Micro transmissor

Permite vigiar o sono dos bebés, transmitir uma conversa telefónica para outro ambiente, ou escutar o som da televisão.

O projecto de radiomicrofone que se descreve a seguir, apresenta as características seguintes: máxima estabilidade de frequência em comparação com a simplicidade do circuito (a deriva é só de 5 KHz após 15 minutos de ligado, com a condição de a alimentação ser estabilizada); sensibilidade microfónica extremamente elevada; e consumo muito baixo de corrente, o que significa uma longa vida da pilha.

Como basicamente se trata de montar um emissor de VHF, se bem que seja de potência muito baixa, comenta-se a seguir o parâmetro mais delicado de um oscilador livre, especialmente se for de VHF, a estabilidade de frequência, que depende de vários factores. Em primeiro lugar, é importante utilizar componentes de muito boa qualidade, uma questão que se resolve utilizando os indicados na lista de componentes. No entanto, isto não evita que seja também importante conhecer os restantes motivos, mais directos e imediatos, da deriva de frequência.

Com a alimentação inicial do circuito, a corrente começa a circular pelos componentes e produz um aumento da sua temperatura, especialmente dos semicondutores. Como consequência, as características dos componentes também variam (se bem que imperceptivelmente).

Isto acontece de modo contínuo durante os primeiros minutos de funcionamento, até se alcançar a temperatura de regime do conjunto.

Nos receptores de FM de alguma qualidade, o inconveniente do deslizamento de frequência soluciona-se com um circuito de controle automático de frequência (CAF) que tem precisamente a missão de manter preso o oscilador de conversão do receptor à frequência do emissor que se está a receber.

Outro motivo dos deslizamentos casuais de frequência é a aproximação da mão ou de outro objecto condutor de qualquer oscilador livre; a sua frequência desloca-se inevitavelmente devido aos acoplamentos capacitivos que se produzem. Portanto, é muito importante dispor de um microemissor num local afastado de partes metálicas móveis, que poderiam produzir rápidos deslocamentos de frequência.

Outro tipo de deriva, neste caso bastante lenta, é produzida pela paulatina redução da tensão da pilha, com a passagem do tempo. Portanto, a frequência do oscilador, especialmente se for do tipo realizado com varicap, reduz-se proporcionalmente.

Neste caso, não é possível pensar em utilizar um circuito de estabilização, porque este absorveria mais potência de que o próprio transmissor e duração da pilha seriam drasticamente reduzidos.

Análise do circuito

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Figura 1 – Esquema eléctrico do circuito do microtransmissor.

O esquema do circuito está representado na figura 1 – O microfone M, do tipo de condensador, transforma as ondas sonoras que chegam à sua membrana sensível em sinais eléctricos perfeitamente correspondentes.

Como na cápsula do microfone existe uma etapa amplificadora MOSFET, o dispositivo necessita de uma tensão de alimentação de corrente contínua (com um consumo de muito poucos miliamperes), que proporciona a resistência R1.

O sinal eléctrico disponível na saída do conjunto do microfone aplica-se à entrada inversora do IC1A através do condensador C1, que isola a referida entrada da componente de corrente contínua da alimentação do microfone. Deste modo, esta entrada fica polarizada exclusivamente pela tensão obtida através de R4.

A entrada não inversora de IC1A está polarizada mediante o divisor de tensão R2 e R3, que estabelece o valor da tensão de saída em repouso de IC1A. Como as duas resistências são

do mesmo valor, esta tensão da saída é igual a metade da tensão de alimentação, ou seja, de 4,5 V. Nestas condições, a amplificação de IC1A é de 20 vezes.

A entrada não inversora de IC1B recebe a mesma tensão de polarização do divisor antes indicado, enquanto que a outra entrada, a inversora, está ligada à saída para receber uma realimentação negativa.

Entre a saída 1 de IC1A e a entrada 6 de IC1B, o sinal circula através do condensador C5 pelo mesmo motivo de isolamento, exposto para a entrada de IC1A. A resistência R5 tem a finalidade de ajustar as impedâncias de acoplamento entre as duas etapas e o seu ganho relativo. A amplificação que se obtém de lC1B é regulável entre 1 e 47 vezes mediante o potenciómetro de ajuste P1.

Como consequência, a amplificação máxima do conjunto desta duas etapas é de 20×47 = 940 vezes. Esta amplificação é bastante elevada, pelo que o ajuste de P1 deverá realizar-se de acordo com a aplicação.

Por exemplo, se se pretender vigiar o sono de um bebé, ouvir o telefone ou o toque da porta do jardim, ou ainda a conversação normal entre duas pessoas, a amplificação do microemissor deverá ajustar-se para o mínimo mediante a regulação adequada de P1.

Porém, se se pretender escutar uma conversação sussurrante ou proveniente de outra sala, ou os sons da natureza, a regulação da sensibilidade deverá ser no máximo.

No entanto, há que ter em conta um certo cuidado com a regulação de P1, porque o microemissor não pode reproduzir com fidelidade os sons fortes que o saturem se estiver regulado a um nível de amplificação grande, porque ficam muito distorcidos.

Isto deve-se a que, além da elevada distorção, se produz um desvio de frequência do sinal de RF modulado, com as consequências que se indicam a seguir.

Banda passante

A banda passante dum receptor de FM é a janela pela qual passam as frequências úteis, que quase sempre é determinada por filtros cerâmicos centrados nos 10,7 MHz. O seu valor está compreendido entre 250 e 350 KHz, conforme os tipos.

Um bom filtro é aquele cuja resposta está preparada para obter uma boa separação entre sinais muito próximos, pelo que não deve deixar passar as frequências que existirem para além da sua banda passante.

No caso da FM, o sinal recebido deve ter um desvio máximo de frequência não superior à banda passante do receptor. De outro modo, como uma parte do sinal não passa através da janela do filtro, não se aproveitaria. A perda desta parte de informação produz uma forte distorção do sinal de áudio recebido.

Em geral, o desvio de frequência dum transmissor de FM é dado também pelo nível da saída do amplificador de áudio. Um sinal de áudio de baixo nível proporciona uma modulação qualitativamente boa com um nível de áudio óptimo na saída do receptor; uma modulação excessiva provoca uma distorção muito forte do sinal de áudio.

Figura 2 – Distribuição do sinal na banda passante em função da modulação aplicada à frequência portadora.

Na figura 2 representaram-se estas três situações mediante os gráficos designados por análise espectral para cada condição. Em a) só existe a portadora situada no centro da banda passante do receptor, isto é, sem modulação; em b), a modulação é óptima, porque o desvio de frequência está dentro da banda passante do filtro de recepção, com o que se obtém uma audição boa; em c), o desvio é excessivo, pelo que uma parte das bandas laterais cai fora da banda passante, com o que se obtém uma grande distorção.

Etapa de modulação de frequência

O sinal de áudio amplificado por IC1 é aplicado ao ânodo do díodo varicap DV1 através da resistência R10, a qual tem a finalidade de impedir que o sinal de RF, presente neste ponto, se curtocircuite á massa devido à baixa impedância da saída do circuito integrado.

Este sinal de áudio produz variações na capacidade de DV1. Como este díodo faz parte do oscilador de RF, traduzem-se em variações correspondentes da frequência gerada pelo oscilador, isto é, produzem uma modulação da RF.

Como consequência, produz-se uma modulação de frequência proporcionalmente à intensidade do sinal amplificado (o sinal de BF aplicado ao DV1), que corresponde ao sinal de BF.

O circuito oscilante propriamente dito, é formado, além de DV1, pela bobine L1, condensador de compensação (trimmer) C10 e o condensador C6. O transístor TR1 proporciona a energia suficiente para manter a oscilação do circuito.

Etapa de RF

A etapa de RF é do tipo de base à massa. A base de TR1 é ligada à massa sob o ponto de vista da RF através de C5, enquanto que a polarização é determinada pelos valores das resistências do divisor de tensão R7 e R8, juntamente com a resistência de realimentação de emissor R9.

A verdadeira rede de realimentação que determina o início das oscilações da etapa é formada por C6, que aplica uma parte do sinal de saída do colector na entrada de TR1 (emissor), produzindo a necessária dose de realimentação positiva.

Além dos condensadores e da bobine L1, o circuito de saída ressonante tem uma tomada que serve para aplicar o sinal a uma antena transmissora, se bem que o micro transmissor se possa escutar a curta distância sem nenhuma antena.

Montagem do micro transmissor

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Figura 3 – Traçado do circuito Impresso.

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Figura 4 – Implantação dos componentes na placa da circuito impresso.

Tratando-se dum circuito de alta frequência, com uma etapa de baixa frequência, com um ganho bastante elevado, e que deve ser muito compacto, de dimensões reduzidas é

imprescindível realizar a montagem numa placa de circuito impresso como a representada na figura 3, que se projectou de modo a que a montagem do microtransmissor não seja excessivamente incómoda, especialmente para o leitor que não tiver grande experiência nas montagens de RF.

Uma vez realizada a placa e na posse de todos os componentes do circuito, procede-se à montagem de acordo com o esquema prático da figura 4 e seguindo sempre uma ordem lógica. Começa-se pelas resistências e condensadores, excepto C2 e C9, por agora.

A seguir monta-se o potenciómetro de ajuste P1 e o trimmer C10. Se bem que estes componentes não sejam polarizados, a sua inserção tem um sentido obrigatório, o qual se deverá ter em conta seguindo a orientação indicada na figura

p4

Figura 5 – A versão de antena mais simples é uma vareta de um quarto de onda. Uma versão mais eficiente é o dipolo constituído por dois fios de um quarto da onda de comprimento

É de todo aconselhável que o circuito integrado IC1 seja montado num suporte, procurando realizar as soldaduras dos seus terminais com muito cuidado para impedir que fiquem em curto-circuito devido a pontes de solda.

Passando aos semicondutores, monta-se o varicap DV1, cujo cátodo está marcado com uma faixa de cor (em geral preta no corpo de vidro) que deve ficar virada para o bordo exterior da placa. TR1 tem uma alheta metálica de referência que indica a posição do emissor.

Para a montagem de C2 há que respeitar a polaridade indicada no seu corpo, enquanto que C9 se solda, por um lado à bobine L1, directamente, e pelo outro ao bordo da placa de circuito impresso.

A bobine L1 determina a banda de frequências na qual trabalha o micro transmissor. Realiza-se com 5 espiras de fio desnudado e prateado, de 1 mm de diâmetro, enrolado sobre

um suporte de 8 mm de diâmetro, espaçadas regularmente.

Uma vez montada na placa de circuito impresso, o terminal livre de C9 corta-se e solta-se a um terço ou um quarto do comprimento total da bobine, a partir do extremo ligado ao positivo da alimentação.

A cápsula do microfone é ligada aos furos da placa previstos, mediante dois fios de ligação flexíveis e isolados. As ligações de saída e da alimentação realizam-se, mais comodamente, com terminais cravados. A seguir monta-se o circuito impresso no respectivo suporte, respeitando a posição do círculo no seu corpo, que corresponde ao terminal 1, tal como se indica nas figuras 4 e 5.

Por último liga-se o conector da pilha a uma pilha de 9V, normal, se bem que seja melhor do tipo de longa duração. O circuito deverá consumir uma corrente da ordem de 10mA.

Para a alimentação é totalmente desaconselhável o uso de um alimentador de rede, porque devido à grande amplificação da etapa de BF, seria inevitável que se introduzisse um forte zumbido da rede, que impediria escutar claramente o sinal captado pelo microfone.

Se bem que o micro transmissor possa funcionar numa banda de frequência bastante ampla variando as características da bobine usada, a solução mais óbvia é utilizar a banda normal de FM para poder usar um receptor portátil que permita escutar comodamente os sinais transmitidos.

No entanto, encontrar nesta banda uma frequência que não esteja ocupada por uma emissora comercial pode ser algo difícil. Para evitar este inconveniente pode ajustar-se com C10 a frequência de transmissão na parte baixa da banda de FM (80 MHz) ou na parte alta (100 M Hz).

Se isto não for possível com C10, poderão juntar-se ou separar-se algo as espiras da bobine. Em qualquer caso, é importante que o receptor utilizado disponha de um circuito de CAF.

Ao ar livre e sem nenhuma antena aplicada à saída, o alcance do micro transmissor pode chegar a ser de uns 100 metros. Se se ligar uma antena de vareta ao terminal A da antena ou um dipolo aos terminais 3 e 4, tal como se indica na figura 5, o comprimento da vareta ou de cada fio deverá ser de um quarto de onda da banda usada (às frequências de 80 a 100 MHz será adequado um comprimento de antena de 70 a 80 cm), e o alcance será de 200 a 300 m ao ar livre. Naturalmente que uma boa recepção dependerá sempre do receptor utilizado e, em particular, da sua sensibilidade.

Lista de material

Resistências 1/4W ±5%

  • R1 = 2,2KΩ

  • R2 a R6 = 10KΩ

  • R7 = 15KΩ

  • R8 = 6,8KΩ

  • R9 = 390Ω

  • R10 = 100KΩ

Condensadores

  • C1, C4 = 100nF

  • C2 = 100μF 16V

  • C3 = 1μF 16V

  • C5, C8 = 10nF

  • C6 = 12pF

  • C7, C9 = 10pF

  • C10 = Trimmer cilindrico 3/40pF

Semicondutores

  • IC1 = TL072

  • TR1 = 2N1711 ou 2N2219

  • DV1 = Varicap BB505

Diversos

  • P1 = Potenciómetro ajustável vertical 470KΩ

  • M = Microfone de condensador

  • B1 = Pilha de 9V, com conector

  • Suporte DIL para IC de 8 terminais

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O que são tablaturas

 

Tablatura  é um método usado para transcrever músicas que podem ser tocadas em instrumentos de corda como violões, guitarras e baixos. Ao contrário das partituras que exigem maior conhecimento de música e bastante treino as tablaturas são voltadas para o músico iniciante ou prático.

.::Como Ler tablatura?

O conceito básico da tablatura é apresentar no papel um conjunto de linhas que representam as cordas do instrumento. Sendo assim para uma guitarra ou violão comum você terá seis linhas, para um baixo de quatro cordas terá quatro linhas, para um baixo de cinco cordas cinco linhas, para uma guitarra de sete cordas sete linhas e assim por diante. Geralmente nos exemplos mostrados aqui usaremos tablaturas de seis linhas para guitarra mas o principio é o mesmo para qualquer quantidade de cordas.

 

Uma tablatura vazia de guitarra ou violão apresenta-se da seguinte forma:

e——————————————-
B——————————————-
G——————————————-
D——————————————-
A——————————————-
E——————————————-

A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi mais grossa) e a linha de cima representa a corda mais fina (mi mais fina). De cima para baixo as linhas representam as cordas mi, si, sol, re, la, mi.

Uma tablatura vazia de baixo (quatro cordas) apresenta-se da seguinte forma:

G————————————————-|

D————————————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi) e a linha de cima representa a corda mais fina (sol). De cima para baixo as linhas representam as cordas sol, ré, lá, mi.

Números escritos nas linhas indicam em que traste as respectivas cordas devem ser apertadas ao serem feridas. Número 0 indica corda solta. As notas devem ser lidas da esquerda para a direita.

E————————————————–|

B————————————————–|

G————————————————–|

D————————————————–|

A————————————————–|

E–0-1-2-3—————————————–|

  O exemplo acima indica as seguinte notas (uma de cada vez) na ordem:

                           – corda mais grossa deve ser tocada solta (0)

– depois a mesma corda deve ser tocada no primeiro traste (1)

– depois a mesma corda deve ser tocada no segundo traste (2)

– depois a mesma corda deve ser tocada no terceiro traste (3)

E————————————————-|

B————————————————-|

G——-0——1–0——————————-|

D–0–3—-0–3———————————–|

A————————————————-|

E————————————————-|

O exemplo acima é o início do riff de Smoke On The Water da banda Deep Purple e deve ser tocado da seguinte forma.

 

– terceira corda (re) tocada solta (0)

– terceira corda (re) tocada no terceiro traste (3)

– quarta corda (sol) tocada solta (0)

– terceira corda (re) tocada solta (0)

– terceira corda (re) tocada no terceiro traste (3)

– quarta corda (sol) tocada no primeiro traste (1)

– quarta corda (sol) tocada solta (0)

Nos exemplos acima as notas são tocadas uma de cada vez. Quando duas ou mais notas (obviamente em duas ou mais cordas) devem ser tocadas de uma só vez (formando um acorde) a indicação é conforme abaixo:

E—3———————————————|

B—3———————————————|

G—4———————————————|

D—5———————————————|

A—5———————————————|

E—3———————————————|

Note que este é um acorde sol maior. Note que estando na mesma coluna as notas devem ser tocadas todas de uma só vez indicando um acorde. Apenas devem ser tocadas as cordas marcadas (no exemplo acima todas). Uma linha vazia indica que a corda não deve ser tocada. Um número zero indica que a corda deve ser tocada solta. Embora possam indicar acordes o mais comum é que as tablaturas sejam usadas para solos ou riffs enquanto os acordes são indicados por cifras.

Embora de maneira geral as tablaturas não indiquem o tempo de duração das notas e o intervalo entre elas, o espaçamento entre as colunas pode ser usado para dar alguma idéia sobre tempo e duração conforme o exemplo abaixo. Tratam-se das primeiras notas do hino nacional americano. Note o espaço maior que indica a pausa.

E————-0——–4–2-0————————|

B–0——–0————————–0————-|

G—-1—-1———————1–3—————–|

D——2———————————————|

A—————————————————-|

E—————————————————-|

.::Símbolos mais usadas em tablaturas

Além dos números que apenas indicam qual corda deve ser ferida em qual casa (traste) existem algumas letras e simbolos comumente usadas para notar determinadas técnicas. Essas notações podem variar um pouco de autor para autor mas as mais comuns são:

 

h – fazer um hammer-on

p – fazer um pull-off

b – fazer um bend para cima

r – soltar o bend

/ – slide para cima (pode ser usado s)

\ – slide para baixo (pode ser usado s)

~ – vibrato (pode ser usado v)

t – tap

x – tocar a nota abafada (som percusivo)

.::Exemplificação dos Símbolos          >Página 2 

.:: Hammer-Ons

Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita.

E————————————————|

B————————————————|

G————————————————|

D————————————————|

A——–5h7———5h7————————-|

E–0–0——-0–0——————————-|

No exemplo acima após ferir a corda grossa solta duas vezes o músico deverá ferir a segunda corda na quinta casa e imediata e vigorosamente apertar a mesma corda (segunda) duas casas a frente (sétimo traste), fazendo a corda soar apenas com a martelada e sem auxílio da mão direita. Depois repita a sequência.

 

.:: Pull-Offs

Pull-Offs são de certa forma o inverso de um hammer-on e consistem em soltar rapidamente uma corda fazendo com que a mesma soe solta (ou apertada em um traste anterior).

 

E–3p0———————————————|

B——–3p0—————————————|

G—————2p0——————————–|

D———————-2—————————|

A————————————————–|

E————————————————–|

No exemplo acima o primeiro pull-off na corda mais fina consiste em ferir a corda apertada no terceiro traste e soltá-la rapidamene para que soe solta. Posteriormente um pull-off identico é feito uma corda acima e assim por diante. Note que o terceiro pull off é feito a partir do segundo traste.

 

Hammer-ons e pull-offs costumam ser usados em conjunto como indicado abaixo:

E————————————————-|

B————————————————-|

G–2h4p2h4p2h4p2h4p——————————-|

D————————————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

Neste caso a corda deve ser ferida na segunda casa, imediatamente apertada na quarta casa (hammer-on), imediatamente solta da quarta casa (soando novamente na segunda, pull-off), novamente apertada na quarta e assim por diante. Note que a mão direita do música só irá ferir a primeira nota… todas as outras são tocadas apenas com os hammers-ons e pull-offs da mão esquerda no braço.
 

.:: Bends

Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e consequentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.

E————————————————-|

B—7b9——————————————-|

G————————————————-|

D————————————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

No exemplo acima a corda (re) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa. O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).

E————————————————-|

B—7b9–9r7————————————–|

G————————————————-|

D————————————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

Outros exemplos: bends podem ser de meio tom (7r8, equivalente a uma casa), de um quarto de tom (7r7.5, equivalente a meia casa) e assim por diante. É comum não ser indicado o valor (7b por exemplo) e nestes casos é preciso ouvir a música para saber o valor do bend.

 

.:: Slides

Um slide consiste em fazer deslizar um dedo da mão esquerda pelo braço enquanto uma corda soa gerando uma variação do tom.

E————————————————|

B—7/9——————————————|

G————————————————|

D————————————————|

A————————————————|

E————————————————|

m

Não necessariamente o início e o fim de um slide precisam ser indicados:

E————————————————-|

B—/7–7\—————————————-|

G————————————————-|

D————————————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

Neste caso a nota deve inicialmente ser ferida em alguma das primeiras casas e deslizada até a sétima casa, posteriormente sendo deslizada de volta para as primeiras casas. Novamente é necessário conhecer a música que se deseja tocar de forma a saber o tamanho do slide.

Vários slides podem ser usados seguidos como indicado abaixo. Apenas a primeira nota precisa ser ferida.

E————————————————-|

B—7/9/11\9\7\6\7——————————–|

G————————————————-|

D————————————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

 

.:: Vibrato

O vibrato é o efeito de variação de tom conseguido com a alavanca ou mesmo através de pressão variável do dedo sobre a corda no braço do instrumento (vide músicos de blues).

E————————————————-|

B————————————————-|

G————————————————-|

D——-2–5~~————————————|

A—3———————————————|

E————————————————-|

Neste caso a última nota deve sofrer vibrato. É necessário conhecer a música em questão para saber como este vibrato deve ser efetuado.
 

 

.:: Tap

Tap ou tapping consiste em fazer soar notas feridas com a mão direita apertando as cordas nos trastes. É técnica geralmente usada por guitarristas rápidos como Eddie Van Hallen entre outros. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento.

E————————————————-|

B—13t——————————————-|

G——12t—————————————-|

D————12t———————————-|

A————————————————-|

E————————————————-|

 

No exemplo acima as notas devem ser feridas pela mão direita do músico simplesmente apertando as cordas vigorosamente nos trastes indicados.

 

Outras notações

Notações extras necessárias em determinadas músicas e/ou técnicas são comuns mas não padronizadas, sendo geralmente explicadas na própria tablatura em texto anexo. Variações das notações acima também são bastante comuns.

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por Paulista Postado em Dicas Com a tag

Carregador de Bateria de Automóveis

Neste artigo vou te mostrar um  carregador automático de Baterias de Chumbo-Ácido  (automotiva) de 12 volts que desliga automaticamente quando o processo de carregamento atinge a carga completa. Isso impede o sobreaquecimento da bateria de modo que, o carregador pode ser deixado ligado permanentemente na bateria. Esse sistema é chamado de flutuador, pois flutua entre a carga e descarga.
O funcionamento é simples, se a tensão da bateria ficar abaixo do nível definido, digamos 11 volts, o circuito liga automaticamente para o modo de carga. A corrente de carga do carregador automático, bem como a alimentação do circuito é obtida a partir de um transformador de 0-18V  de 2 ampères. A baixa tensão AC é retificada pela ponte retificadora D1 a D4 e filtrada pelo capacitor C1.

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Circuito de Carregador Automático de Bateria de Automóveis

O IC2  é um circuito integrado CA3140, que é usado como um comparador de tensão, sua entrada inversora recebe 4,7 volts de tensão de referência do ZD, um Zener, enquanto a entrada não inversora recebe uma tensão ajustável através do VR1.
Quando a tensão da bateria aumenta para 13,5 volts no carregador automático, pino 3 do IC2 fica com maior tensão do que o pino 2 e a saída do IC2 se torna alto (HI). Isso ativa o relé e a abertura de contatos. A corrente de carga para a bateria é cortada e o relé permanece como tal, já que a tensão da bateria (13,5 V ou mais) mantém a tensão no pino 3 do IC2 e é maior do que o pino 2.

Circuito de Carregador Automático de Bateria

Antes de conectar a bateria no carregador Automático, defina a tensão de entrada para IC2 usando uma fonte de alimentação e a bateria totalmente carregada. Gire a chave S1 para a posição desligada e ligue a energia. Em seguida, conecte uma bateria completamente carregada ou uma fonte de alimentação variável para testar os pontos TP. Meça a tensão de entrada para o pino 3 do IC2. Lentamente ajuste VR1 até que a tensão de entrada para o pino 3 do IC2 eleve para 5 volts. Neste ponto, o relé deve energizar e o LED vermelho se acende. Em seguida, conecte a bateria para carregar e ligue S1. Se a bateria puxar corrente, no pino 3 do IC2 vai ter um nível  baixo desde que a maioria da corrente de dreno ocorra na bateria. Isso mantém o relé desligado. E quando a bateria aumenta a tensão acima de 13,5 volts, não passa mais corrente para a bateria.

Controle automático de Carregador da Bateria

Muitas vezes temos que manter um carregador de bateria ligado por longos períodos de tempo, mas alguns desses carregadores tem um consumo extremamente alto, mesmo em repouso. Um circuito de controle de carregador de bateria que ligasse o carregador automaticamente seria ideal para essa função.

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Controle automático de Carregador da Bateria

Isso é o que faz este circuito eletrônico, sua função principal é ligar um outro circuito (por exemplo o carregador de baterias) toda vez que a tensão estiver em um determinado valor.

Controle automático de Carregador da Bateria

O circuito utiliza a própria tensão da bateria para funcionar, e o seu funcionamento é simples, um circuito integrado TL081 que é um circuito operacional trabalha como comparador de tensão, uma entrada ecebe a tensão da bateria, e outra entrada recebe a tenção de referencia, estabilizada pelo zener 6v2 e ajustada pelo Trimpot de 100k Ohns (set point).
O circuito integrado TL081 pode ser substituído por outro amplificador operacional como o 4558, TL072, LM358, TLC2262, LM741, TL071,  LF351, entre outros. Eu aconselho o 741.
Quando a tensão da bateria está abaixo do valor ajustado no set point, o relé é acionado, ai então o carregador é alimentado pela rede elétrica de 110 ou 220 Volts AC. Já quando a tensão da bateria sobe e chega ao limite superior o circuito desliga o relé e a tensão é cortada, basicamente esse é um circuito flutuador.
Este circuito eletrônico é muito útil e modificações podem ser feitas para ser usado em outros projetos, um deles é por exemplo dar partida em um gerador e desligar sistemas para poupar a bateria quando sua carga está no limite baixo.
Um cuidado com o projeto deste circuito eletrônico é com os contatos do relé, eles  devem suportar a corrente do circuito que vai ser acionado.

 

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TRUQUES PARA GANHAR NA HALLOWEEN 2

GANHAR SEMPRE!!!
SEGUE UM TUTORIAL DE COMO GANHAR NA HALLOWEEN II (2 BÔNUS)

PRIMEIRAMENTE VOU EXPLICAR COMO A MÁQUINA FUNCIONA:

O JOGO EM SI FOI PROJETADO EM UMA PLATAFORMA DE COMANDOS QUE GERAM RESPOSTAS… (TRABALHA EM CÍRCULO)

CONTANTO SABENDO DESSA DINÂMICA, DESENVOLVI UM RODÍZIO QUE É 100% DE CERTEZA DE VOCÊ SAIR COM UMA BOA GRANA DAS MÁQUINAS!

SIGAM TODOS OS PASSOS COMO IREI RELATAR AGORA:

1- COLOQUE R$ 5,00 NA MÁQUINA
2- APERTE LINHA 1 E APOSTE 10 VEZES OU SEJA R$0,10 NUMA ÚNICA LINHA
3- DEIXE NO AUTO-JOGA SEMPRE PARANDO AS LINHAS
4- VC NÃO PODE GANHAR, SE GANHAR PRÊMIO GRANDE PEÇA PARA TIRAR E COMECE DENOVO.
5- PERDENDO VC FAZ COM Q A MÁQUINA SE PREPARE PARA PAGAR UMA QUANTIA QUE IMPRESSIONE VC E A QUEM ESTÁ OBSERVANDO.
6- PERDENDO OS R$5,00, COLOQUE R$16,00. ( O MOTIVO DE SER 16 E NAO 15 É SIMPLES. AS MÁQUINAS TEM UMA OBSERVAÇÃO E GANHAM UMA MOTIVAÇÃO EXTRA PARA PAGAREM OS “NÃO VICIADOS” QUE JOGAM SEM SER MÚLTIPLOS DE 5)
7- APERTE LINHA 20 E APOSTE 60.
8- JOGUE 5 VEZES
9- AUMENTE PARA 80
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TENHO ESQUEMAS PARA TIRAR TODOS OS MORANGOS… TABELA QUE MOSTRA ONDE ESTÁ O FAMOSO “MORANGO PODRE”… COM O 1 MORANGO VC DESCOBRE NA TABELA ONDE ESTÁ OS OUTROS… 100%

CALDEIRÕES… TIRE SEMPRE O BÔNUS E O MAIOR VALOR

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AMPLIFICADOR DE 400 W

A melhor amplificador para seus qualidade e estabilidade de som graças ao Díodo Zener 18V

e também o som duplo depurador diferencial.
Com um produto de alto ganho da realimentação resistência R e 68K ohms 560 com transistores

de meio de alta potência de saída.
Todos os componentes devem ser originais, especialmente transistores.
Claro que, o diagrama mostra um canal. Para fazer isso, devemos fazer dois canais estéreo idênticos.
Este kit testado obras em 100% dos casos e está disponível na seção de produtos
Se os transistores de saída (amarelo no diagrama) enviá-los separadamente, se assim o desejarem

não pode entrar em sua cidade. Temos também disponível montado sem os transistores de saída

2SC3858 cartões – 2SA1494 e com eles.

P23

P24

Amplificador de 300W com TDA7294

p25

Integrado utilizada neste projeto é um dos
mais famoso no mundo por sua grande performance,
saídas Estado da Protecção curto-circuito
poder ocioso e alta.
Este é o amplificador usado no console
Que você encontrou como fazer no sitexxx

editannnndoooooooo falta o restooo

 

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