Kernel no MS-DOS

Um dos modelos de sistemas operacionais mais simples é o antigo MS-DOS /
PC-DOS. A dupla era, basicamente, o mesmo sistema, apesar dos nomes dos
arquivos serem completamente diferentes. Ambos foram desenvolvidos pela
Microsoft a partir do QDOS (Quick and Dirty Operating System), adquirido
pela então pequena empresa do estado de Washington para atender ao pedido
da IBM – um sistema operacional para seu novíssimo IBM-PC.
O princípio de funcionamento do MS-DOS é extremamente simples. Baseia-se
em cinco arquivos: IO.SYS, MSDOS.SYS, CONFIG.SYS, COMMAND.COM e
AUTOEXEC.BAT. No PC-DOS, os mesmos arquivos têm nomes diferentes, mas
desempenham as mesmas funções: IBMBIOS.SYS, IBMBIOS.COM, CONFIG.SYS,
COMMAND.COM e AUTOEXEC.BAT.
Do POST ao PROMPT
Após o Power On Self Test (POST), o sistema padrão IBM-PC entrega o controle
à BIOS, que detecta todos os discos do sistema e carrega o sistema
operacional a partir da trilha zero do disco marcado como inicializável (boot
disk). Por uma limitação da BIOS (existente até hoje) este setor de inicialização
contém um registro de apenas 512 bytes. Nesse espaço exíguo deve, então,
haver um sistema operacional.
Hoje em dia, na trilha zero é instalado apenas um programa inicializador, que
trata de carregar na memória o resto do sistema. Na época, entretanto, haviam
dois arquivos guardados nesse espaço exíguo. Eles formavam, praticamente,
todo o sistema. O primeiro a ser carregado era o IO.SYS. Esse arquivo era uma
rudimentar interface de controle entre o sistema operacional e o hardware. De
fato, todas as requisições ao hardware (essencialmente interrupções, CPU e
memória) passavam por ele.
O próximo arquivo carregado era o MSDOS.SYS. Enquanto o IO.SYS “mexia”
diretamente com o hardware, perfazendo tarefas de leitura e escrita de baixo
nível, o MSDOS.SYS comunicava-se com a BIOS e gerenciava coisas como interrupções,
representação amigável do sistema de arquivos (C:, diretórios, nomes
de arquivo) e execução de programas.
Depois do MSDOS.SYS, o arquivo-texto de configuração CONFIG.SYS era
lido. Nele estavam definidos os drivers de dispositivos (seu CD-ROM, sua placa
de som, sua impressora) que eram carregados na memória. Outros ajustes como
configuração de memória extendida e expandida e do sistema de arquivos também
era objeto do CONFIG.SYS.
O próximo da lista era o COMMAND.COM. Esse era, propriamente, o Shell do
sistema. Nele estavam embutidos alguns comandos básicos como COPY, DEL e
MD e algumas extensões de E/S não presentes no MSDOS.SYS.
O próprio COMMAND.COM encarrega-se de ler e executar a lista de comandos
presentes no arquivo AUTOEXEC.BAT. Esse arquivo define o ambiente de software,
variáveis, caminhos (path), carrega programas que devem ser executados na
inicialização e alguns drivers de dispositivo incompatíveis com o CONFIG.SYS.
Apesar de ser parte do processo de boot, CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT
não são arquivos obrigatórios. Os únicos arquivos realmente necessários para
que um sistema DOS dê boot e esteja minimamente operacional são o IO.SYS, o
MSDOS.SYS e o COMMAND.COM (ou IBMBIOS.SYS, IBMBIOS.COM e
COMMAND.COM, respectivamente, para sistemas PC-DOS).
Depois do prompt
Uma vez carregado o sistema, aparecerá um prompt esperando que o usuário
digite alguma coisa. Quando o usuário digita um nome qualquer, o COMMAND.COM
procura no caminho especificado em AUTOEXEC.BAT (ou no que o usuário digitou)
se o programa existe. Caso exista, trata de carregá-lo na memória usando os serviços
do MSDOS.SYS. Depois disso, o próprio programa carregado pode usar os
serviços do MSDOS.SYS para comunicar-se com o usuário e com o hardware. O
MSDOS.SYS “conversa”, então, com a BIOS do computador (quando aplicável) e
com o IO.SYS, que por sua vez “conversa” com a máquina.
Observe que o MS-DOS
era um sistema que, por
sua simplicidade, não isolava
os programas do
hardware. Portanto era
possível (e até mais fácil)
escrever programas que
“tomassem conta” da máquina,
contornando (e solenemente
ignorando) o
IO.SYS e o MSDOS.SYS.
Essas “ligações clandestinas”
estão mostradas em
linhas tracejadas.
COMMAND.COM AUTOEXEC.BAT
PROGRAMA DO USUÁRIO
CONFIG.SYS
+ DRIVERS MSDOS.SYS BIOS
IO.SYS
HARDWARE

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por Paulista Postado em DOS Com a tag

DOS COMEÇO E O FIM

ASSIGN- Redireciona solicitações de operações em disco de uma
para
outra.

ATTRIB- Exibe ou altera os atributos dos arquivos 78.

BACKUP- Gera cópia de segurança de um ou mais arquivos de um
disco
para outro.

BREAK- Ativa ou desativa a verificação de ctrl+c.

CALL- chama um programa de lote a partir de um outro programa
lote.

CD- exibe ou altera o diretório atual.

CHCP- exibe ou define o número da pagina de código ativa.

CHDIR exibe ou altera o diretório atual.

CHKDSK– verifica um disco e exibe um relatório sobre seus status.

CLS- limpa a tela

COMMAND- inicia uma nova versão do interruptor de comandos do
MS-DOS.

COMP- compara o conteúdo de dois arquivos ou conjunto de
arquivos.

COPY- copia um mais arquivos para outro local.

CTTY– altere o dispositivo de terminal usado para controlar o
sistema.

DATE- Exibe ou define a data.

DEBUG- executa o debug, um programa de teste e utilitários de
edição.

DEL-exclui um ou mais arquivos.

DIR-exibe uma lista de arquivos e subdiretórios em um diretório.

DISKCOPY-Copia o conteúdo de um disco flexível Para outro.

DOSKEY-inicia o ms-dos shell.

ECHO- exibe mensagens: ativa ou desativa comandos.

EDIT – inicia o editor do ms-dos, que cria ou altera arquivos ASII.

EDLIN- inicia um editor de textos orientados por linhas.

EMM368-ativa ou desativa o suporte…memória expandida
Emm386.

ERASE- exclui um ou mais arquivos.

EXE2BIN-converte os arquivos executáveis para um formato
binário.

EXIT- sai do programa command.com.

EXPAND- expande um mais arquivos compactos.

FASTOPEN– diminui o tempo necessário para a abertura de
arquivos e
diretórios
freqüentemente utilizados.

FC- compara dois ou mais arquivos e exibe as diferenças entre
eles.

FDISK- configura o disco rígido para utilizar o MS-DOS.

GOTO- direciona o ms-dos Para uma linha nomeada em um
programa de
lote.

GRAFTABL- permite exibir um conjunto de caracteres estendidos
em um
gráfico.

GRAPHICS- carrega um programa que possa imprimir gráficos.

HELP- fornece informações de socorro sobre os comandos
MS-DOS.

IF- realiza um processamento condicional em programas de lote.

JOIN- associa uma unidade de disco a um caminho especifico.

KEYB- configura um teclado para uma linguagem especifica.

LABEL- cria altera um exclui o nome de volume de um disco.

LH- carrega um programa na área de memória superior.

LOADFIX- Carrega um programa acima dos primeiros 64K de
memória e
executa.

LOADHIGH– carrega um programa na área de memória superior.

MD- cria um diretório.

MEM- exibe a quantidade de memória utilizada e disponível no
sistema.

MIRROR- grava informações sobre um ou mais sistemas- cria um
diretório.

MORE- exibe a saída de dados uma tela por vez.

NLSFUNC- carrega as informações específicas do país .

PATH- exibe ou define um caminho de pesquisa para arquivos
executáveis.

PAUSE- suspende a execução de um programa de lote e exibe
uma
mensagem.

PRINT- imprime o arquivo de texto durante o uso de outros
comandos do
ms-dos.

PROMPT- altera o aviso de comando do ms-dos.

QBASIC– inicia o ambiente de programação do ms-dos Qbasic.

RD- remove diretório.

RECOVER- recupera as informações de disco defeituoso ou
invalido.

REM-grava comentário em arquivo de lote .

REN- renomeia um ou mais arquivos.

RENAME- renomeia um ou mais arquivos.

REPLACE- substitui arquivos.

RESTORE- restaura arquivos de segurança gerados pelo backup.

RMDIR– remove um diretório.

SCANDISK– inicia a ferramenta de reparo de disco.

SET- exibe, define, ou remove as variáveis em arquivos de lote.

SETVER- define o número da versão que o ms-dos informa um
programa.

SHARE- instala capacidade de compartilhamento e bloqueio de
arquivos
no disco
rígido.

SHIFT- altera as posições dos parâmetros substituíveis em
arquivos de lote.

SORT- Classifica entra da de dados.

SUBST- associa um caminho…uma letra de unidade ……

SYS- copia os arquivos de sistema e interpretador de comandos
do
ms-dos para um
disco especifico.

TIME- exibe ou define a hora do sistema

TREE- exibe graficamente a estrutura do diretório de uma unidade
ou
caminho

TYPE- exibe o conteúdo de um arquivo de texto

UNDELETE- recupera arquivos que tenham sido excluídos

VER- exibe a versão do ms-dos

VOL- exibe o nome de volume e o número de série do disco

XCOPY-Copia arquivos(exceto arquivos de sistema e ocultos)e
árvores de
diretórios.

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por Paulista Postado em DOS Com a tag