Amplificador de 300W

Os Transistores que são utilizado neste projeto é um dos
mais famosos do mundo, por sua ótima performance,
proteção curta nas saídas, circuito de estado
de repouso e poder elevado.
Este é o amplificador utilizado no console
, que encontrará como fazê-lo no site

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Amplificador de potência elevada

Amplificador de potência elevada em forma de kit não existe em nosso mercado. Em virtude dessa enorme lacuna a COMKITEL & KITBrás resolveram projetar um módulo  de alta  qualidade  empregando  transístores de terceira geração. Embora modernos,  esses transístores são de fácil obtenção  nas revendas de componentes eletrônicos em todo território nacional e também no Mercosul.

Dotado de uma potência de 50W RMS, proporcionará ao seu montador uma qualidade sonora igual ou até superior aos comercializados nas lojas de som. Este manual tem sua aplicação para os módulos PL1050,  mono e para sua versão estéreo, PL2050. Abaixo o quadro com as principais características.

Características

 

Impedância de Entrada                  27KS Impedância de Saída                     8S Sensibilidade                                   400 mV Corrente de Repouso                           20 mA

Potência RMS                                    50 Watts

3dB)

Reposta de Frequência                        20 a 45 KHz (”

 

Dispensa  maiores comentários  por ser fácil, inclusive para os principiantes. Contudo, devemos destacar alguns pontos para que a montagem não os desaponte e nem venha um grande desânimo…

Os transístores T3, TIP120 e T4, TIP125, deverão ser alojados no dissipador que acompanha o material do kit. A parte plana e metálica do transistor T3 deverá ser isolada do dissipador por uma mica isolante. O parafuso de fixação, M3x12, também é isolado por um isolador plástico. A figura 1 mostra em vista explodida esta importante operação. Para o transístor T4, esse procedimento é desnecessário pois o coletor é ligado à massa (terra). Recomenda-se untar com graxa de silicone ambos os transístores, T3 e T4. Untar também a mica de ambos os lados

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Depois de furar os pontos onde serão fixados os transístores T3 e T4 no dissipador, repare  a rebarba feita pela broca. Não importa o quanto ela esteja afiada, a rebarba sempre existirá e deverá ser retirada, já que ela perfurará a mica pondo o coletor de T3 em curto com o dissipador. Elimine-a passando de leve nos furos uma outra broca com diâmetro maior, aproximadamente 50% da que foi anteriormente utilizada. A figura 2 ilustra o processo

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Os diodos de silício D1, D2 e D3, regulam  a corrente de repouso e também desempenham a função de protetor térmico dos transístores T3 e T4. Assim é necessário pelo menos deixar o diodo D2 encostado no dissipador. Recomenda-se que os três diodos estejam encostados no dissipador e que seus corpos sejam untados com graxa de silicone para agilizar a transferência de calor.

Quando o calor aumentar a ponto de colocar os transístores de saída em perigo, os diodos “freiam”  a corrente de base desses transístores forçando uma diminuição da potência do amplificador e consequentemente haverá uma sensível redução de calor.

Os módulos PL1050 ou PL2050 (versão estéreo) deverão ser ligados a um pré com uma saída mínima de 250 milivolts. Os kits PU10, pré universal, e PT10, pré tonal estéreo, associados, transformam-se em um excelente conjunto de som.

O amplificador também poderá funcionar com caixa acústica de 4S. Nessa condição, haverá um acréscimo de potência da ordem dos 25%, ou uma potência por volta dos 63 Watts. Isso obrigará aumenter a área do dissipador em 30%.

Fonte de Alimentação

A fonte de alimentação (figura 3) empregada, é denominada: retificação em onda completa disposta em ponte (configuração dos diodos). A COMKITEL /   KitBrás possui o kit da fonte (não acompanha o transformador de força) especialmente projetado para esses módulos.  FC1 é sua codificação.  O transformador de força na versão mono deverá ter um secundário de 1x25Vx2A ou 3 Ampéres. Para a versão estéreo altera-se apenas a corrente. Ela passa para 5 ampéres. Você poderá adquirí-lo por um preço promocional. Para a versão mono o transformador é codificado T1050  e na versão estéreo T2050.

O transformador de força também poderá ser adquirido em qualquer casa do ramo. Para tanto, adquira um de linha comercial com secundário de 2×12 Volts ou 2×13 Volts. A corrente é a mesma do tópico acima. Na hora de ligá-lo, excluir o fio central: teremos então um transformador de 24 ou 25 Volts. Essa tensão representa a soma da tensão dos dois enrolamentos do secundário.

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D1 a D4 = MR504  (Diodos para amperagem de acordo com a corrente do transformador) C1 = Capacitor Eletrolítico de 5000 uF x 50 Volts.

Conclusão

 

 

Após a montagem,  sempre é bom revisá-la completamente,  em busca de algum erro. Lembre-se, montar é muito mais difícil. Ao consertar, você estará a caça de um ou mais componentes defeituosos que estarão impedindo o funcionamento.

Em uma montagem,   existem  inúmeros  fatores  que poderão  impedir o funcionamento, como solda  fria,  ponto  sem  soldar, inversão  de polaridade  dos capacitores eletrolíticos  e dos diodos,  troca de posição  dos transístores, ou dos componentes de um modo geral.

A solda fria causa mal contato, provoca aquecimento  nos transístores de saída e, invariavelmente, provocará um forte ronco!

Solda em excesso  provoca  curto  entre  pistas  na plaqueta  impressa  e  a consequência será a sangria inevitável do seu desnutrido bolsinho, vítima de inúmeros planos econômicos milagrosos…

Deve-se tomar cuidado na hora de identificar os transístores: T1 é do tipo PNP e T2 é NPN. Esse cuidado é valido para os transístores de saída, T3 é NPN e T4 é PNP.

Teste de Isolação do Dissipador

Não esquecer de verificar se o transístor T3 está realmente isolado. Com um multímetro na escala ôhmica X1, colocar a ponteira preta no dissipador e a vermelha no parafuso do transístor T3. O ponteiro deverá permanecer imóvel. Essa é a indicação de que o transístor está isolado do dissipador de calor.

Outro processo de testar é utilizar uma pilha de 1,5 Volts em conjunto  com um diodo led. Une-se o terminal menor do led ao positivo da pilha. Encoste o terminal negativo da pilha no dissipador e o terminal maior do led no parafuso do transístor T3. O diodo led não deverá acender. Aceso, indicação de curto.

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Linhas traçejadas indicam componentes montados no dissipador.

Lista de MaterialAs tensões indicadas foram medidas com voltímetro com precisão de ”

 

LISTA DE MATERIAIS

Resistores

 

 

R1, R2 – 100K R3 – 220K

R4 – 100S

R5, R8 – 2K2

R6 – 4K7

R9 – 2K7

R10 – 82S

R11, R12 – 0,5 S (2 de 1S em paralelo) R13 – 6K8

R14 – 10S

Capacitores

 

C1 – 47 uF x 35 Volts – Eletrolítico

C2 e C9 – 100 nF – Poliéster

C3 – 470 pF – Cerâmico

C4 – 100 uF x 25 Volts – Eletrolítico C5 – 4,7 uF x 25 Volts – Eletrolítico C6 – 47 pF – Cerâmico

C7 – 10 nF – Cerâmico

C8 – 470 uF x 25 Volts –  Eletrolítico

Semicondutores

 

D1 a D3 – 1N4148 – Diodos de Silício – Veja Texto

T1 – BC557 – Transístor PNP T2 – BC548 – Transístor NPN

T3 – TIP120 ou TIP122 – Transístor NPN T4 – TIP125 ou TIP126 – Transístor PNP

Diversos

Placa de circuito impresso, manual, 2 porcas M3, 2 parafusos M3x13, 1 isolador plástico, 1 mica e 1 embalagem.

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AMPLIFICADOR DE 400W

O melhor amplificador por sua qualidade em som e estabilidade graças ao diodo zener de 18V e também ao depurador de som duplo diferencial.
Com um produto de alto ganho da resistência de feedback de 68K e R de 560 ohms ao lado dos transistores de potência de saída de médio a alto.
Todos os componentes devem ser originais, especialmente transistores.
Claro que o esquema mostra um canal. Para torná-lo estéreo, devemos fazer dois canais iguais.
Este kit testado funciona em 100% dos casos e está disponível na seção Produtos
Se os transistores de saída (amarelo no diagrama) não estiverem disponíveis em sua cidade, nós os enviamos separadamente, se desejar. Nós também temos os cartões montados disponíveis sem os transistores de saída 2SC3858 – 2SA1494 e com eles também.

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AMPLIFICADORES DE POTENCIA

O manual que você encontrará abaixo é uma síntese da experiência que acumulamos ao longo dos anos, fazendo amplificadores. Tentamos fazer este artigo baseado na prática, sem tanta teoria. Usaremos como exemplos vários amplificadores que podem fazer e corroborar que o que está escrito aqui é verdadeiro.
QUAL É UM AMPLIFICADOR?
É definido como um amplificador, o circuito ou sistema eletrônico que recebe um sinal relativamente fraco na sua entrada, ao qual é adicionada uma corrente elétrica, para entregar na saída um sinal mais forte que pode excitar um alto-falante e, desta forma, Essa onda de som pode percorrer uma distância maior.

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Amplificador de 300W RMS con transistores tipo TO3

CAMINHO DO SINAL AMPLIFICADO
A figura ilustra o caminho seguido pelo som do computador, player ou fonte de som, para a saída do alto-falante.

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Diagrama dos estágios de tratamento de som
Hoje em dia quase todos os jogadores são digitais, como: MP3 players, DVDs. E, claro, os computadores. Em todos esses dispositivos, a forma de onda de áudio é gerado eletronicamente a partir dos pulsos digitais registradas, ou em um CD, DVD, memória flash ou um disco rígido. A saída de sinal pelo jogador e viaja através de um cabo blindado à entrada do amplificador (aqui não poder suficiente para ser ouvido), passando pelo amplificador, crescendo em poder e finalmente chega ao alto-falante, que é um transdutor eletroacústico encarregado de empurrar o ar, gerando uma onda de som que percebemos com nossos ouvidos.
A amplificação é realizada por componentes activos, tais como válvulas, transístores e / ou circuitos integrados, com acompanhamento de componentes passivos, tais como resistências, condensadores, indutores, transformadores de diodos, e.

SOBRE O QUE UM AMPLIFICADOR CONSISTE?

Um amplificador é formado por três blocos principais bem diferenciados que são:
– Fonte de energia
– pré-amplificador
– Piso sonoro
Fonte de retificador de tensão
A fonte de alimentação é a parte responsável pelo fornecimento da energia elétrica necessária; de modo que o amplificador funcione, ou seja, para poder fornecer energia ao sinal fraco de

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áudio, é necessário que haja uma fonte de corrente elétrica suficientemente poderosa, pelo menos 30% a mais que a potência do amplificador. Nenhum dispositivo eletrônico pode funcionar sem energia, é impossível amplificar um sinal elétrico, sem um suprimento externo de energia, porque precisamente a energia que o sinal de áudio gera dentro do amplificador é fornecida pela fonte de energia.
A corrente com a qual um amplificador funciona é a corrente contínua (DC), como a fornecida por uma bateria de carro, apenas em muitos casos a tensão utilizada é muito maior que a fornecida por uma bateria. A corrente contínua é unidirecional e constante; Viaja em apenas uma direção e não flutua, ou seja, não aumenta ou diminui ao longo do tempo.
A corrente fornecida pela saída doméstica da linha comercial é corrente alternada (AC). O oposto da corrente contínua, o alternado é bidirecional, ou seja, tem dois sentidos, vem e vem, e flutua com o tempo, aumentando e diminuindo. Outro grande problema com a rede pública é que tem muitos amplificadores e pode ser fatal se não estiver isolado com um transformador. É por isso que é colocado um transformador que é responsável por mudar a tensão da rede, a tensão que o amplificador precisa, sem contar que a corrente da rede pública do circuito esteja isolada, permitindo trabalhar com tranquilidade.
A fonte do retificador recebe a corrente do transformador e depois a converte em corrente contínua. Este processo é conhecido como rectificação e é realizado por meio de 4 diodos semicondutores, que permitem a passagem da corrente em apenas uma direção. Este grupo de diodos é conhecido como uma ponte de diodo. Esses diodos convertem a corrente alternada em contínua, mas não constante, para alcançar esse efeito, é necessário usar um filtro ou condensador que já forneça uma corrente constante à saída da fonte.
Agora, as fontes dos amplificadores podem ser de dois tipos: fonte simples ou fonte simétrica.
A fonte simples fornece uma tensão positiva e uma terra ou comum, para onde todos os elétrons chegam depois de passar pelo circuito elétrico, neste caso, o amplificador.
A fonte simétrica fornece uma tensão positiva, outra tensão negativa e um solo ou comum à saída. Na verdade, a fonte simétrica é uma fonte simples com um ponto central que tomamos como terra. Por este motivo, ao medir, obtém-se uma tensão positiva e negativa. Este tipo de fonte é o mais utilizado nos amplificadores, uma vez que facilita o trabalho no momento de alcançar um ponto de repouso de zero (0) volts.
Finalmente, toda a fonte de alimentação é protegida por um fusível, que não passa de um fio fino que funde quando a corrente é excessiva.
Na próxima página, veremos o estágio do pré-amplificador e o estágio do amplificador.
AMPLIFICADOR DE POTÊNCIA (parte 3)

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Os cabos do alto-falante são inseridos nos conectores de saída do alto-falante. O cabo que transporta a corrente para os altifalantes deve ser relativamente espesso e polarizado. Isso significa que ele vem em duas cores, vermelho e preto. Deve ser conectado respeitando a polaridade e a impedância dada pelo fabricante (4 ohms, 8 ohms, etc.). A polaridade dos alto-falantes, geralmente é vermelha = positiva e preta = negativa.
O QUE PARLANTES SELECIONA

Os alto-falantes são escolhidos de acordo com a potência efetiva do amplificador. Um alto-falante que possui um número de potência no rótulo seguido pela palavra MAX, significa que esse poder é o máximo de potência de pico e, portanto, a potência real desse alto-falante é de 40% do valor especificado em MAX. Por exemplo:
Um falante que diz em sua etiqueta 500W Max, é realmente 200W RMS. Claro, isso também depende da marca. Existem falantes de baixa qualidade que apenas oferecem 20% do poder que ele diz em seu rótulo. Por este motivo, é importante ver a largura da bobina. Um alto-falante de 12 polegadas com uma bobina de 2 polegadas é um alto-falante normal, mas se for de 3 polegadas, provavelmente fornecerá boa potência.

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CAMINHO CORRECTO PARA CONECTAR O AMPLIFICADOR
Como dissemos antes, um amplificador possui conectores de entrada e saída. Por meio de um cabo blindado do tipo estereofônico a ser inserido na saída da placa de som do computador ou aparelho de som, e depois para os conectores de entrada do amplificador. O cabo que usamos para esta tarefa deve ser blindado e grosso. Desta forma, evitamos possíveis filtrações de ruído.

Por este motivo, se possuímos um amplificador com potência efetiva de 50W RMS por canal, é aconselhável usar alto-falantes 200W MAX. Isso é até quatro vezes o poder nominal do amplificador, a fim de deixar uma boa margem de segurança e prolongar a vida média dos altifalantes.
QUE CABO PARA USAR PARA OS BAFLES

Quando os defletores estão perto do amplificador, um fio de calibre fino pode ser usado, como um 18 de acordo com a tabela AWG. Mas se os defletores estiverem muito longe do amplificador (mais de 10 metros), é prudente usar o cabo duplex pelo menos 15 ou calibre 14, de modo que não haja perdas de energia devido à resistência do cabo.
REFRIGERAÇÃO DO AMPLIFICADOR

Todo o amplificador de potência geralmente está equipado com um dissipador de calor de alumínio anodizado, devidamente ferrado para os transistores de potência ou transistores de saída. O dissipador de calor é responsável por irradiar o calor produzido por esses transistores para o meio ambiente. Além disso, a tampa do amplificador possui slots que compõem uma grade, que permite que o calor do dissipador de calor e o transformador fluam livremente para o exterior. Ao instalar o amplificador, é conveniente que essas redes se comuniquem com o ar exterior, isto é, não coloque dispositivos ou panos ou elementos que obstruam a passagem de ar sobre o amplificador. Se o amplificador estiver localizado dentro de um móvel, deve ter orifícios que ajudem a ventilação, se o mobiliário for feito de madeira; com maior razão, porque a madeira tende a concentrar o calor no interior, aumentando a temperatura, fazendo com que os transistores de saída, ou o transformador ou, em geral, as peças que são aquecidas dentro do amplificador, sejam quebradas.
Se for possível adicionar fãs ao mobiliário ou ao amplificador, é aconselhável. Tenha em mente que um ventilador deve ter um furo ou espaço onde recebe ar do ambiente externo
AMPLIFICADORES DE PODER (parte 4)
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AMPLIFICADORES DISCRETOS E AMPLIFICADORES INTEGRADOS

Os amplificadores de potência são construídos de duas maneiras, discretos e integrados e um terceiro que é a combinação dos dois anteriores, chamados de híbridos. Um amplificador discreto é aquele que é construído, transistor por transistor; isto é, cada estágio transistorizado é independente, elemento construído por elemento. Um amplificador de transistor pode ter muitos transistores e vários estágios de amplificação, mas geralmente seis (6) transistores são suficientes para alcançar uma amplificação de potência aceitável. Este tipo de amplificadores permite alcançar altos poderes e são favoritos para o seu desempenho no campo da alta fidelidade.

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Atualmente, modelos discretos são geralmente amplificadores complementares ou quase complementares. Os amplificadores quase-complementares podem ser com transistores de saída NPN ou PNP, no entanto, outras configurações podem ser encontradas eventualmente. Então, aprofundaremos os amplificadores complementares e quase complementares e daremos como exemplo um amplificador híbrido, que usa um circuito integrado na entrada, como excitador, em vez do par diferencial tradicional. Nós o construímos nas três versões diferentes.
Amplificadores Complementares

………………………..OBS…………………………..

 

Um amplificador complementar é aquele que em seu estágio de potência possui um transistor de base positivo e um transistor de base negativo e funciona como complemento. Ou seja, o transistor NPN é responsável pela amplificação dos semi-ciclos positivos e o PNP é responsável pelos meia-ciclos negativos. Entre os dois eles formam o ciclo completo da onda senoidal.
A idéia original do amplificador complementar foi apresentada por H.C. Lin e desenvolveu graças ao GENERAL ELECTRIC CO e outras empresas da época.
Os amplificadores complementares são os mais comuns no mercado de amplificadores de potência. Seu desempenho é muito bom e sua fidelidade é aceitável, embora eles não sejam os mais limpos no som. Em seguida, explicaremos por quê.
Os transistores têm um ganho determinado pelo fabricante. Isso é chamado de HFE ou Beta. Um transistor entre mais poderoso, seu beta é menor. Por exemplo, um transistor A1015, que é um transistor pequeno, tem um beta aproximado de 180. Por outro lado, um transistor 2SC3858, que é um transistor de alta potência, tem um beta aproximado de 30. O incomum é que se medimos a beta do transistor complementar do transistor, 2SC3858, que é 2SA1494, achamos que ele mede cerca de 100. Isso é estranho, mas é. O desempenho de um transistor NPN é melhor do que o transistor PNP.

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Em conclusão: Como o transistor NPN tem uma resposta diferente ao PNP, no momento da junção de onda, uma distorção chamada distorção de cruzamento é gerada, o que, não importa o quanto o design e a calibração do BIAS sejam perfeitos, há essa distorção. Eu quero esclarecer que não estou dizendo que os amplificadores complementares são barulhentos, pelo contrário são mais limpos do que muitos amplificadores integrados, mas eles têm mais ruído do que os amplificadores quase complementares. Claro que estou falando de um barulho que só pode ser ouvido por um especialista em som ou visto com o osciloscópio. Para um som auditivo normal perfeito.
NPN amplificadores quase complementares

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AMPLIFICADOR USB

Um amplificador de pequena bateria conduzido com saída de 200mW. Este é um amplificador adequado para rádios portáteis e equipamentos de outra bateria alimentada.

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Lista de Peças

R1 56k Resistor 1/4W
R2 15k 1/4W Resistor
1/4W Resistor R3 1.5k
1.5k 1/4W Resistor R4
R5 100 1/4W Resistor
1/4W R6 100 Resistor
1/4W Resistor 100 R7
R8 22 1 / 4W Resistor
C1 1000uF 25V capacitor eletrolítico
C2 10uF 25V eletrolítico capacitor
eletrolítico C3 470u 25V capacitor
T1 BC549C NPN transistor
T2 transistor NPN BC547
BC547 T3 transistor PNP

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