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Comandos básicos do MS-DOS

LCM::: INFORMÁTICA:::

Um sistema operacional é um conjunto de programas que permite aos usuários controlar os recursos do computador, tais como discos, impressora, teclado e unidade central. O Sistema operacional pode ser encarado como a alma do computador. Sem ele, o computador seria um monte de circuitos sem vida. O DOS é um sistema operacional residente em disco, portanto, necessita ser lido no disco e carregado na memória do computador. Esse carregamento é feito automaticamente quando o micro é ligado. A partir daí, é o leitor que passa a dirigir o DOS pôr meio de seus comandos.

 

2.1 – HISTÓRIA DO DOS

O DOS surgiu no final de 1981 com o lançamento do primeiro micro IBM PC. Desenvolvido pela Microsoft, (na época) uma pequena empresa de software, possui duas fachadas: o PC-DOS e o MS-DOS. A diferença entre um e outro é que o PC-DOS é comercializado pela IBM junto com seus equipamentos, enquanto o MS-DOS tem sua comercialização feita por meio da Microsoft.

Desde seu lançamento em 1981, o DOS teve seis versões e seis atualizações de menor porte.

 

VERSÕES

DOS 1.0: Esta primeira versão suportava apenas discos flexíveis de face simples (160KB). Ele ocupava apenas 10KB de RAM, pois o PC possuía apenas 64KB de memória. A primeira atualização ocorreu para suportar discos de densidade dupla e foi designada DOS1.1. Vale salientar que a primeira versão do MS-DOS surgiu quase um ano depois da versão 1.1 do PC-DOS e chamou-se MS-DOS 1.25.

DOS 2.0: O lançamento do IBM XT, em 1983, e o surgimento dos discos rígidos de alta capacidade (10MB) fizeram com que fosse lançada em março do mesmo ano a versão 2.0, que suportava disco rígido e diretórios. No final de 1983, uma atualização, a 2.1, surgia para corrigir pequenas incorreções da versão 2.0 e suportar drives de meia altura. Esta versão ocupa apenas 25KB de RAM. A versão compatível do MS-DOS foi a 2.11.

DOS 3.0: Com a chegada do AT em meados de 1984, uma nova versão do DOS foi lançada para suportar o novo drive de 1,2MB, e um utilitário chamado VDISK

ou RAMDISK foi criado para poder usar a memória que ultrapassa os 640KB, que é o limite suportado pelo DOS. Em março de 1985, a atualização 3.1 era lançada para suportar hardware e software para redes locais e corrigir incorreções da versão 3.0. Ela ocupava cerca de 30KB de RAM .No final de 1985, com o lançamento de um micro portátil, a IBM lançou a versão 3.2, que suportava os novos discos de três polegadas e 720KB de capacidade, além de introduzir os comandos XCOPY e APPEND.

DOS 3.3: Esta versão teve como principais atualizações o suporte a drives de três polegadas de 1,44MB de capacidade. Além disso, foi introduzida a possibilidade de dividir um disco rígido em várias partições de até 32MB. Outra característica dessa versão é a possibilidade de poder abrir até 255 arquivos contra apenas 20 da versão anterior.

DOS 4.0: Lançada em julho de 1988, a versão foi logo substituída pela versão 4.01 para corrigir os diversos problemas encontrados com a utilização da memória expandida. Essa versão ocupa cerca de 67KB de memória RAM, podendo chegar até 90KB se você modificar o CONFIG.SYS. Foi também implantado o recurso DOSSHELL.

DOS 5: Em 1991, a Microsoft lançou o DOS 5, a maior mudança do sistema operacional desde a versão 3.3. Além de uma interface gráfica mais elaborada, permite o usuário, carregar para a memória diversos programas de forma a poder mudar de um para outro automaticamente sem ter de sair ou abandonar um programa, retornar à linha de comando e aí então carregar o segundo programa.

DOS 6: Esta versão apresenta uma série de novidades que expandem as capacidades da antiga versão. A maior parte dessas novidades são, na verdade, programas que forma licenciados de outras empresas. Como destaque temos o DOUBLE SPACE, um software que duplica a capacidade do disco rígido, temos um antivírus completo, chamado MSAV, detecta e elimina 1300 vírus. Para otimizar o acesso a disco, o programa Defrag eliminam a fragmentação de arquivos e diretórios. Outras novidades surgiram nesta versão como o INTERLNK e o INTERSRV, o CONFIG.SYS sofreu profundas mudanças e outras.

DOS 6.2: O DOS 6.2, lançado em 1993, corrige erros que foram detectados no programa de duplicação DOUBLE SPACE e introduz um novo comando, o SCANDISK, para correção de erros físicos nas unidades de disco, além de outros pequenos melhoramentos em diversos outros comandos do DOS. Uma atualização do DOS 6.2 já foi lançada que é o DOS 6.22.

3.0 – O MS DOS

O sistema operacional DOS tem 3 programas essenciais para o funcionamento do computador. São eles:

IO.SYS: Este programa interage com a BIOS , é ele que inicializa os dispositivos externos conectados, além de inicializar os dispositivos externos ele ainda interage com o processador, levando informações para todos os dispositivos.

MSDOS.SYS: Este programa trabalha como tradutor de comandos para o programa IO.SYS, ele intercepta as chamadas do COMMAND.COM e traduz as instruções para IO.SYS.

COMMAND.COM: Este programa é um processador de comandos do DOS ele verifica o que foi digitado no teclado, caso a instrução for um comando ou programa a ser executado ele passa o comando para o MSDOS.SYS, que executa-o.

Estes três programas são carregados na memória ao inicializar (ligar) o computador e permanecem enquanto a máquina fica ligada.

Reinicializando com Ctrl-Alt-Del: Quando você estiver usando o computador e por algum motivo ele parar e não mais responder aos comandos do teclado, teremos que reinicializá-lo, para isso existem três formas: uma é desligar o computador e logo após voltar a ligá-lo, operação chamada de BOOT a frio; outra é chamada de Boot a quente, para efetua-la basta digitar as teclas Ctrl-Alt-Del simultaneamente, esse comando irá reinicializar o computador, como se você estivesse desligado e ligado novamente. A outra forma é pressionar a tecla RESET da máquina, que resultará também em um BOOT morno.

Uma combinação de teclas muito útil também é a dada por CTRL+PAUSE, esta combinação , isto é, estas duas teclas pressionadas juntas podem parar o processamento da maioria do programas que estão sendo executados no DOS.

 

3.1 – CONSTITUIÇÃO DE ARQUIVOS

Arquivo é um conjunto de informações, que estão agrupadas em um dispositivo comum, e que servem para um determinado fim. Portanto arquivo pode ser definido como uma coleção de dados armazenados em um dispositivo físico.

Regras para nomes de arquivo:

Para que você crie nomes de arquivos no DOS, existem algumas regras que devem ser seguidas.

1- Nome de arquivos são divididos em duas partes, a primeira chamada parte principal, com até oito caracteres, e uma segunda separada por um “.” (ponto) com até três caracteres chamada extensão.

Exemplos: ARQUIVO.DOC, DADOS.CAR, CARTA.A

2- Podemos usar os seguintes caracteres para confecção de nomes de arquivos.

A -Z (maiúsculos e minúsculos)

0 – 9 e os símbolos

! @ # $ % & ( ) { } \ /

OBS: Não podemos utilizar * nem ?

3- Não pode ser um nome reservado de dispositivo de computador.

AUX, CON, PRN, COM1, e outros.

Em geral a extensão caracteriza os tipos de arquivos, temos a seguir alguns exemplos:

3.2 – COMANDOS INTERNOS E EXTERNOS

Existem dois tipos de comandos no DOS, são eles os comandos INTERNOS e EXTERNOS.

Os comandos INTERNOS estão sempre disponíveis para que se utilize, eles fazem parte do programa COMMAND.COM que está permanente na memória.

Os comandos EXTERNOS são de programas a parte do COMMAND.COM. Eles estão distribuídos pelos discos, guardados em diversos lugares. Cada comando externo está disposto em um arquivo no disco. Para usar um comando externo, o mesmo deve estar disponível no disco que se está utilizando. Os comandos externos são também chamados de utilitários de sistemas.

 

Comando Externo Help

Este comando executa o help do DOS, mostrando todos os comandos do DOS, a sua utilização, exemplos e também observações sobre o comando, traz também as novidades do MS-DOS 6.22.

Para se utilizar do help digita help e pressione ENTER, surgirá uma tela com destaques verdes; com as teclas de cursor, se posiciona o cursor da tela em baixo de uma palavra destacadas por sinais de menor e maior em verde, ao se pressionar ENTER o help ira a uma tela com explicações da palavra selecionada.

Esta tela tem algumas palavras destacadas também, que com o mesmo procedimento se vai a outras telas. Para voltar a uma tela anterior basta pressionar ALT+V. Existe uma opção de imprimir a tela corrente no menu Arquivo, se obtém um documento com explicações dos comandos desejados.

No help no DOS existe uma forma de se obter um help rápido de um comando, digitando-se “/?” após o nome do comando. Há também o comando FASTHELP, que mostra todos os comandos do DOS com uma breve explicação de cada um.

 

Comando Interno DATE

É utilizado para mostrar/acertar a data do relógio do microcomputador. O formato padrão de data é o norte-americano, mês, dia e ano (MM/DD/AA); mas este formato pode ser alterado para o formato nacional.

FORMATO DO COMANDO DATE:

C:\>DATE

Exemplo:

C:\>date <ENTER>

Data atual é Seg 18/07/1988

Entre com a nova data (dd-mm-aa): 42/07/88 <ENTER>

Data inválida

Entre com a nova data: (dd-mm-aa): 20/07/88 <ENTER>

 

Comando Interno TIME

É utilizado para mostrar/acertar a hora do relógio interno do microcomputador. Você pode utilizar a hora no formato norte americano (até 12 horas am ou pm), ou no formato nacional (até 23:59 horas).

FORMATO DO COMANDO TIME:

C:\>TIME

Exemplo:

C:\>time <ENTER>

Hora atual 11:02:16,39

Entre com a nova hora: 11,30 <ENTER>

Hora inválida

Entre com a nova hora: 11:30

 

Comando Interno CLS

 

O comando CLS limpa a tela de vídeo e mostra novamente o sinal de pronto de DOS no canto superior esquerdo da tela.

FORMATO DO COMANDO CLS:

C:\>CLS

Comando Interno VER

O comando VER é utilizado para mostrar versão do Sistema Operacional que se está utilizando.

FORMATO DO COMANDO VER:

C:\>VER

 

Comando Interno VOL

VOL é um comando do DOS, que mostra o nome do volume de um determinado disco. Um nome de volume pode ser dado na formatação com o parâmetro /V ou com o utilitário LABEL. Como vocês poderão constatar cada disco possui um nome e o comando VOL ira fazer com que o nome do disco e o n° de série sejam mostrados.

FORMATO DO COMANDO VOL:

C:\>VOL

 

Comando Externo LABEL

LABEL é um comando do DOS que cria, modifica ou exclui nomes de volume de disco. Nome de volume, é o nome que damos como rótulo para disquetes quando eles vem novo e ainda não esta formatado.

FORMATO DO COMANDO

LABEL[unidade:][nome]

Exemplo:

C:\> label a:

O comando irá pedir um nome de volume com até 11 caracteres, para o disco do DRIVE A:

C:\> label c:\microsoft

O comando irá trocar o nome de volume da unidade de drive C: para MICROSOFT.

Comando Interno PROMPT

O PROMPT é um comando que serve para configurar o sinal de pronto do DOS.

TABELA DE PARÂMETROS: O comando PROMPT contém uma tabela de parâmetros que utilizados juntamente com o caractere $ (dólar) produzem um efeito diferente:

$Q = (sinal de igual) $G > (sinal de maior que)
$$ $ (sinal de dólar) $L < (sinal de menor que)
$T Hora atual $B | barra vertical
$D Data atual $H Backspace apaga o caractere anterior
$P Unidade de drive e diretório atuais $E Código de escape (ASCII código 27)
$V Número da versão do MS-DOS $_ Retorno de carro e salto de linha
$N Unidade de drive atual    

 

Comando Externo MSD

O MSD fornece informações técnicas detalhadas sobre o computador. O MSD executa o programa de diagnóstico que mostra informações sobre hardware. Essas informações dizem respeito ao processador, memória, vídeo, sistema operacional, mouse, adaptadores, portas seriais e paralelas, IRQ (Endereço de interrupção), programas residentes e controladores de dispositivo. O MSD é utilizado para verificar os dispositivos conectados.

Para executar o MSD basta ter o comando no disco em que se esta utilizando e digitar MSD.

Explicando a tela:

Para obter mais detalhes sobre um item basta pressionar a tecla ALT em conjunto com a letra iluminada da opção desejada.

Existem também três menus nesta tela são eles File, Utilites e Help, para acessar qualquer um deles utilize a mesma combinação ALT + letra do MENU. Para sair do MSD abra o MENU file que você vai encontrar a opção EXIT.

Pressione a tecla ALT + F para abrir o menu de FILE, então surgirão as opções do menu de FILE que são: Find File, Print Report, Arquivos de Configurações, e EXIT.

- Find File: Procura por arquivos em todo o disco ou em parte do disco.

- Print report: Esta opção fará com que o MSD emita um relatório sobre as configurações do sistema.

- Exit: esta opção fará com que você saia do MSD e retorne ao sistema operacional, você também poderá utilizar a tecla de função F3 para sair do MSD.

 

Comando Interno DIR

Mostrar o diretório de arquivos quer dizer, mostrar a lista de arquivos e diretórios que estão no disco. O comando DIR, faz com que o DOS apresente o nome dos arquivos disponíveis no DRIVE atual.

FORMATO DO COMANDO DIR:

C:\>DIR[unidade do drive: ][caminho][nome-do-arquivo]

Exemplos:

C:\>dir

Mostra a lista de um diretório do disco corrente.

C:\>dir a:

Mostra a lista do diretório do DRIVE A:

C:\>dir texto.doc

Mostra o arquivo TEXTO.DOC, caso ele esteja no disco utilizado

USANDO CARACTERES CURINGAS: Podemos mostrar apenas parte de um diretório utilizando caracteres globais. Caracteres globais são caracteres que substituam um conjunto, ou apenas outro caracter qualquer, são dois os caracteres globais:

a) * (asterisco)-substitui um conjunto qualquer de caracteres.

C:\>dir *.txt

Mostra todos os arquivos com qualquer nome principal e com extensão igual a TXT.

C:\>dir arq.*

Mostra todos os arquivos do diretório que tenham o nome principal igual a ARQ com qualquer extensão.

b) ? (interrogação)-substitui um único caracter qualquer.

C:\>dir ???.txt

Mostra todos os arquivos que tenham nome principal com três letras e extensão igual .TXT.

C:\>dir arq.??

Mostra todos os arquivos que tenham nome principal igual a ARQ e extensão com quaisquer duas letras.

USANDO PARÂMETROS: Podemos utilizar alguns parâmetros para o comando DIR, para auxiliar na pesquisa de arquivos. Parâmetros são especificações que um comando pode receber, normalmente os parâmetros estão após uma barra (/).

a) /P-causa uma pausa quando a relação de nomes de arquivos atingir uma tela cheia, fica aguardando que se tecle algo para continuar.

C:\>dir a:/p

b) /W- Mostra apenas os nomes do arquivo, de forma horizontal, 5 nomes de arquivos em cada linha mostrada.

C:\>dir b:/w

 lcm

 

c) /A- Exibe arquivos com atributos especificados.

atributos:

D- diretórios

R- arquivos apenas de leitura

S- arquivos de sistema

H- arquivos ocultos

- – prefixo não

A- arquivos

C:\>dir a:/h

d) /O- Mostra os arquivos na ordem alfabética de classificação:

N- por nome

S- por tamanho

D- data e hora

E- por extensão

G- primeiro diretórios

- – prefixo de negação

C:\>dir/o:n

e) /S- Mostra os arquivos do diretório corrente e dos subdiretórios do diretório corrente.

C:\>dir/s

f) /B- Mostra apenas o nome dos arquivos do diretório atual.

C:\>dir/b

g) /L- Mostra letras minúsculas no lugar de maiúsculas.

C:\>dir/l

 

Comando Interno COPY

O comando interno COPY é utilizado para copiar um ou mais arquivos de um disquete para outro ou de um disquete para o disco rígido ou vice-versa. O comando COPY permite que todo o conteúdo de um disquete seja copiado para outro de formato diferente, pois a cópia é feita arquivo por arquivo e não trilha a trilha.

FORMATO DO COMANDO COPY:

C:\>COPY [ORIGEM - ARQUIVO ] [DESTINO-ARQUIVO]

Exemplo:

C:\> copy A:\*.* B: <ENTER> copia todos os arquivos do

drive A para o drive B

UTILIZANDO CARACTERES CURINGA:

Existem dois caracteres curingas, assim como no comando DIR:

* – Copia todos os arquivos que atendam as especificações de nome e extensão do arquivo.

Exemplo:

A:\> copy *.TXT B:

Copia todos os arquivos que tenham qualquer nome principal, e que possuam a extensão .TXT para o drive B:

? – Copia todos os arquivos que atendam a quantidade de caracteres globais “?” colocados no nome para a cópia.

Exemplo:

A:\>copy ?????.TXT B:

Copia todos os arquivos que tenham qualquer nome principal com até 5 caracteres e que tenham extensão igual a .TXT para o drive B:

 

 

USANDO PARÂMETROS:

Alguns parâmetros que podemos usar são:

/A: Indica um arquivo de texto ASCII.

/B: Indica um arquivo binário.

/V: Verifica se os arquivos foram gravados corretamente.

OUTROS EXEMPLOS:

1)Copiando o arquivo para outro disco com o mesmo nome.

digite COPY TRAB1.TXT C:

2)Copiando o arquivo para outro disco, alterando o nome.

digite COPY TRAB1 C:\COPIA1

3)Copiando o arquivo para o mesmo disco com o nome diferente.

digite COPY TRAB1.TXT COPIA1.DOC

4)Copiando arquivos para outro disco com o mesmo nome.

digite COPY TRAB?.* C:

5)Copiando arquivos para outro disco com o mesmo nome, mas com extensão diferente.

digite COPY TRAB?.* C:\*.BAK

6)Copiando todos os arquivos para outro disco com o mesmo nome.

digite COPY *.* C:

Na versão 6.22, o comando COPY pede confirmação para regravar um arquivo que já existe no diretório ou drive de destino. Para cada arquivo existente, o comando pergunta se você quer confirmar a regravação do arquivo individual com “S”, não autoriza com “N”, ou autoriza a regravação de todos os arquivos com “T”.

 

Comando Externo XCOPY

Copia arquivos seletivamente. O XCOPY tem algumas vantagens em relação ao DISKCOPY: arquivos de origem que estão fragmentados serão reunidos no disco de destino e o XCOPY pode copiar arquivos entre discos de diferentes capacidades de dados. Entretanto, o XCOPY não pode formatar discos e o DISKCOPY pode. Em relação ao COPY o XCOPY pode ser mais rápido, pois ele carrega todos os arquivos possíveis na memória e transfere para o destino de uma vez, enquanto o COPY copia um arquivo de cada vez.

FORMATO DO COMANDO:

C:\>XCOPY [DRIVE:\CAMINHO] [ARQUIVOS] [DRIVE DESTINO] [ARQUIVO][/OPÇÕES]

Exemplo:

A:\>xcopy *.* C:

Este comando copiará todos os arquivos do disco do drive A: para o disco do drive C:

 

USANDO OS PARÂMETROS:

/A – Copia os arquivos que possuem o atributo de arquivo definido, não altera o atributo.

/M – Copia os arquivos que possuem o atributo de arquivo definido, desativa o atributo de arquivo.

/D:data – Copia os arquivos modificados na data específica ou posterior.

/P – Solicita uma configuração antes de criar cada arquivo de destino.

/S – Copia diretórios e subdiretórios, a menos que estejam vazios.

/E – Copia qualquer subdiretório, mesmo vazios. Usar com a opção /S

/V – Verifica cada arquivo novo.

/W – Solicita que seja pressionada uma tecla antes da cópia.

Na versão 6.22, o comando XCOPY pede confirmação para regravar um arquivo que já existe no diretório ou drive de destino. Para cada arquivo existente, o comando pergunta se você quer confirmar a regravação do arquivo individual com “S”, não autorizar com “N”, ou autorizar a regravação de todos os arquivos.

 

 

Comando Externo DISKCOPY

O DISCOPY é um programa utilizado para fazer duplicatas de disquetes. Esse comando permite a cópia de um disco entre duas unidades de disquete desde que os formatos dos discos sejam idênticos, ou seja, tanto o drive A: como o drive B: devem ser do mesmo tipo. Como a cópia é feita trilha a trilha, não se pode copiar um disco de 3,5 para um disco 5,25 polegadas, tampouco um disco de 360KB para um de 1,2MB, pois, apesar do tamanho físico ser idêntico, o número de trilhas é diferente.

O programa diskcopy formata o disco de destino antes de transferir o conteúdo do disquete, se detectar que ele não está formatado.

As máquinas podem ser produzidas com unidades de disquete de 1,2 MB e 1,44 MB, impossibilitando a cópia de discos entre os drives. Contudo, isto não é problema, pois o comando DISKCOPY permite que um disquete seja duplicado utilizando-se um único drive.

 

FORMATO DO COMANDO DISKCOPY:

C:\>DISCOPY [unidade1] [unidade2 :] [/parâmetros]

USANDO PARÂMETROS:

/1 – O parâmetro efetua apenas a cópia de um lado.

/V – O parâmetro efetua checagem da cópia efetuada.

Na versão 6.22, o programa faz a leitura do disco fonte de uma só vez, evitando assim o troca-troca de discos. Uma outra vantagem do novo diskcopy é a possibilidade de fazer múltiplas cópias de um mesmo original. Após gravar o disco fonte, o programa pergunta se você deseja gravar outra cópia do disco original. Para copy um disquete para o outro em um mesmo drive a unidade 1 e 2 são as mesmas:

C:\>DISCOPY A: A:

 

Comando Externo DISKCOMP

Compara trilha-por-trilha os conteúdos de dois discos flexíveis, relatando quais os números das trilhas que não são idênticos. Você não pode comparar disquetes de formatos diferentes. Esse comando é muito pouco utilizado, contudo é de muito valia para garantir que um disquete copiado não esteja com problemas.

 

FORMATO DO COMANDO DISKCOMP:

A:\>DISKCOMP unidade de origem [unidade de destino] [/opções]

Exemplos:

Se você não especificar uma segunda unidade.

A:\>DISKCOMP A:

compara o disco na unidade A com o disco na unidade atual. Se a unidade atual é a A, o DISKCOMP pede que você troque o disco várias vezes durante o processo de comparação.

USANDO OS PARÂMETROS:

/1 – Instrui o DISKCOMP para que compare apenas o primeiro lado de cada disco, mesmo em discos de dupla densidade.

/8 – Instrui o DISKCOMP para comparar apenas os 8 primeiros setores de cada trilha, mesmo se as trilhas tiverem 9 ou 15 setores.

 

Comando Externo FORMAT

Prepara um disco em branco para o recebimento e o armazenamento de dados ou cria um disco em branco novo a partir de um usado. O format organiza o disco em trilhas e setores, que são as divisões do disco.

TRILHA: é uma volta completa no disco.

SETOR: é um pedaço de cada volta no disco.

FORMATO DO COMANDO FORMAT:

FORMAT drive: [/parâmetros]

O FORMAT exibe uma mensagem indicando a unidade a ser formatada e pede que você pressione ENTER para iniciar o processo. Isso lhe dá a oportunidade de mudar o disco na unidade, se necessário, ou cancelar a operação com Ctrl-C.

Quando o processo de formatação está completo, o DOS exibe uma mensagem mostrando o número total de bytes disponíveis no disco, quantos bytes foram marcados como “setores ruins” e, se você indicou a opção /S na linha de comando, quantos bytes foram usados pelos arquivos de sistema.

 

USANDO PARÂMETROS:

/1 – Formata um único lado de um disco de dupla-face.

/4 – Formata um disco flexível de 5 ¼ polegadas (360K) em unidade de alta densidade (1,2MB).

/8 – Formata 8 setores por trilha.

/B – Aloca espaço no disco formatado para os arquivos de sistema.

/F:tamanho – Específica o tamanho do disco flexível a ser formatado (como 160 KB; 180 KB; 320 KB; 360 KB; 720 KB; 1,2 MB; 1,44MB).

/N: setores – Específica o número de setores por trilha.

/Q – Realiza uma formatação rápida.

/S – Copia arquivos de sistemas para o disco formatado.

/T:trilhas – Específica o número de trilhas por lado de disco.

/U – Específica formatação incondicional. Todos os dados de um disco previamente formatado são destruídos e você não poderá desformatar o disco posteriormente.

/V – Pede-se que você acrescente o nome do volume para o disco após a formatação.

Exemplos:

C:\ FORMAT B:

Insira o novo disco na unidade B:

e pressione ENTER quando estiver pronto…

 

Verificando o formato existente do disco.

Formatando 1,44M

Formatação concluída.

 

Nome de volume (11 caracteres, pressione ENTER para nenhum):

 

1.457.664 bytes de espaço total em disco

1.457.664 bytes disponíveis no disco.

512 bytes em cada unidade de alocação

2.847 bytes de alocação disponíveis no disco

O número de série do volume é 285D-18D0

 

Formatar outro (S/N)?

 

Quando um disco já formatado é novamente formatado, aparece a mensagem “SALVANDO INFORMAÇÕES DO UNFORMAT”. Isso significa que o disquete poderá ser recuperado pelo programa UNFORMAT se nenhum dado for gravado nele.

 

OBS: O comando unformat recupera arquivos de uma formatação de disco acidental Se um disco foi formatado acidentalmente, você pode recuperar os arquivos executando o comando UNFORMAT, seguido pela letra da unidade do disco formatado. Assim será checado e listado os arquivos que ainda podem ser recuperados. Isto é possível porque em uma formatação somente a área de FAT do disco, isto é, somente com os endereços dos arquivos e não com sua estrutura em si.

 

Sintaxe: C:\> unformat [unidade]

 

Comando Interno TYPE

Exibe o conteúdo de um arquivo. Se o arquivo exibido pelo TYPE for muito grande, ele pode rolar a tela. Por esse motivo, a saída do TYPE é freqüentemente redirecionada para uma impressora ou conectada ao comando MORE.

 

FORMATO DO COMANDO TYPE:

f:\>TYPE [unidade:\caminho] arquivo

Exemplo:

A:\>type RELATORI.TXT

Exibe na tela o conteúdo de um arquivo chamado RELATORI.TXT.

A:\>type RELATORI.TXT | MORE

Exibe o conteúdo do arquivo e pausa a exibição cada vez que a tela estiver cheia de informação.

A:\>type RELATORI.TXT > PRN

Envia o conteúdo do RELATORI.TXT para o dispositivo de impressão padrão.

OBS: O comando MORE força o DOS a exibir uma tela por vez ao invés de rolamento contínuo.

Exemplo:

A:\>more < LEIAME.TXT

Exibe o conteúdo do LEIAME.TXT na tela, pausando cada vez que a tela estiver cheia.

 

Comando Interno REN (RENAME)

É utilizado para trocar nome de arquivos, é permitido tanto a palavra REN como RENAME.

FORMATO DO COMANDO REN:

A:\>REN [unidade:\caminho\] [nome antigo] [nome novo]

Exemplo:

A:\>ren RELATORI.TXT VENDAS.TXT

Altera o nome de RELATORI.TXT para VENDAS.TXT

A:\>ren \WORD\*.BAK *.OLD

Altera os nomes de todos os arquivos com a extensão .BAK no subdiretório C:\WORD de tal forma que eles passem a ter a extensão .OLD.

 

Comando Interno DEL(ERASE)

O comando DEL ou ERASE apaga arquivos de um disquete e coloca como disponível o espaço em disco que estava previamente em uso. Seja cauteloso na exclusão de arquivos. Uma vez excluído um arquivo ele estará excluído para sempre, a menos que você possua um utilitário de recuperação (no caso do DOS o utilitário responsável pela recuperação é o comando externo UNDELETE). Se

ocorrem várias operações no disco, o utilitário poderá simplesmente não efetuar a recuperação do arquivo.

Os comandos DEL e ERASE funcionam de forma idêntica. Todas as referências nesta seção ao comando DEL também se aplicam da mesma forma para o comando ERASE.

FORMATO DO COMANDO DEL:

DEL [unidade:\caminho\]arquivo(s) [opções]

Exemplo:

A:\>del *.BAK

O comando irá excluir todos os arquivos que tenham qualquer nome principal e que possua a extensão .BAK

A:>del EXPLOSIV.???

O comando irá excluir os arquivos que tenham o nome principal EXPLOSIV e com qualquer extensão.

USANDO PARÂMETROS:

O comando DEL contém um parâmetro para auxiliar na exclusão de muitos arquivos.

/P – O parâmetro solicita a confirmação para a extensão do arquivo.

OBS: Caso você solicite o comando DEL *.*, o DOS irá excluir todos os arquivos existentes, antes porém ele solicita confirmação para exclusão.

 

 

Comando Externo UNDELETE

Recupera arquivos apagados acidentalmente. UNDELETE não garante a recuperação de todos os arquivos deletados. Para obter melhores resultados, execute o UNDELETE antes que qualquer informação seja gravada no disco. Gravações subsequentes no disco podem sobrepor a área do disco ocupada pelo arquivo apagado, tornando impossível a recuperação.

FORMATO DO COMANDO UNDELETE:

UNDELETE [drive\caminho] arquivo(s) [/opções]

USANDO PARÂMETROS:

/DT – Usa somente o arquivo de controle de exclusão.

/DOS – Utiliza o diretório corrente para localizar e recuperar arquivos apagados.

/LIST – Lista todos os arquivos apagados que podem ser recuperados.

/DS – Utiliza o método Registro de Exclusão para recuperação de dados.

/ALL – Recupera todos os arquivos definidos sem solicitar pela confirmação.

/LOAD – Carrega o Undelete na memória.

/UNLOAD – Descarrega o Undelete da memória.

Exemplo:

A:>UNDELETE C:\WORD\*.BAK

Tenta recuperar todos os arquivos no subdiretório C:\WORD que tenham a extensão .BAK.

A:>UNDELETE /LIST

O comando irá mostrar a lista de arquivos disponíveis para a recuperação.

 

Comando Externo MOVE

Move arquivos do diretório de origem para o diretório de destino, apagando os arquivos do diretório de origem no final da movimentação. É equivalente ao comando COPY e DEL aplicados ao mesmo arquivo. A partir da versão 6.2, o comando pede a confirmação da sobreposição de arquivos no caso de existirem arquivos com o mesmo nome do diretório de origem e de destino.

Este comando também pode ser usado para renomear subdiretórios. Nesses casos, indique apenas os nomes antigo e novo que quer para o subdiretório existente.

FORMATO DO COMANDO MOVE:

A:\>MOVE [DRIVE:[CAMINHO] <ARQUIVO> [DRIVE:[CAMINHO DESTINO]

Exemplo:

A:\>move *.* C:

Este comando irá mover todos os arquivos do disco do drive A: para C:

Você pode especificar mais de um arquivo de origem no mesmo comando se especificar os seus nomes completos separados por vírgulas. Se for fornecido além do diretório de destino, um nome de arquivo de origem é renomeado no destino.

Exemplo:

A:\>move T1.TXT, T2.TXT, T3.TXT C:\TEXTOS

 

Comando Interno MD (MAKE DIR)

Cria um novo subdiretório abaixo do diretório atual ou no caminho especificado.

FORMATO DO COMANDO MD:

MD [unidade:\caminho] nome do diretório novo

Exemplo:

C:\>md TESTE

Cria um subdiretório chamado TESTE um nível abaixo do subdiretório atual.

C:\>md \TESTE

Cria um subdiretório chamado TESTE um nível abaixo da raiz.

C:\>md B: \TELAS\PCX

Cria um subdiretório chamado PCX um nível abaixo do subdiretório TELAS na unidade B:

 Comando Interno RD (REMAKE DIR)

Podemos remover um determinado diretório usando o comando RD. Para remover um diretório o mesmo deve estar vazio, ou seja, não pode conter nem arquivos nem subdiretórios.

FORMATO DO COMANDO RD:

RD [unidade:\caminho] \nome do subdiretório

Exemplo:

C:\>rd DBASE

O comando irá remover o diretório chamado DBASE

 

Comando Interno CD (CHANGE DIR)

Altera o diretório atual.

FORMATO DO COMANDO CD:

A:\>CD:[drive:\caminho][..]

Exemplos

A:\>CD C:\WORD\DOC

Transforma o subdiretório \WORD\DOC como padrão da unidade C.

A:\>CD..

Passa para um subdiretório de um nível acima.

A:\>CD DOC

Vai ao subdiretório DOC do atual diretório.

A:\>CD\

Passa para a raiz de diretórios.

CRIAÇÃO DE ÁRVORE DE DIRETÓRIO

Exemplo:

A:\>MD DOS A:\

A:\>CD DOS

A:\DOS>MD SUBDOS DOS

A:\DOS>CD\ SUBDOS

A:\>MD UTIL UTIL

Comando Externo TREE

O comando TREE é um comando que mostra graficamente a árvore de diretórios e subdiretórios de um determinado disco.

FORMATO DO COMANDO TREE:

TREE [unidade:][caminho][/opções]

USANDO PARÂMETROS:

/F – Exibe os nomes dos arquivos em cada diretório.

/A – Utiliza o código ASCII ao invés de caracteres estendidos

Exemplo:

C:\>tree

O comando irá mostrar todos os diretórios e subdiretórios do disco corrente.

 

Comando Externo DELTREE

Apaga um diretório e seus subdiretórios, incluído os seus arquivos. É equivalente à combinação dos comandos DEL e RD.

FORMATO DO COMANDO DELTREE:

DELTREE unidade: caminho [/Y]

Sempre que solicitamos ao DELTREE que renova um diretório, ele nos emitirá a seguinte pergunta:

Excluir diretório “NOME” e todos seus subdiretórios? [S/N]_

Exemplo:

A:\> DELTREE UTIL

O comando eliminará o diretório UTIL e todo quanto estiver dentro deste.

A:\>DELTREE/Y DOS

O comando eliminará o diretório DOS e todo quanto estiver dentro deste, sem solicitar pela confirmação.

 

Comando Externo MEM

Mem é um comando que exibe a quantidade de memória utilizada e disponível no sistema.

FORMATO DO COMANDO MEM:

MEM [/opções]

USANDO PARÂMETROS:

/C – Use esta opção para listar os programas atualmente carregados, incluindo a quantidade de cada memória que está sendo utilizada.

/CLASSIFY – Faz a mesma coisa que a opção /C.

/DEBUG – Lista os programas e os dispositivos do sistema, incluído seus endereços, na memória RAM. /D também específica esse comando.

/MODULE – Mostra como um programa está utilizando a memória.

 

Comando Interno PATH

Este comando exibe ou define uma lista de diretórios e subdiretórios para o caminho de pesquisa onde o DOS deve procurar por arquivos executáveis, com isto podemos ter acesso a mais informações, este é o formato do PATH:

PATH [[unidade:]caminho];[...]

Para exibir o caminho de pesquisa que o computador possui é só digitar PATH e o DOS informará na tela o atual caminho de pesquisa, isto é, a que drives e seus diretórios o DOS tem acesso.

Para definir um novo caminho de pesquisa devemos especificar o local onde estão os arquivos que queremos, isto é, o drive e o diretório.

exemplo:

a:\>PATH A:\dos –> este comando fará com que o usuário tenha acesso a todos arquivos executáveis do drive A do diretório DOS

Para se definir mais de um caminho de pesquisa por vez, é só separar por ‘;’ os caminhos que queremos.

exemplo:

A:\>PATH C:\temp;A:.;A:\tc

 

Comando Externo EDIT – o editor de textos do DOS

EDIT – é o editor de texto do DOS, apesar de perder de longe do WORD ou outro editor de texto, o EDIT é conveniente por ser simples e é padrão do DOS a partir da versão 5.0, com o EDIT o usuário pode ler, criar, imprimir, entre outros, arquivos-texto e arquivos de lote, com a vantagem de ser uma maneira rápida e fácil.

O EDIT não fornece condições para acentuar palavras, nem tem alinhamento automático entre as margens, mas podemos copiar, colar ou ainda busca de texto.

Para se inicializar o EDIT existem dois métodos como segue:

A:\>EDIT <enter> ou

A:\>EDIT [nome do arquivo] <enter>

Surgirá na tela do vídeo a apresentação do EDIT com duas opções: visualizar o Guia de Utilização pressionando a tecla ENTER, ou simplesmente pressionando a tecla ESC para começar a editoração do texto. Na primeira linha temos os menus, onde cada um tem alguns comandos listados a seguir:

a) Menu ARQUIVO ou FILE, comandos:

Novo – abre uma nova janela para um novo texto

Abrir – abre um arquivo já existente

Salvar – salva o atual texto usando o nome atual do arquivo

Salvar Como… – salva o atual texto solicitando um nome para ele

Imprimir – imprimi o atual texto ou a parte marcada

Sair – finaliza o EDIT, se o atual texto não foi salvo, antes de finalizar, o EDIT

pergunta se o usuário quer salvar o texto.

b) Menu EDITAR ou EDIT, comandos:

Recortar – recorta a parte marcada do texto (comando de atalho SHIFT-DEL)

Copiar – copia a parte do texto marcada (comando de atalho CTRL-INS)

Colar – cola um texto previamente copiado (comando de atalho SHIFT-INS)

Apagar – apaga (deleta) o texto marcado (tecla de atalho DEL)

c) Menu LOCALIZAR ou SEARCH, comandos:

Procurar – procura um texto especificado, o usuário especifica o texto ou palavra que queira encontrar no texto, podendo diferenciar ou não de maiúsculas e minúsculas, este comando tem uma tela especifica que aparece quando solicitado o comando

Repetir a última procura – repete a última procura

Alterar – altera uma série de caracteres por outra que o usuário queira

 

 

Comando Interno MORE

Descrição: Exibe uma tela de saída de cada vez.

Aplicações: O comando MORE lê a entrada padrão a partir de uma ‘pipe’ (porção da memória que pode ser usada por um processo para passar informação para outro processo) ou arquivo redirecionado, exibindo uma tela de informação por vez.

Este comando é comumente usado para visualizar longos arquivos.

Formato do comando MORE:

MORE < [unidade:][caminho]nome-de-arquivo

nome -de-arquivo | MORE

Comandos Relacionados:

Exemplo:

A:\> DIR | MORE

A:\> TYPE AUTOEXEC.BAT | MORE

Comando Externo MSAV – MicroSoft Anti-Vírus

O MSAV é um utilitário do DOS 6.22 que tem como função eliminar os vírus encontrados nos discos. Os programas de vacinas, assim denominados pelos fabricantes de protetores do micro, são também conhecidos como programas Anti-Vírus. Devido a sua agilidade e facilidade em detectar e destruir os vírus, os programas de vacinas são bem conhecidos.

O programa de anti-vírus que vamos estudar é o MSAV, que já acompanha o MS-DOS 6.22, pois ele é de fácil compreensão, através deste utilitário os operadores vem solucionando os problemas com vírus encontrados.

Vamos ver qual é a função de um vírus (o que um vírus faz na verdade), os vírus em geral são programas que instalam na memória do computador e que prejudicam o funcionamento do mesmo, impedindo o uso correto do micro.

Como é que o MSAV faz para verificar se existem vírus ou não, o MSAV verifica o tamanho de cada arquivo e cadastra este tamanho juntamente com outras informações do arquivo em um arquivo gerado pelo MSAV chamado CHKLIST.MS, este arquivo, é deixado pelo MSAV no disco ou diretório corrente para futura averiguações.

Explicação da tela:

Na primeira linha da tela o MSAV centraliza o nome do programa, já no canto esquerdo o MSAV mostra um sinal como um traço (-) informando a presença de um menu de controle, que pode ser acessado através de um mouse ou ainda através das teclas Alt + Barra de Espaço.

Na terceira linha o MSAV mantém o nome da tela Menu Principal e outro menu do tipo controle (-) no canto esquerdo. Em seguida aparecem as seguintes opções em forma de menu de barras:

Encontrar – A opção Encontrar verifica se existem vírus na unidade atual. Se qualquer vírus for encontrado, você possui a opção de limpar o arquivo fechado, continuar sem limpar ou finalizar a procura.

Obs.: Se possui um mouse instalado pode pressionar em cima da opção desejada.

Encontrar e Remover – A opção Encontrar e Remover verifica se existem vírus na unidade atual. Se um vírus for encontrado, o mesmo é eliminado e a procura continua com o próximo arquivo.

Selecionar nova unidade – esta opção exibe a linha da unidade para que você possa selecionar unidade diferente a ser examinada e/ou limpa.

Opções – esta opção exibirá a caixa de diálogos de opções, na qual lhe permitirá configurar o programa. A definição de opções pode ser salva ao finalizar o programa.

Sair – Através desta opção é que você poderá encerrar o programa MSAV e retornar o Sistema Operacional.

Notem ainda que nesta tela o MSAV lhe informa através da mensagem Unidade Ativa: C:, A:, B: o Drive que você está utilizando no momento. Além de informar o drive corrente, ainda existem outras mensagens que são mostradas como: Ult. vírus encontr.: Nenhum que informa o nome do último vírus encontrado, a mensagem Nenhum indica que nenhum vírus foi encontrado. A mensagem Ultima Ação: informa qual foi a última atuação da MSAV.

Na última linha da tela estão dispostas as teclas de Função, que são:

F1 – Aciona o help do MSAV

F2 – Mostra os drives disponíveis, modo de acesso rápido para trocar o drive

F3 – Finaliza o MSAV e pede confirmação

F4 – Executa o MSAV no disco especificado

F5 – Executa o MSAV e remove os vírus encontrados

F7 – Deleta os arquivos “infectados”

F8 – Exibe as opções do programa

F9 – Exibe os vírus que podem ser detectados pelo MSAV

 

Comando Externo SCANDISK

Este programa tem como principal finalidades analisar e reparar problemas relacionados com os discos e arquivos. É uma solução melhorada para o antigo comando Chkdsk.

Este programa é executado automaticamente em diversas operações, principalmente quando se cria um drive compactado. O programa não possui um modo interativo, ou seja, uma vez iniciado ele executa uma série de testes automaticamente. Por meio da linha, podem-se inibir alguns desses testes.

O ScanDisk soluciona os seguintes tipos de problemas que podem ser encontrados em discos rígidos, acionadores de disquetes, discos virtuais e cartões de memória. Ele não atua sobre drives de rede, CD-ROM e drives criados pelo Interink, Assign, Subst ou Join.

PROBLEMAS QUE PODEM SER RESOLVIDOS

Problemas com a FAT, sistemas de arquivos, incluindo clusters perdidos e arquivos misturados, estrutura da árvore de diretórios, teste da superfície do disco tentando localizar clusters danificados e erros no setor de boot.

Além desses problemas, o ScanDisk realiza testes específicos com os drives compactados, tais como com o cabeçalho do volume, FAT, estrutura de compressão e outras características.

O ScanDisk não deve ser rodado a partir do Windows, pois, se outros programas estiverem rodando ao mesmo tempo, a situação do disco rígido pode não refletir a situação real, já que muitas vezes ele poderá apresentar divergências inexistentes entre a FAT e a estrutura de diretórios.

O SCANDISK E O DISCO DE PROTEÇÃO

Quando o ScanDisk detecta problemas no disco que está sendo testado, ele lhe dá a opção de desfazer as alterações ou os consertos feitos por ele pela criação de um disco de UNDO. A criação desse disco é opcional. No caso de o leitor desejar desfazer as alterações, esse disco só deve ser usado se o disco rígido não tiver sido alterado após sua criação. Em outras palavras, o processo de cancelamento das alterações deve ser feito imediatamente após seu término.

A seguir, encontram-se possíveis sintaxes para o comando ScanDisk.

Sintaxe básica:

SCANDISK [drive] [/opções]

Sintaxe para trabalhar com discos compactados:

SCANDISK drive:\DBLSPACE.nnn [/checkonly| /autofix[/nosave]]

Sintaxe para verificar o grau de fragmentação de um disco:

SCANDISK /FRAGMENT [drive:][caminho]nomearq

para desfazer as alterações usando um disco de segurança:

SCANDISK /UNDO [drive:]

Onde [drive:] é o drive que contém o disco de segurança

OPÇÕES:

/ALL = Verifica e repara todos os drives locais.

/AUTOFIX = Faz os reparos sem pedir confirmação

/CHECKONLY = Verifica um drive, mas não faz nenhum reparo.

/CUSTOM = Configura e executa o Scandisk baseado no arquivo de configuração SCANDISK.INI.

/NOSAVE = Usado com a opção /AUTOFIX, elimina clusters perdidos sem gravá-los em disco.

/NOSUMMARY = Usado com /CHECKONLY ou /AUTOFIX, evita que o ScanDisk pare em telas de resumo.

/SURFACE = Executa o teste de superfície após os outros testes.

/MONO = Configura o ScanDisk para usar vídeo monocromático.

 

Comando Externo DEFRAG

É o defragmentador de arquivos do DOS 6.22. Esses programa é na verdade o programa SD do Norton Utilities, licenciado pela Microsoft.

Sintaxe:

DEFRAG [drive:] [/F] [Sordem] [/V] [/B] [/SKIPHIGH]

DEFRAG [drive:] [/U] [/V] [/B] [/SKIPHIGH]

OPÇÕES:

drive = Drive a ser testado/defragmentado.

/F = Otimização total

/U = Defragmentar somente arquivos.

/B = Reinicializar o computador após o processo.

/Sx = Ordenar os arquivos pela ordem especificada:

N nome

E extensão

D data e hora

S tamanho

- Inverte a ordem especificada

/SKIPHIGH = Não utiliza a memória superior.

/LCD = Usar esquema de cores LCD

/BW = Usa preto-e-branco como cor do monitor

/GO = Desabilita mouse gráfico e conjunto de caracteres gráficos.

 

O DOS, pode ou não gravar um arquivo em vários clusters seqüenciais. À medida que arquivos vão sendo gravados ou apagados, o disco começa a ficar fragmentado, ou seja, surgem pequenas áreas não contínuas que não permitem a gravação integral de um arquivo em clusters seqüenciais.

Esse fato acaba fazendo com que o acesso para a leitura de um arquivo acabe ficando mais lento devido aos movimentos que a cabeça de leitura e gravação tem de fazer.

Quanto mais arquivos fragmentados existirem no disco, mais lento será o tempo de acesso aos dados. O programa DEFRAG tem como finalidade copiar os dados de um arquivo para setores consecutivos além de organizar os arquivos em ordem de tamanho. Se o comando DEFRAG for especificado sem letra de drive sucedendo-o, programa entra no modo interativo e pede para selecionar um drive a partir de uma caixa de diálogo.

Após selecionar o drive desejado o DEFRAG analisa o conteúdo do disco e apresenta um diagnóstico recomendado ou não a defragmentação do disco.

Dependendo do grau de fragmentação do disco, o DEFRAG usa um método diferente para realizar esse trabalho. Em princípio, aceite o método proposto e confirme a execução da otimização do disco.

Após ter sido iniciado o processo de otimização, o usuário pode interrompê-lo a qualquer momento pressionando <esc>. O trabalho executado até aquele momento não é perdido, sendo considerado se o programa Defrag for acionado novamente. ä medida que o processo vai sendo executado, o percentual executado aparece na parte inferior da tela.

Comandos do MS-DOS na versão 6.22

Abaixo apresentamos uma lista de comandos do MS-DOS, com um resumo sobre cada uma deles. Veja que isto é só um resumo, que dá uma rápida noção, somente para que você vá ao Help já sabendo o que vai pesquisar. Sempre que vir neste texto a observação “Verifique no Help´”, é porque há coisas muito mais importantes para se ver a respeito do comando. Vá até o Help e só execute o comando se tiver certeza que o entendeu bem.

 

COMANDOS

RESUMO SOBRE O COMANDO

Append Possibilita que um programa abra um arquivo de dados em outro diretório como se estivesse dentro dele.
Attrib Mostra os atributos de um arquivo, podendo alterá-los também.
Break Ativa ou desativa a ação de Crtl + C
Buffers Aloca a memória
Call Permite que se chame um programa de lote, estando em outro. Call faz isso sem sair do primeiro programa.
Cd Muda o diretório atual ou simplesmente o exibe.
Chcp Define o número de página de código ativa.
Chdir Muda o diretório atual ou simplesmente o exibe.
Chkdsk Cria um relatório sobre um disco e o exibe.
Choice Solicita que se escolha um programa de lote.
Cls Limpa a tela.
Command Inicia uma nova versão do interpretador de comandos de comandos do MS-DOS.
Copy Copia arquivos para o outro local.
Country Permite a utilização de formatos de data, hora e moedas em níveis internacionais. (Verifique no Help como usá-lo)
Ctty Altera o dispositivo de terminal usado para controlar seu computador.
Date Exibe a data e permite alterá-la.
Debug Inicia um programa chamado Debug que permite verificar os arquivos executáveis.
Defrag Reorganiza um disco para aumentar o desempenho, permite várias opções como colocar seus arquivos em ordem alfabética e data.
Del Apagar (Excluir) arquivos.
Deltree Apagar arquivos de um diretório.
Device Carregar um controlador de dispositivo.
Devicehigh Carrega os controladores de dispositivo na memória alta.
Dir Mostra a lista dos arquivos de um diretório.
Diskcomp Compara o conteúdo de dois discos flexível.
Diskcopy Copia todo o conteúdo de arquivos de uma unidade para outra.
Dos Carregar parte do Dos na área de memória alta.
Doshelp Mostra um resumo de todos os comandos do MS-DOS.
Doskey Carregar para a memória o programa doskey. Permite que se crie macros e se edite linhas de comandos.
Drvspace Aumente o espaço em uma unidade. Verifique tudo a respeito deste comando antes de usá-lo.
Drivparm Define os parâmetros para dispositivos de bloco.
Echo Indica se o recurso de repetição de comando está ativado ou desativado.
Edit Inicia o Editor MS-DOS.
Emm.386 Permite o suporte de memória expandida.
Erase O mesmo que DEL.
Exit Permite sair do programa comman.com.
Expand Expande um arquivo compactado.
Fastopen Inicia o programa Fastopen.
FC Compara dois arquivos e mostra a diferença entre eles.
Fcbs Este comando permite especificar o número de blocos de controle de arquivos.
Fdisk Inicia o programa Fdisk, o qual configura um disco rígido a ser usado com o MS-DOS.
Files Específica o número de arquivos que podem ser acessados ao mesmo tempo pelo MS-DOS.
Find Pesquisa uma seqüência de texto especificada.
For Executa um comando especificado para arquivos de um conjunto de arquivos.
Format Formatar um disco a ser usado com o MS-DOS.
Goto Leva o MS-DOS para uma determinada linha em um programa de lote marcada por um nome especificado.
Graphics Carrega um programa que permite o conteúdo de sua tela de computador.
Help Inicia a ajuda do MS-DOS.
If Executa o processamento condicional em programas de lote.
Include Inclui o conteúdo de um bloco de configurações.
Install Carrega dentro da memória um programa residente na memória
Interink Conecta dois computadores através de portas paralelas.
Intersvr Inicia o servidor Interink.
Keyb Inicia um programa que configura o teclado para uma língua específica.
Label Cria, altera ou exclui o título (nome) do volume de um disco.
Lastdrive Específica o número máximo de unidades que podem ser acessados.
Loadfix Assegura que um programa seja carregado acima dos 64k iniciais de memória convencional.
Loadhigh O mesmo que “Lh”, carrega um programa dentro da memória superior.
Md O mesmo que Mkdir. Cria um diretório.
Mem Exibe a quantidade de memória utilizada e disponível de seu computador.
Memmaker Inicia o programa Memmaker, que otimiza a memória do seu computador.
Menudefault Específica um item no menu padrão.
Mode Configura uma placa de impressão.
More Exibe de uma vez uma tela de saída.
Move Move um ou mais arquivos para um local especificado.
Msav Inicia o Microsft Anti-Vírus.
Msbackup Cria cópias de segurança ou recupera um ou mais arquivos.
Mscdex Fornece acesso a controladores de CD-ROM.
Msd Fornece informações sobre o computador, qual é o microprocessador, monitor etc.
Nisfunc Inicia o programa que carrega informações do pais para suporte nacional a linguagem (NLS).
Numlock Ativa ou desativa o teclado numérico para quando o computador é inicializado.
Path Indica em quais os caminhos (direções) o MS-DOS deve pesquisar arquivos executáveis.
Pause Interrompe o processamento de um programa.
Power Ativa e desativa o consumo de energia elétrica, também exibe um relatório sobre o consumo de energia.
Print Imprime um arquivo de texto.
Prompt Altera a aparência do aviso de comando.
Qbasic Inicia o MS-DOS Qbasic
Rd Remove um diretório especifico, o mesmo que Rmdir.
Rem Permita que se escreva linhas de comentários em arquivos de lote.
Ren Renomeia um diretório. O mesmo que Rename.
Replace Substitui arquivos nos diretório de destino por arquivos no diretório de origem que possuem o mesmo nome.
Restore Restaura arquivos que foram copiados usando o comando Backup.
Rd O mesmo que Rmdir,remove um diretorio.
Scandisk Verifica problemas no disco e corrige-os.
Set Exibe, define ou remove variáveis de ambiente.
Setver Define a tabela de versões.
Share Inicia o programa Share, que propicia o computador de arquivos.
Shell Especifica o nome e a posição do interpretador de comandos a ser usado.
Shift Altera a posição de parâmetros substituíveis em um programa de lote.
Smartdrv Quando usado em uma linha do arquivo Autoexec.Bat, cria um cache de disco na memória estendida. Este cache permite um acesso rápido ao disco rígido.
Sort Lê entradas, classifica dados e grava os resultados da tela, em um arquivo ou em outro dispositivo.
Stacks Permite o uso dinâmico de pilhas de dados para gerenciar interrupções de hardware.
Submenu Define um item do menu de inicialização que quando selecionado, exibe outro conjunto de opções.
Subst  Associa um caminho a uma letra de unidade.
Switches Oferece opções especiais.
Sys Cria um novo disco de inicialização.
Time Altera a hora do sistema.
Tree Mostra a estrutura de diretórios.
Type Mostra o conteúdo de um arquivo de texto.
Undelete Restaura arquivos anteriormente excluídos.
Unformat Restaura um disco apagado pelo comando Format.
Ver Mostra a versão do MS-DOS.
Verify Informa o MS-DOS para verificar se seus arquivos foram gravados corretamente em um disco.
Vol Exibe o nome do volume.
Vsafe Verifica continuamente o computador quando à vírus e exibe uma advertência ao localizar um.
Xcopy Copia arquivos, diretórios, subdiretórios.

 

:: CRÉDITOS DAS MARCAS

 

 

 

O autor do Livro envidou os seus melhores esforços para fornecer as informações sobre a marca, o nome da empresa, os produtos e os serviços mencionados neste livro. A marca mostrada abaixo foi obtida de diversas fontes. O autor não pode estar à veracidade destas informações.

 

MS-DOS 6.22 é marca registrada da Microsoft Corporation.  

 

O nome do produto e serviços identificados neste livro é uma marca registrada ou propriedade de sua respectiva empresa. São utilizados neste livro exclusivamente de forma editorial e para o benefício dessa mesma empresa. Esses usos, ou o uso de qualquer outra marca, não indica concordância e nenhum tipo de associação com o livro.

Nenhuma parte deste livro, sem a autorização prévia por escrito do autor, poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros. Todo o esforço foi feito para fornecer a mais completa e adequada informação. Contudo a editora e o autor não assumem responsabilidade pelos resultados e uso da informação fornecida.

Recomendamos ao leitores testar a informação antes de sua utilização.

ANTI- REUMÁTICO E ANTIINFLAMATÓRIO

Tenoxicam

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO – TILATIL injetável

Nome genérico 
Tenoxicam

Forma farmacêutica e apresentação: – TILATIL injetável

Pó liofilizado – caixas com 5 frascos-ampola + 5 ampolas de diluente (2 ml).

USO ADULTO

Composição – TILATIL injetável

Cada frasco- ampola contém 20mg de tenoxicam:
4- hidroxi-2-metil-N-2-piridil-2H-tieno-[2,3-e]-1,2-tiazina-3-carboxam ida-1,1-dióxido.

Tenoxicam é um derivado tienotiazínico pertencente à classe química dos oxicans.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE – TILATIL injetável

O que é Tilatil®? – TILATIL injetável

O Tilatil® pertence à classe química dos oxicans. Sua substância ativa – tenoxicam – tem propriedades
antiinflamatórias, analgésicas, antitérmicas e inibe a agregação plaquetária.

Para que é usado Tilatil® ? – TILATIL injetável

Tilatil® é prescrito pelos médicos para tratar os sintomas de doenças com componentes inflamatórios, degenerativos e dolorosos em geral, principalmente do sistema músculo- esquelético, como artrite reumatóide, osteoartrite, osteoartrose, espondilite anquilosante, tendinite e bursite.

Quando Tilatil® não deve ser utilizado ? – TILATIL injetável

Tilatil® não deve ser utilizado em pacientes que:

 tenham hipersensibilidade ao tenoxicam;

 estejam tomando outros antiinflamatórios não esteróides que tenham induzido sintomas de asma, rinite eurticária;

 tenham doenças graves do trato gastrintestinal superior;

 se submeterão à anestesia ou cirurgia.

Quando se deve ter cuidado especial ao utilizar Tilatil®? – TILATIL injetável

 Em pacientes que estejam tomando outros antiinflamatórios ou salicilatos, devido ao risco de reações adversas no trato gastrintestinal;

 Em pacientes que estejam tomando anticoagulantes e/ou hipoglicemiantes orais, devido à interação medicamentosa;

Em pacientes idosos ou com doenças do rim, fígado e coração, deve-se controlar adequadamente a função renal, com exames de laboratório. – TILATIL injetável

Tilatil® pode ser usado durante a gravidez ou amamentação ? – TILATIL injetável

Você deve comunicar ao seu médico se estiver grávida ou tiver intenção de engravidar.

Embora não tenham sido observados defeitos físicos no feto, a segurança do Tilatil® durante a gravidez elactação não foi ainda estabelecida.

Como Tilatil® deve ser utilizado ? – TILATIL injetável

Para todas as indicações recomenda- se 20mg de tenoxicam (1 frasco-ampola), por via IM ou IV, uma vez ao dia, sempre à mesma hora, todos os dias.

Quando e como deve ser suspenso o tratamento com Tilatil® ? – TILATIL injetável

Seu médico sabe quando você deve parar o tratamento. O tempo de tratamento varia com o tipo e evolução da doença.

Quais são os possíveis efeitos adversos com Tilatil®? – TILATIL injetável

Durante os estudos, Tilatil® foi bem tolerado nas doses recomendadas. As reações adversas foram leves e transitórias, desaparecendo mesmo com a continuidade do tratamento.

Os sintomas mais freqüentes foram gastrintestinais, como dor de estômago, náuseas e azia (11%), sintomasde pele (3%), do trato urinário e vias biliares (1% – 2%).

Como Tilatil® deve ser guardado ? – TILATIL injetável

Como todos os medicamentos, Tilatil® deve ser mantido fora do alcance das crianças. Conservar ao abrigo do calor.

A data de fabricação e o prazo de validade do Tilatil® estão impressos na embalagem externa do produto. O uso de qualquer remédio com prazo de validade vencido não é recomendável.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

INFORMAÇÃO TÉCNICA – TILATIL injetável

Propriedades e efeitos – TILATIL injetável

O tenoxicam apresenta propriedades antiinflamatórias, analgésicas, antitérmicas e também inibidoras da agregação plaquetária. É um potente inibidor da biossíntese das prostaglandinas tanto “in vitro” (vesículas seminais de carneiro) como “in vivo” (proteção da toxicidade ácido- induzida em camundongos). Testes realizados “in vitro” com peroxidase de leucócitos sugerem que o tenoxicam pode neutralizar o oxigênio livre produzido no local da inflamação. Estes efeitos farmacológicos explicam, pelo menos em parte, a eficácia do Tilatil®, no tratamento das doenças inflamatórias e degenerativas dolorosas do sistema músculo-esquelético.

Como ocorre com outros inibidores das prostaglandinas, estudos toxicológicos em animais revelaram efeitos renais e gastrintestinais, aumento da incidência de distócias e prolongamento da gestação. Nos animais, o tenoxicam não revelou qualquer efeito mutagênico, carcinogênico ou teratogênico.

Farmacocinética – TILATIL injetável

Após administração intravenosa de 20mg de tenoxicam, as concentrações plasmáticas caem rapidamente nas duas primeiras horas devido principalmente aos processos de distribuição. Após este curto período não se observa nenhuma diferença entre as concentrações plasmáticas após administração intravenosa ou oral. Após 15 minutos da administração intramuscular, as concentrações plasmáticas alcançam 90% ou mais das concentrações plasmáticas máximas, isto é, concentrações bem próximas das obtidas após administração oral.
Entretanto, as diferenças entre as concentrações plasmáticas obtidas com as duas formas galênicas são limitadas às duas primeiras horas da administração. A biodisponibilidade do tenoxicam após administração intramuscular é total sendo idêntica à obtida após administração oral. Sua taxa de ligação às albuminas séricas é superior a 99%.

O tenoxicam apresenta boa penetração no líquido sinovial, mas os picos de concentração são atingidos posteriormente, em comparação aos do plasma.

Antes de ser eliminado do organismo o tenoxicam sofre uma biodegradação virtualmente completa. Sua meia- vida de eliminação é, em média, de 72 horas (valores extremos: 42 – 98 horas). Até dois terços da dose oral administrada são excretados pela urina (principalmente sob forma do metabólito inativo 5-hidroxipiridil) e o restante pela bile (quantidade importante sob forma de glicuronoconjugados).

Estudos em pacientes idosos ou com insuficiência renal ou cirrose hepática sugerem que não é necessário qualquer ajustamento na posologia para se conseguirem concentrações plasmáticas semelhantes àquelas obtidas em indivíduos saudáveis.

Devido à elevada taxa de ligação protéica do tenoxicam é necessário precaução quando os níveis de albuminas plasmáticas estiverem muito reduzidos (por exemplo, na síndrome nefrótica).

Indicações – TILATIL injetável

O Tilatil® injetável está indicado para o tratamento inicial das seguintes doenças inflamatórias e degenerativas, dolorosas do sistema músculo- esquelético:

 artrite reumatóide;

 osteoartrite e osteoartrose;

 espondilite anquilosante;

 afecções extra- articulares, como por exemplo, tendinite, bursite, periartrite dos ombros (síndrome ombro-mão) ou dos quadris; distensões ligamentares e entorses.

Restrições de uso – TILATIL injetável

O Tilatil® não deve ser administrado nos seguintes casos: pacientes com reconhecida hipersensibilidade ao tenoxicam; pacientes nos quais os salicilatos ou outros antiinflamatórios não esteróides tenham induzidosintomas de asma, rinite ou urticária; pacientes que sofrem ou que sofreram de doenças graves do trato gastrintestinal superior, incluindo a gastrite, úlcera duodenal e gástrica.

Antes da anestesia ou cirurgia, Tilatil®, assim como os demais antiinflamatórios não esteróides, não deve ser administrado a pacientes idosos, pacientes com potencial para desenvolver insuficiência renal ou com risco aumentado de sangramento, devido a maior possibilidade de ocorrência de insuficiência renal aguda e possível perturbação na hemostasia.

Pacientes já em tratamento com salicilatos ou outros antiinflamatórios não esteróides devem ser excluídos devido ao risco de reações adversas a nível gastrintestinal, assim como os tratamentos simultâneos com anticoagulantes e/ou antidiabéticos orais devem ser evitados, a não ser nos casos em que os pacientes possam ser bem controlados.

A inibição da prostaglandina- sintetase pode ocasionar distúrbios na função renal. Por isto, quando do uso de Tilatil®, assim como ocorre com os demais antiinflamatórios, é importante controlar adequadamente a funçãorenal (nitrogênio uréico, creatinina, aparecimento de edemas, aumento de peso, etc.) de pacientes idosos e/ou com potencial de risco para desenvolver insuficiência renal, tais como: doença renal pré-existente,cirrose hepática, insuficiência cardíaca congestiva, hipovolemia, uso concomitante de diuréticos ou de medicamentos com conhecido potencial nefrotóxico.

Uso na gravidez - TILATIL injetável

Embora não tenham sido observados efeitos teratogênicos nos estudos com animais, a segurança do Tilatil®, durante a gravidez e lactação não foi ainda estabelecida.

Interações medicamentosas – TILATIL injetável

Nas doses recomendadas não se observou interação na administração concomitante de Tilatil®, comantiácidos, probenicida, cimetidina, glibornurida e warfarina. A femprocumona não alterou a cinética do tenoxicam mas ocasionou uma redução do tempo de protrombina (Quick) (ver “Restrições de uso”). Como ocorre com outros antiinflamatórios não esteróides, o salicilato desloca o tenoxicam dos pontos de ligação àsproteínas, aumentando assim a eliminação e o volume de distribuição do tenoxicam (Ver “Restrições de uso”). Não se observou interação clinicamente relevante num pequeno número de pacientes que receberam
tratamento concomitante com sais de ouro ou penicilamina, assim como não houve alterações na pressão sangüínea ou na freqüência cardíaca em pacientes que usaram simultaneamente diferentes
anti- hipertensivos. Durante os ensaios clínicos não foram relatados casos de interação em pacientes tratados concomitantemente com produtos digitálicos. Assim como ocorre com os antiinflamatórios não esteróides,
em geral Tilatil®, não deve ser administrado com diuréticos poupadores de potássio. Até que novos dados estejam disponíveis, não se pode excluir a possibilidade de que a estimulação da excreção urinária por outrosdiuréticos seja diminuída pelo Tilatil®.

Reações adversas – TILATIL injetável

Durante ensaios clínicos com duração de um a cinco dias, o Tilatil® injetável foi geralmente bem tolerado na dose recomendada de 20mg ao dia. A tolerabilidade local foi boa. A proporção de pacientes com reações adversas clínicas ou laboratoriais foi de aproximadamente 12,5%. Em geral foram reações leves e transitórias, desaparecendo mesmo com a continuidade do tratamento. Somente em cerca de 1% de todos os
pacientes tratados com a dose de 20mg ao dia foi necessário interromper o uso do Tilatil®, Baseados nestes ensaios clínicos podem ser previstas as seguintes incidências de reações adversas:

11% – Trato gastrintestinal (gastralgia, pirose, náuseas, etc.);

3% - Sistema nervoso central (vertigem, cefaléia);

1- 2% – Pele (prurido, exantema, eritema, urticária);

Como ocorre com outros antiinflamatórios não esteróides, em raros casos podem ocorrer reações cutâneas graves, tais como síndrome de Stevens- Johnson ou síndrome de Lyell.

1- 2% – Trato urinário (aumento de nitrogênio uréico sangüíneo ou de creatinina plasmática) e rins;

1- 2% – Vias hepáticas e biliares (aumento de SGOT, SGPT, Gama-GT e bilirrubina).

Reações adversas raras: redução de hemoglobina, granulocitopenia, trombocitopenia, edema ligeiro e
fotodermatose.

Estudos prolongados (12- 48 meses): não revelaram qualquer aumento na freqüência de reações adversas.

Posologia – TILATIL injetável

Posologia habitual

Para todas as indicações recomenda- se 20mg (1 frasco-ampola) por via IM ou IV, uma vez ao dia, por um ou dois dias, inicialmente.

A seguir, o tratamento deve ser continuado com dose de 20mg por dia, por via oral (1 comprimido) ou por via retal (1 supositório).

Doses superiores a 20mg devem ser evitadas, pois isto aumentaria a incidência e a intensidade das reações adversas sem um aumento significativo da eficácia.

Ao conteúdo do frasco- ampola deve-se adicionar o conteúdo do diluente (2 ml de água estéril para injeção). A solução assim preparada deve ser usada imediatamente.

Instruções posológicas especiais

Em princípio, a posologia anteriormente recomendada aplica- se também aos idosos e a pacientes com doença renal ou hepática (vide “Restrições de uso”).

Devido à falta de experimentação clínica, ainda não foi estabelecida a segurança e posologia para pacientescom menos de 18 anos.

Conduta na superdosagem – TILATIL injetável

Embora não exista experiência de superdosagem aguda com o tenoxicam, pode- se esperar que os sinais esintomas mencionados em “Reações adversas” ocorram de modo mais pronunciado.

Em caso de superdosagem ou que se suspeite de tal, deve- se interromper o tratamento. Nenhum antídotoespecífico é conhecido até o presente.

A superdosagem deve ser controlada através de medidas que visem reduzir a absorção e acelerar a eliminação da substância. Distúrbios gastrintestinais podem ser tratados com antiácidos e com medicamentos antagonistas dos receptores H2. Se necessário, a eliminação do tenoxicam pode ser significativamente acelerada através da administração de três doses de 4g de colestiramina

Motores elétricos

LCM::: INFORMÁTICA:::

A rotação inerente aos motores elétricos é a base do funcionamento de muitos eletrodomésticos. Por vezes, esse movimento de rotação é óbvio, como nos ventiladores ou batedeiras de bolos, mas freqüentemente permanece um tanto disfarçado, como nos agitadores das máquinas de lavar roupas ou nos ‘vidros elétricos’ das janelas de certos automóveis.
Motores elétricos são encontrados nas mais variadas formas e tamanhos, cada qual apropriado á sua tarefa. Não importa quanto torque ou potência um motor deva desenvolver, com certeza, você encontrará no mercado aquele que lhe é mais satisfatório.

MO

Alguns motores operam com corrente contínua (CC / DC) e podem ser alimentados quer por pilhas/baterias quer por fontes de alimentação adequadas, outros requerem corrente alternada (CA / AC) e podem ser alimentados diretamente pela rede elétrica domiciliar. Há até mesmo motores que trabalham, indiferentemente, com esses dois tipos de correntes.

Princípio de funcionamento

Aqui pretendemos examinar os componentes básicos dos motores elétricos; ver ‘o que faz um motor girar’ e como os motores diferem um dos outros. Para fazer isso iremos nos aproveitar de conceitos já conhecidos sobre os ímãs, forças magnéticas entre ímãs, ação dos campos magnéticos sobre as correntes etc., e, quando se fizer necessário, revisaremos algumas dessas importantes relações que existem entre eletricidade e magnetismo. Nota: Nessa primeira parte, mais elementar, usaremos apenas o conceito de “repulsão/atração entre pólos magnéticos”; numa segunda parte, mais avançada, usaremos do conceito da “ação dos campos magnéticos sobre as correntes”.

Enquanto não avançamos no assunto, vá pensando: Como as forças magnéticas podem fazer algo girar? Se as forças magnéticas são as causas do ‘por que o motor gira’, por que não podemos fazer um motor construído exclusivamente com ímãs permanentes? O que é que determina ‘para que lado’ o motor vai girar?

O que faz girar o rotor do motor elétrico?

O rotor do motor precisa de um torque para iniciar o seu giro. Este torque (momento) normalmente é produzido por forças magnéticas desenvolvidas entre os pólos magnéticos do rotor e aqueles do estator. Forças de atração ou de repulsão, desenvolvidas entre estator e rotor, ‘puxam’ ou ‘empurram’ os pólos móveis do rotor, produzindo torques, que fazem o rotor girar mais e mais rapidamente, até que os atritos ou cargas ligadas ao eixo reduzam o torque resultante ao valor ‘zero’. Após esse ponto, o rotor passa a girar com velocidade angular constante. Tanto o rotor como o estator do motor devem ser ‘magnéticos’, pois são essas forças entre pólos que produzem o torque necessário para fazer o rotor girar. 
Todavia, mesmo que ímãs permanentes sejam freqüentemente usados, principalmente em pequenos motores, pelo menos alguns dos ‘ímãs’ de um motor devem ser ‘eletroímãs’. 
Um motor não pode funcionar se for construído exclusivamente com ímãs permanentes! Isso é fácil de perceber pois, não só não haverá o torque inicial para ‘disparar’ o movimento, se eles já estiverem em suas posições de equilíbrio, como apenas oscilarão, em torno dessa posição, se receberem um ‘empurrão’ externo inicial.

É condição necessária que algum ‘pólo’ altere sua polaridade para garantir a rotação do rotor. Vamos entender melhor isso, através da ilustração abaixo.

MOT

Um motor simples consiste de uma bobina que gira entre dois ímãs permanentes. (a) Os pólos magnéticos da bobina (representados como ímã) são atraídos pelos pólos

opostos dos ímãs fixos. (b) A bobina gira para levar esses pólos magnéticos o mais perto possível um do outro mas, (c) ao chegar nessa posição o sentido da corrente é invertido e (d) agora os pólos que se defrontam se repelem, continuando a impulsionar o rotor.

Acima esquematizamos um motor simples onde o estator é constituído por ímãs permanentes e o rotor é uma bobina de fio de cobre esmaltado por onde circula uma corrente elétrica. Uma vez que as correntes elétricas produzem campo magnéticos essa bobina se comporta como um ímã permanente, com seus pólos N (norte) e S (sul) como mostrados na figura.
Comecemos a descrição pela situação ilustrada em (a) onde a bobina apresenta-se horizontal. Como os pólos opostos se atraem, a bobina experimenta um torque que age no sentido de girar a bobina ‘para a esquerda’. A bobina sofre aceleração angular e continua seu giro para a esquerda, como se ilustra em (b). Esse torque continua até que os pólos da bobina alcance os pólos opostos dos ímãs fixos (estator). Nessa situação (c) — a bobina girou de 90o — não há torque algum, uma vez que os braços de alavanca são nulos (a direção das forças passa pelo centro de rotação); o rotor está em equilíbrio estável (força resultante nula e torque resultante nulo). Esse é o instante adequado para inverter o sentido da corrente na bobina. Agora os pólos de mesmo nome estão muito próximos e a força de repulsão é intensa. Como a bobina já apresenta um momento angular ‘para a esquerda’, ela continua girando ‘para a esquerda’ (algo como uma ‘inércia de rotação’) e o novo torque (agora propiciado por forças de repulsão), como em (d), colabora para a manutenção e aceleração do movimento de rotação.
Mas, mesmo após a bobina ter sido girada de 180o — não ilustrada na figura –, o movimento continua, a bobina chega na ‘vertical’ — giro de 270o –, o torque novamente se anula, a corrente novamente inverte seu sentido, novo torque e a bobina chega novamente á situação (a) — giro de 360o –. E o ciclo se repete.
Essas atrações e repulsões bem coordenadas é que fazem o rotor girar, embora o modo como tais torques sejam obtidos possam variar entre os vários tipos de motores. A inversão do sentido da corrente, no momento oportuno, é condição indispensável para a manutenção dos torques ‘favoráveis’, os quais garantem o funcionamento dos motores. É por isso que um motor não pode ser feito exclusivamente com ímãs permanentes!

A seguir, vamos examinar como essa ‘condição indispensável para a manutenção dos torques favoráveis’ é implementada nos diferentes tipos de motores. Perceba, por exemplo, que nas explicações acima, nada foi dito sobre ‘como inverter o sentido da corrente’.

Motores CC

Fazer um motor elétrico que possa ser acionado por pilhas ou baterias não é tão fácil como parece. Não basta apenas colocar ímãs permanentes fixos e uma bobina, pela qual circule corrente elétrica, de modo que possa girar entre os pólos desses ímãs.  Uma corrente contínua, como o é a fornecida por pilhas ou baterias, é muito boa para fazer eletroímãs com pólos imutáveis mas, como para o funcionamento do motor é preciso periódicas mudanças de polaridade, algo

tem que ser feito para inverter o sentido da corrente nos momentos apropriados.

Na maioria dos motores elétricos CC, o rotor é um ‘eletroímã’ que gira entre os pólos de ímãs permanentes estacionários. Para tornar esse eletroímã mais eficiente o rotor contém um núcleo de ferro, que torna-se fortemente magnetizado, quando a corrente flui pela bobina. O rotor girará desde que essa corrente inverta seu sentido de percurso cada vez que seus pólos alcançam os pólos opostos do estator. 
O modo mais comum para produzir essas reversões é usar um comutador.

moto

A corrente flui ora num sentido ora no outro, no rotor desse motor CC, graças às escovas de metal (esquerda da ilustração). Essas escovas tocam o comutador do rotor de forma que a corrente inverte seu sentido a cada meia volta do rotor.

Em sua forma mais simples, um comutador apresenta duas placas de cobre encurvadas e fixadas (isoladamente) no eixo do rotor; os terminais do enrolamento da bobina são soldados nessas placas. A corrente elétrica ‘chega’ por uma das escovas (+), ‘entra’ pela placa do comutador, ‘passa’ pela bobina do rotor, ‘sai’ pela outra placa do comutador e ‘retorna’ á fonte pela outra escova (-). Nessa etapa o rotor realiza sua primeira meia-volta. Eis um visual completo:

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Nessa meia-volta, as placas do comutador trocam seus contatos com as escovas e a corrente inverte seu sentido de percurso na bobina do rotor. E o motor CC continua girando, sempre com o mesmo sentido de rotação.
Mas, o motor CC acima descrito tem seus problemas. Primeiro não há nada que determine qual será o sentido de sua rotação na partida, tanto poderá iniciar girando para a ‘esquerda’ como para a ‘direita’. Segundo, é que por vezes, as escovas pode iniciar tocando ambas as placas ou eventualmente nenhuma; o motor ‘não dá partida’! Para que a partida se dê com total confiança e no sentido certo é preciso que as escovas sempre ‘enviem’ corrente para o rotor e que não ocorra nenhum curto circuito entre as placas devido às escovas.

Na maioria dos motores CC consegue-se tais exigências colocando-se várias bobinas no rotor, cada uma com seu par de placas no comutador. Conforme o rotor gira, as escovas suprem a corrente para as bobinas, uma de cada vez, uma após a outra. A ‘largura’ das escovas também deve ser bem planejada.

O rotor de um motor CC gira com velocidade angular que é proporcional à tensão aplicada em suas bobinas. Tais bobinas têm pequena resistência elétrica e conseqüentemente seriam percorrida por intensas correntes elétricas se o rotor permanecesse em repouso. Todavia, uma vez em movimento, as alterações do fluxo magnético sobre tais bobinas, geram uma força contra-eletromotriz (f.c.e.m.), extraem energia daquela corrente e baixa as tensões elétricas sobre tais bobinas. O torque resultante se anulará quando essa f.c.e.m. se igualar á tensão elétrica aplicada; a velocidade angular passa a ser constante.
Em geral, ‘carregando-se’ o motor (ligando seu eixo a algo que deve ser movimentado) sua rotação não varia acentuadamente, mas, uma maior potência será solicitada da fonte de alimentação (aumenta a intensidade de corrente de alimentação). Para alterar a velocidade angular devemos alterar a tensão aplicada ao motor. 

O sentido de rotação do rotor depende das assimetrias do motor e também do sentido da corrente elétrica; invertendo-se o sentido da corrente o motor começará a girar ‘para trás’. É assim que fazemos um trenzinho de brinquedo ‘andar para trás’; invertemos o sentido da corrente em seu rotor.

Motores universais

Antes de comentarmos sobre os verdadeiros motores elétricos AC, vejamos um tipo intermediário de motor denominado motor universal. Esse motor pode funcionar tanto com alimentação DC como AC. Um verdadeiro motor elétrico DC não aceita alimentação AC (essa inverte o sentido da corrente a cada meio ciclo e isso apenas causaria trepidações); do mesmo modo, um verdadeiro motor AC (como veremos) não aceita alimentação DC (essa não oferecerá as convenientes alterações do sentido da corrente para o correto funcionamento do motor). Porém, se substituirmos os ímãs permanentes dos estatores dos motores DC por eletroímãs e ligarmos (em série) esses eletroímãs no mesmo circuito do rotor e comutador, teremos um motor universal. Eis a ilustração dessa ‘engenhoca’:

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Este motor ‘girará’ corretamente quer seja alimentado por corrente contínua ou corrente alternada. A diferença notável entre motor universal e motor DC é que se você alimentar o motor universal com fonte DC, ele não inverterá o sentido de rotação se você inverter a polaridade da fonte (como acontece com o motor DC), continuará a girar sempre no mesmo sentido. Se você quiser realmente inverter o sentido de rotação de um motor universal deverá inverter as ligações nos eletroímãs dos estatores para inverter seus pólos.

Motores universais são usados, por exemplo, em batedeiras elétricas, aspiradores de pó etc. Em tais motores, com o tempo de uso, haverá desgastes nas escovas de carvão e deverão ser substituídas. Basta você levar um pedacinho da escova velha até uma loja de ferragens, comprar o par de escovas novas adequadas e repor no motor; uma operação bastante simples.

Motores AC síncronos

Alguns motores são projetados para operar exclusivamente com corrente alternada. Um tal motor é esquematizado a seguir:

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Este motor é essencialmente idêntico a um gerador elétrico; realmente, geradores e motores têm configuração bastante próximas. Um gerador usa do trabalho mecânico para produzir a energia elétrica enquanto que um motor usa a energia elétrica para produzir trabalho mecânico. O rotor, na ilustração acima, é um ímã permanente que gira entre dois eletroímãs estacionários. Como os eletroímãs são alimentados por corrente alternada, seus pólos invertem suas polaridades conforme o sentido da corrente inverte. O rotor gira enquanto seu pólo norte é ‘puxado’ primeiramente para o eletroímã esquerdo e ‘empurrado’ pelo eletroímã direito. Cada vez que o pólo norte do rotor está a ponto de alcançar o pólo sul de um eletroímã estacionário, a corrente inverte e esse pólo sul transforma-se um pólo norte. O rotor gira continuamente, terminando uma volta para cada ciclo da corrente alternada. Como sua rotação é perfeitamente sincronizada com as reversões da C.A, este motor é denominado ‘motor elétrico síncrono da C. A.’. O motor da bomba d’água de máquinas de lavar roupa, por exemplo, são desse tipo. Os motores de C.A síncronos são usados somente quando uma velocidade angular constante é essencial para o projeto.

Entretanto, os motores síncronos ilustram um ponto importante sobre motores e geradores:  são, essencialmente, os mesmos dispositivos. Se você conectar um motor C.A síncrono à rede elétrica domiciliar e o deixar girar, extrairá energia do circuito elétrico e fornecerá trabalho mecânico. Mas, se você ligar uma lâmpada incandescente no cordão de força que sai desse mesmo motor

e girar bem rapidamente seu rotor (com um sistema de rodas acopladas e manivela), gerará ‘eletricidade’ e a lâmpada acenderá.  

Motores A.C. de indução
Alguns motores de corrente alternada têm rotores que não são quer imãs permanentes quer eletroímãs convencionais. Estes rotores são feitos de metais não-magnéticos, como o alumínio, e não têm nenhuma conexão elétrica. Todavia, o isolamento elétrico deles não os impede de ficarem ‘magnetizados’ ou ‘imantados’. Quando um rotor feito de alumínio é exposto a campos magnéticos alternados, correntes elétricas começam a fluir por ele e estas correntes induzidas tornam o rotor magnético. Esse é um fenômeno básico do eletromagnetismo denominado indução eletromagnética. Tais motores, que usam desse fenômeno para tornarem seus rotores magnetizados, são chamados de ‘motores A.C de indução’.

Os motores de indução são provavelmente o tipo o mais comum de motor de C. A., comparecendo em muitos eletrodomésticos (ventiladores, motores de toca-discos etc.) e aplicações industriais. Fornecem bom torque, começam facilmente a girar, e são baratos. Um motor de indução trabalha ‘ movendo’ um campo magnético em torno do rotor — o denominado ‘campo magnético girante’. 
O estator que cerca o rotor contem um eletroímã sofisticado. O estator não se movimenta, mas sim o campo magnético que ele produz! Com um uso inteligente de vários recursos eletromagnéticos (espiras de curto circuito, capacitores etc.), o estator pode criar pólos magnéticos de que se deslocam em um círculo e se movimenta em torno do rotor. Na ilustração abaixo, o pólo norte do estator ‘gira’ no sentido anti-horário em torno do rotor.

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Motores de passo

Muitos dispositivos computadorizados (drives, CDRom etc.) usam motores especiais que controlam os ângulos de giro de seus rotores. Em vez de girar continuamente, estes rotores giram em etapas discretas; os motores que fazem isso são denominados ‘motores de passo’. O rotor de um motor de passo é simplesmente um ímã permanente que é atraído, seqüencialmente, pelos pólos de diversos eletroímãs estacionários, como se ilustra:

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Estes eletroímãs são ligados/ desligados seguindo impulsos cuidadosamente controlados de modo que os pólos magnéticos do rotor se movam de um eletroímã para outro devidamente habilitado. 

Eis algumas ilustrações (animadas) de motores de passo:

morBOM SE GOSTARAM DEIXE UM COMENTÁRIO!!

CONHECENDO UM POUCO DE ELETRÔNICA

LCM:: INFORMÁTICA:::

TENSÃO 

É a força que empurra os elétrons. Representado pela letra  “ T ”  e sua unidade de medida é o Volts (V).

CORRENTE

É o fluxo de elétrons. Representado pela letra  “I”  e sua unidade de medida é o Ampère (A).

POTÊNCIA

É a que realiza trabalho no circuito, é representada pela letra “ P ”  e sua unidade é Watts (W).

RESISTÊNCIA

Tudo que oferece resistência a passagem de uma corrente elétrica, é representada pela letra R e sua unidade de medida é Ohm (Ω).

RESISTORES

Componente que possui a propriedade da resistência.

imagem

Teste de resistores

1.Leia o valor do resistor com o código de cores, dependendo do tipo de resistor é apresentado o valor exato escrito no corpo do componente.

2. Coloque o Multímetro na escala de teste de Resistência Ohms (Ω) e selecione um valor superior ao valor lido. 

 

Obs.: Se ele apresentar resistência dentro da tolerância especificada é porque está bom.

FUSÍVEIS

São componentes destinados a proteção de circuitos contra correntes excessivas. São constituídos de fios especiais que se partem (abre),  quando por ele passa uma corrente superior a especificada em seu corpo.

Verificação do fusível

Pode ser verificado visualmente, através do Multímetro na escala de Ohms (Ω) ou na escala de continuidade.

Leitura Condição do fusível

Fio aberto ou em curto.

Alta resistência = aberto (na escala de continuidade não apresenta beep)

Baixa resistência = curto (na escala de continuidade apresenta beep contínuo)

CAPACITOR

Componente que armazena energia elétrica, possuindo a propriedade capacitiva (propriedade do capacitor de armazenar mais ou menos cargas elétricas).

CAPACITOR ELETROLÍTICO

É um tipo especial de capacitor que possui polaridades,  positiva e negativa, esta é sua principal diferença, pois não deve ser ligado com seus pólos invertidos,  caso isso aconteça o capacitor poderá “explodir”.

DIODO

Componente de 2 terminais, ânodo(A) e cátodo(K). Próximo ao terminal Cátodo possui uma faixa que o indica. Este Componente permite a passagem de corrente de um lado e bloqueia do outro.

01

Funcionamento do diodo

Quando polarizado diretamente (ânodo positivo) funciona como uma chave fechada.

Quando polarizado inversamente (ânodo negativo) funciona como uma chave aberta.

DIODO ZENER

O diodo zener é muito importante, pois difere um pouco dos outros. Sua principal característica é que ele pode manter uma tensão fixa mesmo que a corrente aumente ou diminua, é claro que isso tem a ver com sua potência de dissipação. Este diodo é indispensável em projetos que fazem uso de tensões fixas sendo encontrado em fontes de alimentação, e nos circuitos que utilizam reguladores de tensões.

02

LED (Diodo Emissor de luz)

O LED é um Componente de dois terminais chamados ânodo(A) e cátodo(K), que emite luz quando polarizado diretamente, ou seja quando o ânodo está positivo em relação ao cátodo

03

Teste de DIODO, DIODO ZENER e LED

1. Coloque o Multímetro (digital) na escalda de Teste de Diodo.

2. Coloque a ponta vermelha no ânodo e a preta no cátodo (conduz / acende o LED),  resistência deve ser igual ou aproximada a 600 Ω.

3. Coloque a ponta preta no ânodo e a vermelha no cátodo (bloqueia / não acende o LED), a resistência deve ser alta (infinita).

04

Obs.: Se por acaso a resistência medida for alta dos dois lados é porque o diodo está

aberto e se for baixa em ambos os lados é porque está em curto.

TRANSISTOR

Componente de 3 terminais (base, coletor e emissor) que pode funcionar como amplificador ou chave. Pode ser de dois tipos PNP (conduz com negativo na base) ou NPN (conduz com positivo na base).

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Teste do Transistor

O procedimento de teste é idêntico ao do DIODO onde a base será um ponto comum [ânodo (NPN)]  para cada extremidade [cátodo (NPN)].

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TRANSISTOR FET (transistor de efeito de campo)

Componente de 3 terminais (G – gate ou comporta, D – dreno e S – fonte) que pode funcionar como amplificador ou chave. A região do canal (dreno e fonte) pode ser de material P ou N, o que nos determina dois tipos de transistores de efeito de campo: de canal N ou canal P. O fluxo de cargas entre Fonte (S) e Dreno (D) são controladas pela carga elétrica aplicada à Gate/Comporte (G).

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Teste do Transistor FET

O procedimento de teste entre Dreno (D)  e Fonte (S) é idêntico ao do DIODO na primeira situação (armado), na 2º situação (desarmado), apresenta uma resistência nos dois sentido.

08

CIRCUITO INTEGRADO (CI / IC)

Estes componentes também conhecidos como chips são atualmente os componentes indispensáveis em qualquer aparelho eletrônico. Os circuitos integrados possuem em seu interior uma grande quantidade de transistores, resistores, capacitores e outros. A desvantagem deste componente é que quando alguma parte interna tem um problema terá de se fazer sua troca.

SENSORES

Dispositivo (chave) mecânica ou eletrônica utilizado para detectar/monitorar a trajetória de algum objeto (papel, carro de impressão), ou indicação de seleção de opções (papel, nº de vias, etc.). Os mais comuns nas impressoras são: Chave Mecânica e Óptica.

 

Sensor Chave Mecânica

No seu interior é formado por contatos mecânicos que podem ser: normalmente aberto ou normalmente fechado (posição inicial é fechado e ao ser ativado abre os contatos e sendo desativado retorna a posição inicial).

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Sensor Óptico

São chaves ópticas formadas por um emissor de luz (LED) e um receptor (foto- transistor). É fácil perceber que só teremos sinal na saída (0 ou 5V DC) do sensor óptico quando o LED for bloqueado, pois entre eles existem uma abertura por onde pode passar um objeto que interrompa a passagem de luz, desta forma a presença de sinal na saída do sensor vai depender da passagem de um objeto pela abertura existente.

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Encouder (fita codificada)

Fita formada por micros espaçamento (janelas) onde o Sensor Óptico faz a leitura, gerando pulsos de sinalizações quando LED é bloqueado pelas micros “janelas”. Estas informações a Placa CPU tem como  referência para ativar/desativar os Motores (Carro / Papel).

 

motor de passo

Um motor de passo é um tipo de motor elétrico que é usado quando algo tem que ser posicionado muito precisamente ou rotacionado em um ângulo exato.

Os motores de passo são classificados pelo torque que produzem. Uma característica única deste tipo de motor é a sua habilidade de poder manter o eixo em uma posição segurando o torque sem estar em movimento. Para atingir todo o seu torque, as bobinas de um motor de passo devem receber toda a sua corrente marcada durante cada passo. Os controladores de motor de passo devem possuir circuitos reguladores de corrente para poderem fazer isto.

Os motores de passo são usados em drives de disquete, scanners planos, impressoras, injeção eletrônica nos automóveis e muitos outros dispositivos.

MEMÓRIA

A Memória é um componente eletrônico da impressora que pode receber, armazenar e fornecer informação. Ela é formada por grande quantidade de células que atuam como diminutos condensadores (capacitores) capazes de reter as cargas elétricas recebidas e de indicar, graças a elas, cada bit de informação.

Memória RAM (buffer)

Memória primária da impressora, na qual se pode escrever ou ler informações em qualquer instante. Todos os programas e dados manejados pela CPU das impressoras ficam temporariamente armazenados nessa memória, capaz de acessar de modo rápido e aleatório, e de conservar, qualquer dado enquanto estiver ligada, após desligar a impressora toda informação será perdida. É por este motivo que alguns programas antes de enviar informações para a impressora enviar um sinal de RESET para que ela seja reiniciada, apagando assim qualquer dados que esteja na memória de recepção RAM (buffer).

Memória EEPROM

ROM eletricamente apagável  e programável, muito mais prática para os fabricantes de impressoras porque, mediante um processo especial, é possível alterar/regravar as informações nela contida e, dessa forma, atualizar com facilidade os programas e rotinas de inicializações sem manipular o chip de memória ou a Placa Lógica, como acontecia com a ROM clássica (as informações na EEPROM são conservadas após desligar a impressora).

Memória PROM

Memória que permite uma única gravação. Uma vez concluída esta, a memória PROM equivale a uma memória ROM (memória que permite um número indeterminado de leituras, mas que não pode ser modificada por não permitir a escrita de dados). A característica fundamental da PROM é sua capacidade de armazenar de forma permanente a informação, sem exigir para isso qualquer tipo de alimentação elétrica. Todas as impressoras incorporam uma pequena quantidade de memória PROM, que contém o software de inicialização do sistema e as rotinas básicas de entrada e saída  (BIOS).

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PORTA DE COMUNICAÇÃO PARALELA

A Porta Paralela – também conhecida como porta Centronics – tem sido sinônimo de porta de impressora. A porta paralela é o tipo de comunicação usado na maioria dos computadores na ligação com a impressora. Uma porta paralela consegue enviar vários bits de dados através de oito fios paralelos. A conexão paralela tem uma limitação. As tensões em todas as suas linhas geram a Linha Cruzada, um fenômeno que faz com que a tensão enfraqueça de uma linha para outra e quanto maior o cabo, maior a interferência. O limite máximo para um cabo paralelo é de aproximadamente 3m.

A Porta Paralela envia e recebe dados por meio de TRÊS REGISTROS. A informação armazenada nesses registros é decomposta em bits, de modo que cada bit passa ser transmitido ou recebido, mediante impulsos elétricos, em cada pino da porta paralela.

Registro de Controle

STROBE – (dados preparados). Quando tem o valor lógico 1, indica ao dispositivo que os 8 bits de dados estão disponíveis.

AUTO FEED – (salto de linha automático). Define se o receptor (impressora) deve avançar uma linha ao receber um caractere de fim de linha (valor 1) ou se a tarefa é para o softwere   (valor 0).

SLCT INIT – (reinicialização). Ao se iniciar um processo de comunicação essa linha se ativa, assumindo o valor 1. Ao retomar o valor 0 o dispositivo conectado dará por terminada a comunicação e se reinicializará.

Registro de Dados

De D0 a D7 – Os 8 bitis deste registro compõem 1 byte de informação que o sistema operacional fornece á porta paralela, para que esta o envie a impressora.

Registro de Estado

AKNOWLEDGE – (recebido).  Indica ao comutador que a informação foi bem recebida e que a transmissão pode continuar. Por norma, essa linha tem voltagem alta (valor 1) e cai a 0 para indicar que a impressora pode receber o próximo dado.

BUSY – (ocupado). Quando o dispositivo conectado não pode receber mais dados, essa linha assume o valor 1. Se puder continuar recebendo informação, o valor passa a ser 0.

PAPER END – (sem papel). Essa linha assume um valor lógico 1 quando a impressora não está com papel.

SLCT OUT – (Seleção). Indica se a impressora está conectada pronta para receber informações (on line).

ERROR – (erro). Indica que a impressora sofreu um erro e que o envio foi suspenso.

PORTA DE COMUNICAÇÃO SERIAL

As transmissões em série, pelo fato de utilizarem um menor número de linhas de dados, necessitam de menos fios condutores no cabo transmissor. Isso reduz o risco de que a proximidade e o agrupamento dos diferentes sinais elétricos transmitidos por um cabo possam provocar interferência na informação por ele transportada.

Em um PC, a Porta Serial utiliza nove pinos para conectar oito sinais de comunicações e uma linha de massa. Os sinais TX (transmissão) e RX (recepção) são as linhas de dados pelas quais a informação é transferida nas duas direções.

Para transferir um dado a impressora conectada, a porta serial ativa o sinal RTS (solicitação de envio). Antes de enviar o dado, ela aguada até que a impressora esteja preparado. Para isso espera até que se ative o sinal CTS (preparado para envio), momento em que iniciará a transferência. Essa é o funcionamento do controle de fluxo RTS/CTS, que se encarrega permanentemente de gerenciar  os dados entre os dois dispositivos seriais. Antes, esses dados terão inicializado a linha de transmissão mediante os sinais DTR (terminal de dados preparado) e DSR (conjunto de dados preparados). Quando o PC é inicializado, a porta serial ativa o sinal DTR. No momento em que a impressora conectada detectar esse sinal, ativa em resposta a linha DSR, para que os dois dispositivos iniciem a comunicação e permaneçam à espera de que se inicie  uma transferencia ao se ativar o controle de fluxo RTS/CTS.

 

 

 

 

Configuração Padrão para Cabos Seriais, Impressoras FX, LX e DFX:

CONFIGURAÇÃO USADA PARA CONTROLE DE FLUXO VIA HARDWARE – ( DTR )

Computador (DB25)

Computador (DB9)

Impressoras LX, FX e DFX’s

2 – TXD

3 – TXD

3 – RXD

3 – RXD

2 – RXD

2 – TXD

4 – RTS

7 – RTS

5 – CTS

5 – CTS

8 – CTS

11 – RTS

7 – GND

5 – GND

7 – GND

20 – DTR junto com
6 – DSR junto com
8 – DCD

6 – DSR junto com
8 – DCD junto com
20 – DTR

6 – DSR junto com
1 – DCD junto com
4 – DTR

CONFIGURAÇÃO USADA PARA CONTROLE DE FLUXO VIA SOFTWARE – ( X-ON X-OFF )

Computador (DB25)

Computador (DB9)

Impressoras LX, FX e DFX’s

2 – TXD

3 – TXD

3 – RXD

3 – RXD

2 – RXD

2 – TXD

7 – GND

5 – GND

7 – GND

6 – DSR junto com
8 – DCD junto com
20 – DTR

6 – DSR junto com
1 – DCD junto com
4 – DTR

Obs: Os números são os pinos

Lista de Ferramentas para Manutenção nas Impressoras Epson, HP e Canon

 

Chave Phlips:  ¼ x 5”,  3/16 x 4”, 1/8 x 3” .

Chave Fenda: 1/8 x 5”,  3/16 x 3”.

Chave Torx: T20, T10.

Calibre: 0.05 – 1.00 m.m

Alicate Médio: Bico, Corte, Universal.

Ferro de Solda: 35W, Solda, Sugador.

Pincel: 2”, 1 ½.

Multímetro 20M ohms.

Materiais para limpeza e lubrificação

Detergente Neutro

Álcool Isopropílico

Óleo O-2 Epson

Graxa G-26 Epson

Flanela, Esponja e Escova  para limpeza

BOM SE GOSTARAM DEIXE UM COMENTÁRIO!!

Os órgãos do sistema digestório

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Os órgãos do sistema digestório propiciam a ingestão e nutrição do que ingerimos, permitindo com que seja feita a absorção de nutrientes, além da eliminação de partículas não utilizadas pelo nosso organismo, como a celulose.

Para que haja a digestão, o alimento deve passar por modificações físicas e químicas ao longo deste processo, iniciado na boca.

Boca

A maioria dos mamíferos mastiga o alimento antes desse atravessar a faringe. Tal ato permite sua diminuição, umidificação e, em alguns casos, o contato com enzimas digestivas presentes na saliva (amilase e ptialina), estas sendo responsáveis pela transformação de glicogênio e amido em maltose. Nesta fase da digestão, a língua tem um importante papel: além de auxiliar na diminuição e diluição do alimento, permite a captura de sabores, estimulando a produção de saliva. Os sais presentes nesta última neutralizam a possível acidez do alimento.

Faringe – Esôfago

Após a mastigação, o bolo alimentar passa pela faringe e é direcionado para o esôfago. Lá, movimentos peristálticos permitem que o bolo seja direcionado ao estômago. Tal processo mecânico permite, além desta função, a de misturá-lo aos sucos digestivos. Algumas aves possuem neste órgão uma região conhecida popularmente como papo, onde o alimento é armazenado e amolecido.

Estômago

No estômago, o suco gástrico – rico em ácido clorídrico, pepsina, lipase e renina -fragmenta e desnatura proteínas do bolo alimentar, atua sobre alguns lipídios, favorece a absorção de cálcio e ferro, e mata bactérias. Este órgão, delimitado pelo esfíncter da cárdia, entre ele e o esôfago; e pelo esfíncter pilórico, entre o intestino, permite que o bolo fique retido ali, sem que ocorram refluxos. Durante aproximadamente três horas, água e sais minerais são absorvidos nesta cavidade. O restante, agora denominado “quimo”, segue para o intestino delgado.

Intestino delgado

No intestino delgado ocorre a maior parte da digestão e absorção do que foi ingerido. Este, compreendido pelo duodeno, jejuno e íleo, inicia o processo nesta primeira porção. Lá, com auxílio do suco intestinal, proteínas se transformam em aminoácidos, e a maltose e alguns outros dissacarídeos são digeridos, graças a enzimas como a enteroquinase, peptidase e carboidrase.

No duodeno há, também, o suco pancreático, que é lançado do pâncreas através do canal de Wirsung. Este possui bicarbonato de sódio, tripsina, quimiotripsina, lipase pancreática e amilopsina em sua constituição, que permitem com que seja neutralizada a acidez do quimo, proteínas sejam transformadas em oligopeptídios, lipídios resultem em ácidos graxos e glicerol, carboidratos sejam reduzidos a maltose e DNA e RNA sejam digeridos. A bile, produzida no fígado, quebra gorduras para que as lipases pancreáticas executem seu papel de forma mais eficiente.

A digestão se encerra na segunda e terceira porção do intestino delgado, pela ação do suco intestinal. Suas enzimas: maltase, sacarase, lactase, aminopeptidases, dipeptidases, tripeptidases, nucleosidades e nucleotidases; permitem que moléculas se reduzam a nutrientes e estes sejam absorvidos e lançados no sangue, com auxilio das vilosidades presentes no intestino. O alimento passa a ter aspecto aquoso, esbranquiçado, e é chamado, agora, de quilo.

Intestino grosso

O quilo se encaminha para o intestino grosso. Este, dividido em apêndice, cólon e reto, absorve água e sais minerais e direciona a parte que não foi digerida do quilo para o reto, a fim de que seja eliminada pelas fezes. Bactérias da flora intestinal permitem a produção de vitaminas, como as K e B12.

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O aparelho digestivo ou digestório ou ainda sistema digestório é o sistema que, nos humanos, é responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução, locomoção, etc. É composto por um conjunto de órgãos que têm por função a realização da digestão.

A superfície interna, ou mucosa, dessa região, apresenta, além de inúmeros dobramentos maiores, milhões de pequenas dobras, chamadas vilosidades (aumenta a superfície de absorção intestinal). As membranas das próprias células do epitélio intestinal apresentam, por sua vez, dobrinhas microscópicas denominadas microvilosidades. O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e as vitaminas. Ele se divide em duodeno, jejuno e íleo.

  • Intestino delgado

    • Duodeno: Dividido em quatro partes com forma de C, é no duodeno que o http://pt.wikipedia.org/wiki/Suco_pancre%C3%A1tico&#8221;>suco pancreático (neutraliza acidez do quimo e faz a digestão de proteínas, de carboidratos e de gorduras) e a secreção biliar (emulsificação de gorduras) agem atacando a quimo e a transformando em quilo. Possuí as glândulas de Brunner que secretam muco nas paredes do intestino delgado.

    • Jejuno: Começa a absorção dos nutrientes. Faz continuação ao duodeno, recebe este nome porque sempre que é aberto se apresenta vazio.

    • Íleo: É o último segmento do intestino delgado que faz continuação ao jejuno. Recebe este nome por relação com osso ilíaco. É mais estreito e suas túnicas são mais finas e menos vascularizadas que o jejuno.

  • Intestino grosso: Dividido em quatro partes: ceco (cecumico ou cecum), cólon, apêndice e o reto. É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus. Fortíssimas ondas peristálticas, denominadas ondas de massa, ocorrem eventualmente e são capazes de propelir o bolo fecal, que se solidifica cada vez mais, em direção às porções finais do tubo digestório: os cólons, sigmóide e reto.

    • Apêndice: É uma pequena extensão tubular terminada em fundo cego.

    • Ceco: É a porção inicial do intestino grosso segmento de maior calibre, que se comunica com o íleo. Para impedir o refluxo do material proveniente do intestino delgado, existe uma válvula localizada na junção do íleo com o ceco – válvula ileocecal. No fundo do ceco encontramos uma ponta chamada apêndice cecóide ou vermicular.

    • Cólon: É a região intermediária, um segmento que se prolonga do ceco até o ânus.

    • Sigmoide: O sigmóide ou porção pélvica, é a seção do intestino grosso que liga a porção transversal do mesmo ao reto. Recebe o nome sigmóide pela sua aparência que lembra a letra “S” do alfabeto grego (sigma). O nome porção pélvica refere-se à região em que se encontra.

É caracterizado por ser a parte do intestino na qual os movimentos peristálticos fazem maior pressão no bolo alimentar a fim de solidificá-lo e transformá-lo em fezes.

  •  

    • Reto: É a parte final do tubo digestivo e termina-se no canal anal. Ele possui geralmente três pregas em seu interior e é uma região bem vascularizada. Pode ser avaliado através do toque retal, retoscopia ou retosigmoideoscopia. É no canal anal que ocorrem as hemorróidas que nada mais são que varizes nas veias retais inferiores.

  • Ânus: Controla a saída das fezes, localizado na extremidade do intestino grosso

[editar] Glândulas acessórias

Ao tubo digestivo estão associadas glândulas que produzem sucos digestivos ricos em enzimas e outras substâncias que ajudam a dissolver os alimentos. O fígado intervem, ainda que não produza qualquer suco digestivo mas, sim, a bílis que funciona como emulsificante (ajuda a quebrar a gordura em gotas de pequena dimensão, de forma a facilitar a absorção, ou seja, a digestão). As glândulas/órgãos/estruturas anexas são :

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BOCA

A boca também referida como cavidade oral ou bucal é formada pelas bochechas (formam as paredes laterais da face e são constituídas externamente por pele e internamente por mucosa), pelos palatos duro (parede superior) e mole (parede posterior) e pela língua (importante para o transporte de alimentos, sentido do gosto e fala). O palato mole se estende posteriormente na cavidade bucal como a úvula, que é uma estrutura com forma de letra V e que está suspensa na região superior e posterior da cavidade bucal.

O que é furosemida?

Furosemida é um diurético de alça, comercializado com o nome de Lasix ®, usado no tratamento de insuficiência cardíaca congestiva e edema. Assim como outros diuréticos, a furosemida também está incluída na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping, uma vez que poderia mascarar outros agentes considerados doping.

Interação da furosemida com outros medicamentos

A furosemida pode interagir com os seguintes medicamentos:
* Antibióticos aminoglicosídeos.
* Aspirina.
* Outros diuréticos.
* Indometacina.
* Lítio.
* Efeitos sinergéticos com anti-hipertensivos.
* Sucralfato.

Mecanismo de ação da  furosemida

O nome Lasix é derivado do inglês “LAsts SIX hours” (demora 6 horas), referindo-se à duração da sua ação. Como outros diuréticos de alça, a furosemida age inibindo o transportador Na-K-2Cl na alça de Henle, e em menor grau nos túbulos contornados proximal e distal. Tal inibição impede a reabsorção de sódio e cloro, o que causa diminuição da pressão osmótica no sentido da reabsorção de água, a qual é então excretada em maior quantidade.

Uso clínico da furosemida

A furosemida, como um diurético de alça, é principalmente usada para:
* Edemas associados à insuficiência cardíaca, cirrose hepática, problemas renais e síndrome nefrótica.
* Hipertensão.
* Adjunto em edema cerebral/pulmonar quando a diurese rápida é necessária.

A furosemida também é algumas vezes usada para controlar hipercalcemia grave (concentração sanguínea de cálcio anormalmente elevada) em combinação com a re-hidratação adequada.

Usos indevidos da furosemida

A furosemida é incluída na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping, já que pode mascarar outros agentes considerados doping. Furosemida também pode ser utilizada indevidamente em esportes, particularmente onde há divisão de categorias de peso, para a perda de peso. Furosemida também é bastante usada em fórmulas para emagrecer em combinação com outras substâncias inibidoras de apetite, para funcionamento do intestino, tranqüilizantes e antidepressivos.

Efeitos colaterais da furosemida

Os principais efeitos colaterais da furosemida são os decorrente do aumento da diurese e desbalanceamento eletrolítico, como por exemplo hipocalemia e hiponatremia. Como a furosemida tende a diminuir os níveis de potássio, muitas vezes ela em administrada em conjunto com suplementos minerais. Outros efeitos colaterais mais freqüentes são:
* Náuseas e vômitos.
* Hipotensão, taquicardia ou arritmia
* Sede e boca seca.
* Alterações gastrintestinais
* Câimbras e fadiga muscular
* Fraqueza e letargia.
* Tontura.
* Agitação.

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