estavam
muito ébrias e neste estado não se achariam em condições de conquistar as tropas de elite, que se
encontravam sob o mando de Horus. A oposição também soube que Seth não tomou prisioneiros e
que eles foram lutar com todo seu vigor por suas vidas. Então pensou em uma mutreta. Enviou um
mensageiro ao palácio para oferecer uma rendição honorável, com a condição de que Osiris em pessoa
viesse assiná-la. Apesar das advertências de Geb, Nut e Isis, o rei decidiu ir. Deixou a defesa em mãos
de seu filho Horus. Escoltaram-no seis homens e um oficial. Osiris conduziu até o lugar do encontro,
passando pelas ruínas em chamas de sua capital. Antes de que pudessem reagir, as lanças penetraram os
corações e as cabeças de suas escoltas e os homens foram brutalmente assassinados. O rei logo que fora
ferido e conduzido a uma habitação onde Seth, com seus oficiais comandantes, aguardavam-no com
impaciência. Convencido de seu triunfo, Seth olhou a seu irmão com arrogância, em tanto que este só o
observava com profunda tristeza. Então, uma ira irracional o invadiu. Tomou a espada de um de seus
capitães e a cravou no corpo de seu irmão; nem um som se ouviu dos lábios de Osiris. Logo, ordenou a
seus capitães que fizessem o próprio. Osiris morreu sem emitir um só som. Seth olhou a seu redor,
notou que ali havia uma pele de touro e arrojou o corpo ainda morno sobre ela, atando as duas partes
que a constituíam. Depois, ordenou a seus capitães que lançassem o “pacote” ao mar. Os peixes
carnívoros e os caranguejos dariam um festim com ele.

No palácio, Nepthys, que tinha o dom de vidência, vislumbrou os trágicos acontecimentos.
Logo depois de comunicar ao Horus, este decidiu lançar um contra-ataque. Em muito pouco tempo
reuniu dois mil homens, explicou-lhes o ocorrido e lhes informou o que se esperava deles. Com seus
corações cheios de irritação, começaram o ataque, matando instantaneamente a cada rebelde que
encontraram em sua passagem. Logo atracaram ao lugar onde assassinaram o pai de Horus. Eram
espectadores de uma cena apocalíptica: estava cheio de corpos aos quais lhes deram morte de uma
maneira bestial, mas Osiris não estava ali. Horus continuou com a retomada e logo recebeu reforços
dos habitantes e das outras brigadas. Justo antes do entardecer, a capital foi liberada, mas
completamente destruída!

este é o segundo sinal
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tespestada-sandy
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fotos-furacaosandy
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BOM GALÉRA O RESTO ESTA AQUI SE ALGUEM QUISER LER É SÓ ME PEDIR BLZ!!…. E SE GOSTARAM DEIXE UM COMENTÁRIO