Introdução a Computação Gráfica

Até 1984 aqui no Brasil não se fazia em computadores o que se fazia em gráficas.
O primeiro computador que se especializou em DTP foi o MACINTOSH.
O Macintosh é uma máquina potente e até hoje tem o domínio na produção gráfica, entretanto, tem
um custo relativamente elevado, e não é uma máquina popular, de fácil acesso a softwares e
manutenção.
A capacidade de elaborar projetos gráficos sofisticados foi um dos aspectos mais entusiasmantes
no avanço da editoração eletrônica. Os programas de layout de página eletrônico colocavam as
imagens gráficas na mesma página do texto, sem a necessidade de usar lâminas de corte e cola.
No mundo do PC nessa época, os gráficos eram primitivos…
Mais o PC não ficou parado. Os softwares gráficos foram surgindo no DOS, Windows, e,
atualmente o PC tomou quase toda a vantagem competitiva do Macintosh.
1.2. As versões dos Softwares para PC
Com a disseminação dos PC’s a nível mundial, as softhouses começaram a investir criando
versões de seus produtos para PC, e hoje em dia, em alguns casos, essas versões excedem as
versões MAC.
Com a possibilidade de fazer projetos gráficos em PC, o DTP popularizou-se, possibilitando com
isso um avanço de softwares, e também de hardwares a um custo relativamente barato (Estações
Gráficas, Scanneres, Impressoras DeskJet e Laser).
Com o avanço de recursos, o nível de exigência na apresentação de impressos cresceu, pois as
pessoas sempre assimilam rapidamente a disponibilidades de recursos e investem em uma melhor
qualidade:
“ – Quero meu trabalho igual ao de Fábio, o dele foi feito no
computador e a apresentação estava impecável, cheio de
ilustrações e gráficos…”
“ – De hoje em diante, só aceito relatório mensal de atividades
feito em computador, com gráficos de produtividade, vendas e
balanço mensal.”
1.3. Processadores de Texto ou DTP?
Com a evolução dos softwares processadores de textos e das impressoras, torna-se difícil
diferencia-los dos DTP’s.
Na verdade, para pequenos projetos ou projetos que não requerem sofisticação gráfica, os
processadores de textos agem como DTP’s, principalmente para leigos em desenho e
programação visual, pois apesar dos DTP’s estarem cada vez mais amigáveis, é necessário ter
noção do que fazer com todos os recursos disponíveis.
Resumindo, está cada vez mais fácil você criar sua própria arte eletrônica, porém, se você não
puder desenhar com um lápis, provavelmente não poderá desenhar com o mouse ou caneta
eletrônica. Se você não é um artista gráfico, não espere que esses programas o torne um
profissional, invista em softwares simples, com gabaritos fartos que ajudam você a conseguir
ótimos resultados:

Microsoft Word : Processador de texto com uma série de gabaritos pré-fabricados
(jornais, diplomas, folhetos, calendários, folha de rosto para FAX, currículos, etc.).
JORNAL : Vem com opções de colunas, manchetes, índice e número de páginas, entre outros
recursos. O estilo pode ser Clássico ou Moderno;
FAX: Cria uma folha de rosto para fac-símile. Coloca-se o Logotipo, Endereço, Telefone, entre
outros dados. Pode ser Moderno ou Contemporâneo;
CERTIFICADOS: Podem ser diplomas em quatro estilos diferentes (Formal, Moderno,
Decorativo ou Sofisticado);
CURRÍCULOS: Faz currículos com grafismo, clássico, contemporâneo ou elegante.
CLIP ART: Biblioteca de figuras que podem enriquecer seus trabalhos.
Se você é um profissional da área gráfica, ou pretende seguir esse ramo, então os DTP’s são o
seu destino:
· Possibilita levar para a gráfica seus arquivos impressos em alta resolução, espelhado,,
diretamente em FOTOLITOS POSITIVOS para reduzir custos;
· Possibilita compatibilizar as cores que você vê na tela do micro com as geradas
fotocompositoras;
· Oferecem capacidade de pré-impressão PostScript para Imagessetters;
· Imprime separação de cores;
· Promete 100% de compatibilidade com as BUREAUS de serviços gráficos;
· Marcas de corte que delimitam o Tamanho da página impressa;
· Criação de documentos longos e complexos.
1.4. O Profissional de Artes Gráficas
Quando o Engenheiro conta a história de sua formação, ela costuma ser simples:
“ – Fiz Facudade de Engenharia na UFBa, fiz um estágio na OAS,
e Pós-Graduação na Gama Filho.”
Mas os profissionais de editoração eletrônica normalmente têm histórias bem mais compridas e
complicadas para contarem como adquiriram suas habilidades: alguns fizeram cursos, outros se
debateram tentando entender um software, outros vasculharam livros e outros ainda tiveram ajuda
de amigos.
Na maioria das vezes fizeram um pouco de cada uma dessas coisas, o certo é que são muitos os
caminhos para entrar na área, e dependem bastante das características do candidato e o nível de
habilidade que ele pretende atingir.
Os cursos facilitam o usuário iniciante, dando uma base inicial para que ele possa caminhar
sozinho e facilitando a assimilação de termos técnicos; com isso, a velocidade do aprendizado é
maior.
Quando o operador é autodidata, ele normalmente para de estudar no ponto onde julga já saber o
suficiente, mas mesmo quem faz um curso de editoração não aprenderá tudo. Só a experiência e a
iniciativa de conseguir mais informações sobre todo o processo de impressão ( que deve levar em
conta uma série de outras variáveis, além da imagem que se você na tela do micro: Tipo de
Impressora, Tinta, Quantidade de tinta transferida para o papel, ganho de ponto, equilíbrio de
grisés, moiré, etc.) em livros, manuais e consultas a colegas é que poderá formar bons
profissionais.
O que torna o aprendizado solitário mais atraente, é que os softwares gráficos são bastante autoinstrutivos.

1.5. Tudo começa com um Lápis e um Papel
( Etapa Inicial da Criação)
Antes do mouse, use o Lápis!
Vamos imaginar que estamos elaborando o layout de um boletim para um cliente que não está
mais satisfeito com a apresentação de seu boletim mensal.
Ele informa que não nos preocupemos com a produção das matérias pois elas são fruto dos
relatórios internos da empresa, e vão chegar em nossas mãos em meio magnético.(artigos
editados com títulos e subtítulos colocados, gráficos elaborados, e as ilustrações digitalizadas.
Quais as etapas que devemos executar?
Em vez de sentarmos em frente do computador e abrirmos um programa de layout de página, sem
a mínima idéia de como diagramar o boletim, o mais sensato é pegarmos um papel e um lápis e
começarmos a rascunhar idéias. É certo que nosso programa é genial e sofisticado, mas teremos
melhores resultados de soubermos como queremos o nosso layout, antes de iniciarmos a operar
realmente o computador:
ELABORAÇÃO DE UM SKETCH (RASCUNHO)
· DESENHE NUM RETÂNGULO O TAMANHO REAL DE DUAS PÁGINAS DO BOLETIM E
DIVIDA-O VERTICALMENTE;
· MEÇA E DESENHE AS MARGENS E COLUNAS DA PÁGINA. (você pode fazer poucos
sketches para decidir sobre o número de colunas e as proporções das margens. O desenho com
medidas deve ser razoavelmente preciso para que deixe claros os espaços reais com que vai
trabalhar)
* você não tem que paginar a publicação inteira com um lápis e papel de rascunho. Uma vez que a
altura da página, a largura das colunas, os títulos e subtítulos foram definidos, você pode paginar
o resto da publicação na tela do computador.
· FAÇA UM SKETCH LIGEIRO DAS PÁGINAS COMO O LEITOR AS VERÁ. Preste atenção no
texto e ilustrações que pretende incluir. Para imprimir o texto num corpo apropriado, é útil ter
uma visualização prévia de como deve ser o tamanho e a aparência do tipo, ajustados ao seu
layout.
· DOCUMENTE O CAMINHO DE SUAS IDÉIAS. É importante saber qual foi a linha que você
seguiu para fazer as várias mudanças no layout, isso evitará que retome coisas que não
funcionariam bem. Experimente bastante, não use simplesmente a primeira idéia. (mesmo que
no final, a escolhida seja ela mesma!)

CRIE SEU PRÓPRIO MOSTRUÁRIO. O tipo que você vê na tela é uma versão ligeiramente
alterada do que sairá na impressora a laser. Nos corpos muito grandes, o tipo pode aparecer
distorcido na tela. Para fazer um design preciso com um tipo em papel, é necessário ver o tipo
em sua forma impressa. As amostras de tipo são uma ferramenta que designers e impressores
usam constantemente e são fáceis de fazer:
· No computador, tecle a fonte completa ( maiúsculas, minúsculas, números e pontuação)
· Copie várias vezes e depois aplique as fontes disponíveis que você poderá usar:

ARIAL
9 pt normal
9 pt bold
9 pt itálico
10 pt normal
ABCDEFGHIGKLMNOPQRSTUVXZ
abcdefghigklmnopqrstuvxz1234567890.,;:”!$%&*(|)[]?
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· UTILIZE CONTADORES DE LINHA. Quando você precisa comprimir ou aumentar seu texto, os
contadores de linha permitem calcular o número de linhas que podem ser colocadas
razoavelmente em uma página.
· Estabeleça um bloco de texto contínuo, sem marcações de parágrafos com uma
coluna de largura razoável, no corpo e no espaço entre linhas que pretende usar para
a maior parte do trabalho.
· Numere cada linha de texto em seu começo.
· Depois de imprimir o texto, corte a folha do papel de forma que as linhas possam ser
comparadas ou confrontadas com o layout feito a lápis. Com esse contador de linhas
sob o papel de rascunho, poderá tentar layouts em esboços mais precisos
rapidamente
1 Losods odfdfdo odfidi sdifdso, doidsif osidfdof sdfdfid , sed fkdfldkf, dieosk kdfkdl
2 lskdfldsl kdfl lsldkf, dlfkdfo.,f sdfsp dfgops, e ldfksl .., cs.dfsdf.osdfsfoi,,fudsfospma
3 odfiof ofiif dir, sdo8r ,sld9r .ifdosdp, fsfidot digdtirt odri sroi oseit soeti ldfiseor
4 dksadfjklkkks9 ksjdfkdf kjf9sdjsdfd k9ddfl9ldfkdl i00elldfllskf 0lldfk sdlfkk
· FOLHAS DE ESTILO. Todo layout tem proporções e medidas constantes, como onde o texto
começa no início do artigo ou onde os números das páginas são posicionados. É aconselhável
fazer uma simples folha de estilo sobre papel transparente, que possa ser colocado sobre a
página impressa; isso ajuda a assegurar que tudo está no lugar certo e os alinhamentos são
mesmo o que você esperava.
· NOTA DE PRODUÇÃO: Toda vez que fizer a diagramação de um documento, particularmente
se estiver satisfeito com os resultados, anote todas as especificações (tipos, corpos, margens,
títulos e assim por diante) pois este será o estilo adotado para os boletins futuros. O esqueleto
inicial estará criado, daí pra frente você terá cada vez menos trabalho para produzir os boletins
mensais.
2. Introdução aos Softwares Gráficos
2.1. Introdução
A possibilidade se utilizarmos imagens, gráficos, desenhos e textos artísticos nas nossas
publicações revolucionou a forma da escrita tradicional. Uma publicação atual cativa o leitor pelo
seu charme natural, sua descontração para leitura e a facilidade de assimilação do seu conteúdo.
Apesar da variedade de formatos de arquivos gráficos, todos os formatos caem em uma dentre
duas categorias: mapas de bits ou imagens e gráficos de vetor ou line art.
2.2. A diferença RASTER x VETORIAL
A arte de mapa de bits é composta de milhares de pequenos pontos, e os desenhos de vetor
compreendem linhas calculadas por fórmulas matemáticas. Os gráficos de mapas de bits são

geralmente produzidos por programas de pintura e scanners; os gráficos de vetores são produzidos
por programas de desenho.
A qualidade do gráfico depende destes dois fatores:
· Resolução. A resolução ou nitidez gráfica é medida pelo número de pontos ou pixels –
elementos de figura – que podem ser colocados em uma polegada quadrada ( dots per
inch, ou DPI).
· Capacidade da impressora. As impressoras Matriciais(mais comuns) possuem
normalmente uma resolução de 180 até 360 dpi. Uma impressora a Laser ou com
tecnologia Jato de Tinta – compatível com a Hewlett-Packard ou PostScript –
normalmente produz uma saída de 300 a 800 dpi e outras mais profissionais , chegam a
1.200 dpi . Os dispositivos de saída profissional, como os imagesetters da Linotronic,
atingem uma resolução com qualidade profissional (em geral 3.000 dpi).
A resolução e a capacidade da impressora são interativos. Se você tiver uma imagem de mapas
de bits com 180 dpi, ele nunca poderá ser impressa em uma resolução melhor do que 180 dpi,
mesmo que saia em uma impressora a laser de 300 dpi. Os gráficos de mapas de bits não se
tornam gráficos de alta resolução só porque é usada uma impressora melhor.
Um gráfico de vetor ou baseado em objetos, por outro lado, é composto de linhas retas e curvas,
calculadas matematicamente. A resolução dos gráficos de vetor segue a capacidade da
impressora. Uma figura de vetor é impressa em 600 dpi em uma impressora a laser de 600 dpi e
em 1.200 dpi em um a fotocompositora de 1.200 dpi. Com gráficos de vetor, quanto melhor a
impressora, melhor a resolução. A Arte em PostScript, arquivos EPS, CGM e GEM são gráficos de
vetor. A Arte BITMAP, arquivos BMP, TIF, GIF, JPG são gráficos raster.
2.3. Formato de arquivos
Quando vamos carregar uma figura para o nosso programa de editoração, ela tem de estar
gravada com um formato que o nosso software entenda, ou então, que possa convertê-lo. Antes de
gravarmos o nosso gráfico, é preciso saber antecipadamente quais os formatos aceitos.
Formatos Recomendados para Exportação/Importação de Elementos Gráficos
· Para programas de Layout de Páginas e Editoração Eletrônica sem capacidades para editar
elementos gráficos:
As seguintes recomendações são baseadas no tipo de impressora que você está usando.
Geralmente, se você possui uma impressora PostScript e o programa para o qual você está
exportando suporta PostScript, use o formato EPS. Caso contrário, use o formato mostrado na
tabela.
Programa Impressoras PostScript Impressoras não-PostScript
Ami Professional EPS WMF
Delrina Perform GEM GEM
PageMaker 3.0 EPS WMF
Ventura Publisher 2.0 EPS GEM
WordPerfect 5.x EPS WPG
· Para pacotes de layout de páginas e editoração eletrônica com capacidades para editar
elementos gráficos:
Programa Formato recomendado

Adobe Illustrator AI
Arts & Letters WMF, EPS (usando Decipher)
AutoCAD DXF
GEM Artline GEM
Programas MAC-based vector MAC PICT, AI
Micrografx Designer CGM
PC Paintbrush PCX
Para dispositivos gráficos:
Dispositivo Formato recomendado
Matrix, Genegraphic Solataire gravadores de filmes SCODL (se a compatibilidade com
PostScript não está disponível)
Cortadores dirigidos a computadores, máquinas e plotters Contornos HPGL ou DXF
Filtros gráficos do Word 6.0
Esta seção fornece informações sobre limitações e opções para a importação de elementos
gráficos salvos nos seguintes formatos de arquivos gráficos em documentos do Microsoft Word
para Windows:
CompuServe GIF (.GIF)
Computer Graphics Metafile (.CGM)
Encapsulated PostScript (.EPS)
Macintosh PICT (.PCT)
Micrografx Designer/Draw (.DRW)
PC Paintbrush (.PCX)
Tagged Image File Format(.TIF)
Bitmaps e metafiles do Windows (.BMP,.WMF)
WordPerfect Graphics (.WPG)
Exportação WordPerfect Graphics (.WPG)
Todos os filtros gráficos de importação foram escritos de acordo com a Aldus Graphic Filter
Specification (Especificação de Filtros Gráficos da Aldus) versão 1.0 e destinam-se a ser
executados sob o Windows versão 3.0 ou mais recente.
Para melhorar a velocidade de exibição e rolagem, uma representação metafile do Windows de
cada figura importada torna-se uma parte do documento. O tamanho do arquivo aumenta
consideravelmente com a inclusão dessas representações. Pode-se escolher não incluir esses
metafiles selecionando a opção “Vincular ao arquivo” e desativando a opção “Salvar figura no
documento” na caixa de diálogo Figura (menu Inserir).
Não é aconselhável executar conversores enquanto se executam multitarefas.
Conversores adicionais: Filtros gráficos adicionais para os seguintes formatos de arquivo também
podem ser fornecidos pela Microsoft:
AutoCAD DXF (.DXF)
Arquivos de plotter AutoCAD (ADI)
Corel Draw 3.0 (CDR)
HP Graphics Language (HPGL)
Kodak Photo CD (.PCD)
Arquivos gráficos Lotus 1-2-3 (PIC)
Truevision Targa (TGA)
Formato de Arquivos

Tipo de Arquivo Pacote de Software
GEM Programas de desenho como o GEM Artline usando o ambiente GEM da
Digital Research
AutoCad .SLD
.DXF
Os arquivos do AutoCAD podem ser convertidos para arquivos SLD,
DXF ou HPGL (O formato HPGL produz imagens de resolução mais
alta)
Lotus .PIC Os programas comerciais como o 1-2-3
MAC PICT PICT é o formato de vetor mais aceito pelos programas tipo desenho no
Macintosh. Nem todos os formatos PICT são iguais; alguns programas
fazem modificações no padrão PICT, de modo que você deve
experimentar e ver se o arquivo PICT em particular é utilizável. Se o
arquivo PICT tiver quaisquer mapas de bits, eles serão convertidos.
Quaisquer fontes para o formato acima normalmente são convertidas
para Times Roman, embora as vezes sejam convertidas para Helvética.
PostScript EPS Muitos aplicativos para PC e MAC produzem arquivos PostScript. Você
deverá ter uma impressora PostScript ou compatível para imprimir
imagens EPS. PostScript é uma rica linguagem de descrição de gráficos,
mas, como um arquivo EPS é na realidade apenas texto com instruções
para uma impressora PostScript, indicando como imprimir a imagem,
nenhuma imagem PostScript será mostrada na tela, salvo se uma
imagem de mapas de bits (TIFF ou WMF) estiver incluída com o arquivo
EPS (essa imagem será impressa em uma impressora não-PostScript,
mas geralmente a resolução será muito baixa).
CGM Computer Graphics Metafile são produzidos por uma variedade de
softwares comerciais, como Draw Applause, Freelance Plus, Harvard
Graphics e PowerPoint
HPGL Um arquivo HPGL é um arquivo impresso no disco com o uso do driver
Hewlett-Packard Language.
CompuServe GIF Arquivos GIF são usados para criar imagens comprimidas para facilitar o
uploading e downloading das electronic Bulletin Board Systems (BBS) e
da INTERNET
BMP/DIB/RLE Os formatos BMP, DIB, e RLE são os “Device Independent Bitmap” ou
DIB’s. Eles existem em dois diferentes formatos:
· Formato OS/2
O formato OS/2 é um dos dois formatos. São Imagens salvas usando
o OS/2’s Presentation Manager.
· Formato Windows
Os arquivos de formato “DIB” são Imagens salvas com o Microsoft
Windows.
Esses arquivos geralmente usam várias extensões: BMP, DIB, e RLE,
de acordo com o software que os geram:
Arquivos BMP: Os BMP’s podem ser criados no Windows’ Paintbrush e
usados como “wallpaper” no background quando rodamos o
Windows.
DIB Arquivos: Os DIB’s podem ser usados como arquivos de imagem no
Windows.
RLE Arquivos: Os RLE’s são Arquivos Windows “DIB” nos quais usamse
uma rotina de compressão RLE. Uma imagem RLE pode
ser usada para substituir o logotipo da inicialização do
Windows.
TGA Formato bitmap usado para vídeo especializados, como a placa TARGA.
WPG Arquivos gerados pelo software WordPerfect
WMF Os arquivos Windows Meta File geralmente são gerados no formato
Aldus Placeable Metafile (que contém um cabeçalho com informações
org e ext). A Aldus e a Micrografx criaram uma versão estendida do

Format.” Nesse formato estendido, 22 bytes de informações foram
adicionados ao cabeçalho padrão do meta-arquivo. Tais informações
permitem que o meta-arquivo especifique como deve ser posicionado e
dimensionado.
IMG Os arquivos IMG criados pelo GEM Paint, criado pelo Ventura Publisher
quando carrega uma imagem, e criados por alguns aplicativos de
scanner
PCX Os formatos PCX e PCC popularizados pela família Zsoft de produtos de
pintura, incluindo o Windows Paintbrush
TIF O Formato Tagged Image File (.TIF) é usado por muito scanners. Nem
todos os arquivos TIF são idênticos, eles obedecem a uma série de
especificações (Revisão TIFF 5.0. Revisão TIFF 6.0, etc.) .Tais tipos
podem ser muito grandes e consumir muito espaço em disco, pois
incluem informações de escala de cinza. No entanto, os formatos TIF
comprimidos podem usar apenas 10% do não-comprimido.
2.4. Conversão de Formatos Gráficos
Como foi visto anteriormente, são vários os formatos de gráficos. Para um software de editoração
eletrônica, várias vezes vamos ter de converter formatos para serem lidos.
Uma forma é a conversão direta através de Filtros Gráficos nativos do software, mas, caso o
software não contém o filtro adequado para um tipo de arquivo, utilizamos a conversão indireta, ou
seja, através de aplicativos de conversão.
Outra forma de importação é através da Área de Transferência do Windows, no entanto, a figura
será colada com a resolução da tela no momento da cópia.
2.5. Exemplos de programas Gráficos
· Paint Shop : Um programa shaware para Windows, converte gráficos mapas de bits. Ele
faz quatro coisas e todas elas muito bem:
· Como Visor Gráfico, o Paint Shop pode abrir, para inspeção, arquivos BMP, GIF, IMG,
MAC PCX, PIC RLE, TIF (imagens de até 24 cores) e WPG
· Depois de abrir um gráfico no Paint Shop, você poderá fazer alguma manipulação
básica:
· Inverter
· Espelhar
· Encurtar
· Recortar
· Dependendo da figura ser preto-e-branca, em escala de cinza ou colorida, o Paint Shop
poderá alterar as cores. Por exemplo, se você tiver uma figura colorida, poderá muda-la
para preto-e-branca. Você também pode usar dither (dar a ilusão de tons contínuos) em
uma figura colorida para 16 cores pesando o vermelho azul ou verde, ou combinar em
tons de cinza. O Paint Shop dá a você controles sobre o brilho e contraste da cor.
· Manipulando ou não a imagem, o Paint Shop permite que você salve o gráfico aberto
numa variedade de formatos de mapas de bits, permitindo uma fácil conversão.
Além disso, ele faz captura de tela, muito simples, capturando deste a tela cheia, como
pequenas áreas, possibilitando salvar para impressão posterior.
Desvantagem: Não abre formatos gráficos de vetor (CGM ou EPS). Para isso você precisa
de um programa como o HiJaak.

CorelDraw : CorelDRAW é o principal programa de desenho para o PC, navegando nessa
plataforma desde 1988. Embora seja um software sofisticado e complexo, o Corel é
relativamente simples de usar, pois sua interface de comunicação com o usuário foi sendo
redesenhada em cada nova versão para assimilar cada vez mais a cultura do ambiente
windows.
Apesar de não ser um programa do tipo CAD ( Computer Aided Design), ou desenho assistido por
computador), o Corel é um pacote bastante completo:
· Mais de 150 fontes que podem ser usados para apresentação e outros efeitos de fonte
estão disponíveis com o programa. Essas fontes também podem ser convertidas para
uso por outros aplicativos do windows, incluindo o Ventura. Esse recurso de conversão
pode tornar o CorelDRAW a melhor compra de fonte possível.
· Os efeitos gráficos incluem extrusão tridimensional (3D extrusion); envelopes, que
ajustam o texto em forma, como a de uma bolha; combinação (blending), que é
transformar uma coisa em outra numa série de passos; linhas com caneta de caligrafia;
preenchimentos de caneta-tinteiro (fountain fills); e alteração da perspectiva.
· Um utilitário de traçado, chamado CorelTRACE, também está incluído com o programa.
Esse utilitário pode converter mapas de bits em desenhos de vetor. O CorelDRAW pode
importar e exportar os principais tipos de arquivos gráficos (PCX,BMP,TIF, CGM , WMF
entre outros).
· É fácil de usar e vem com uma biblioteca de 3.500 símbolos de clip art e centenas de
imagens de clip art. Com a versão em CD-ROM, mais de 10.000 imagens são incluídas
na coleção.
Ficha Técnica
· CorelDRAW 3.0 : Versão em português do Programa de editoração
eletrônica. Possui seis módulos e tem opção em CD-ROM com fontes ATM e
cliparts. Funciona em micros 386 com 4 Mb de memória, monitor VGA ou
superior e Windows.
Os módulos são:
1. CorelDRAW Programa Principal
2. CorelCHART Construção de gráficos
3. CorelPAINT Retoque de imagens digitalizadas
4. CorelSHOW Apresentação de imagens
5. CorelTRACEPrograma vetorizador
6. Mosaic Construção de biblioteca de imagens
· CorelDRAW 5.0 : O lançamento do Corel 5 marca a integração de dois
tradicionais e respeitáveis softwares líderes de mercado no segmento de
editoração eletrônica: o CorelDRAW, até hoje hegemônico no mercado de Pcs
e o Ventura, um software de editoração eletrônica que já teve sua época, mas
que acabou defasado tecnologicamente durante a era Windows 3.0.
Além dos módulos da versão 3.0, inclue:
7. CorelVENTURA Editoração Eletrônica
8. CorelMOVE Animação com efeitos de metamorfose
9. CorelQUERY Gerenciamento de Banco de Dados
A Grande novidade está na existência de um Sistema de Gerenciamento de Cores
(CMS ou Color Management System) em todos os módulos, que permite casar
as cores do Monitor, impressora(seja térmica, inkjet ou Dye Sublimation) para
garantir uma reprodução o mais fiel possível as cores originais definidas pelo
artista na tela. Mesmo a reprodução final pode ser calibrada, caso o modelo do
equipamento não esteja listado nas opções originais do Corel, pode-se definir
curvas de respostas para equipamentos específicos.
Para a área de comunicação corporativa vem com a tecnologia Adobe Acrobat que
permite distribuir e acessar documentos originalmente gerados em linguagem
PostScript com recursos de hipertexto, ou seja, pode-se ler um arquivo

postscript página a página e ainda saltar para partes do documento através de
referências encontradas dentro da página lida. Esta solução visa permitir a
distribuição de documentos eletrônicos “independentemente do equipamento”.
No módulo CorelDRAW:
* Permite agora a definição da transparência dos objetos sobrepostos
com vários efeitos especiais. Estes recursos estão disponíveis em um
menu pull down chamado LENS.
* A linha de Status está na parte inferior da tela e em seu lugar está uma
barra de ferramentas complementar ao box de ferramenta do 3.0
* O Presets, ou efeitos pré-definidos
* O menu de Transformações agrega itens do 3.0
Incluídos no pacote:
* 825 fontes
* 22.000 imagens e símbolos para ilustrações
* 100 fotografias de alta resolução
· Photo Styler : Importado do ambiente Mac pela ALDUS, oferece aos usuários de PC
capacidades de pré-impressão para processar figuras e gráficos coloridos, em escala de cinzas
e monocromáticas.
· As ferramentas de processamento de imagem incluem correção de cores, equalização,
posterização, máscara, efeitos especiais(2-D, 3-D, embossing, mosaic, etc), separação
de cores e diversas opções de impressão. O PhotoStyler também pode atuar como
software de controle de scanners.
· Seus recursos topo-de-linha têm a forma de atalhos, ferramentas customizáveis e
capacidades automatizadas que propiciam controles eficazes.
· Traz janelas que facilitam a experimentação com imagens, mostrando uma visão
“antes” e “depois” ou um preview completo.
· O Smart Resolution faz uma nova prova de uma imagem para otimizar a resolução de
acordo com as resoluções de tela e impressora desejadas.
· A ferramenta de rotação auxilia o endireitamento de scaneaduras tortas.
· Múltiplos níveis de UNDO, suporte a Object Linking and Enbedding (OLE) e uma
camada de esboço onde são escritas anotações (não Impressas).
· Um clipboard Próprio, permitindo que o windows processe imagens CMYK e seleções
de formato irregular.
· O Precision Color Management System (CMS) da Eastman Kodak fornece input de cor
previsível (de scanners e sistemas usando diversos espaços de cor, como RGB, CMYK,
YCC e CIE) e output (para tela, espaços de cor alternativos, impressoras de provas e
filme final) através de um sistema de filtros (Precision Transforms – Perfis de espaço de
cor e periférico), que ajusta uma imagem automaticamente para garantir uma cor
consistente e previsível de uma extremidade a outra do processo de produção.
· ImagePals : organizador de imagens .
2.6. O que se vê em Tela pode ser diferente na Impressora
Um problema constante na editoração eletrônica é a diferença entre o que se vê na tela, e o que
realmente é impresso. Isso ocorre com as fontes, as cores e os bitmaps.
Várias atualizações foram feitas nos softwares e nas impressoras para contornar esse problemas,
como a criação da linguagem PostScrip, o padrão ATM e o CMS.

O que são “JAGGIES” : Como os gráficos de mapas de bits são compostos de postos ou pixels,
sua resolução é limitada pelo software e hardware que os cria. Se você criar uma figura usando
um programa gráfico de mapas de bits em um monitor de baixa resolução, a figura final não terá
uma resolução mais alta do que a resolução da tela. Alguns programas gráficos de mapas de
bits, como o Photo Styler, no entanto, podem salvar arquivos com uma maior resolução, o que
permite por exemplo uma maior resolução quando impressos.
Os programas de pintura e trabalhos scaneados são normalmente armazenados como figuras
de mapas de bits. Quando você amplia gráficos de mapas de bits, as áreas que aparecem como
curvas quando a figura era menor, agora aparecem como linhas com dentes e pequenos
degraus – ou Jaggies. Por isso é que é muito melhor durante o processo de varredura do
scanner, fazer todo um tratamento prévio, antes de gravar a sua imagem scaneada.
Devemos então evitar o ampliamento de figuras de mapas de bits.
Os Jaggies não são problemas com gráficos de vetores, que podem ser redimensionados sem
distorção ou perda de resolução. Por isso, sempre que possível, use gráficos vetoriais em seus
impressos.
Exemplo de BITMAPS: Tamanho Normal
Tamanho Ampliado 4x
Exemplo de VETORES: J Tamanho Normal
JTamanho Ampliado
Como resolver problemas de jaggies: Você pode resolver esse problema, convertendo seu
mapas de bits para arte em vetor. Os melhores utilitários para o traçado são Stremline, da
Adobe Systems e CorelTRACE da Corel Systems, que salva seu arquivo como .EPS podendo
depois ser editado pelo CorelDRAW.
· Fontes :
· Uma fonte é um conjunto de caracteres que aparecem em um TAMANHO e TIPO
específico, usando uma série específica de ATRIBUTOS. Os tamanhos de fontes são
definidos em termos de PONTOS. Um ponto é igual a 1/72 de uma polegada.
Existem três tecnologias fundamentais de fontes :
1. Mapas de Bits: São armazenadas no formato de mapa de bits no qual uma letra
é composta por uma série específica de pontos. Existe um arquivo para cada
família, tamanho e tipo de fonte. Ex: Times 9 Italic – É o arquivo que contém o
corpo de tamanho 9 da fonte Times no tipo Itálico. Entre as fontes mais comuns
estão , helvética, courier e system.
Embora elas sejam escaláveis, a aparência é melhor no tamanho original da fonte,
pois a medida que ampliamos, vamos serrilhando…System
2. Vetor: São definidas como uma série de linhas entre pontos, em que cada linha
é armazenada como uma expressão matemática. São portanto, totalmente

escaláveis, e residem geralmente em arquivos com extensão .FON. A
linguagem utilizada é a PostScript.
ex:
3. Contorno: As fontes TrueType são fontes de contorno que usam um modelo
matemático para criar uma fonte escalonável para qualquer tamanho (até 3.932
pontos, ou quase 55 polegadas). Cada fonte TrueType requer dois arquivos, um
com a extensão .TTF, que contêm o arquivo original da fonte, e outro com a
extensão .FOT, que contém um descritos da fonte. As fontes TrueType têm a
vantagem inerente de serem internas ao próprio windows. Desta forma, o
windows pode usa-las de maneira mais eficiente e lhe garante o WYSIWYG
(what you see is what you get – o que você tem na tela é a mesma que terá na
impressão). A linguagem utilizada é TrueType
· Usando Fontes no Windows : Quando você examina uma lista de fontes , verá que o
windows coloca antes dos nomes de algumas fontes o símbolo , ou o símbolo
ou não coloca nada. O símbolo “TT” indica que é uma fonte TrueType, a
Impressora indica fontes de impressão e, se não tiver nada, poderá ser uma Mapa de
bits ou uma vetorial.
· Outras Tecnologias de Fontes: Uma tecnologia popular de fonte para os editores é a
ADOBE TYPE MANAGER da Adobe . O processo é o seguinte: quando uma fonte é
aplicada ao texto, o ATM verifica se ela existe naquele tamanho e estilo, como uma
SCREEN FONTE – fonte de tela. Se a resposta for “sim”, o ATM a mostra na tela. Se
não, ele lê o arquivo printer fonte – fonte de impressão e executa a mesma rotina que a
impressora, mostrando a fonte na resolução máxima da tela.
A Adobe e a Microsoft anunciaram um acordo para terminar a guerra entre os formatos
TrueType e PostScript. Chama-se OpenScript, esse novo formato é uma extensão do
TrueType e pode conter fontes PostScript Tipo 1, TrueType ou Ambas, que rodará em
múltiplas plataformas.
· Os problemas mais comuns são : Fontes incompletas, só existem a fonte de tela mas
não existe fonte de impressora (quando uma fonte existe na tela mas não existe na
impressora, na hora de imprimir ela substitui pela fonte padrão)
A fonte de tela aparece serrilhada, porém a impressão sairia intacta. (o editor não pode
saber, antes de imprimir o trabalho)
As fontes TrueType são tratados como fontes transferíveis by the PostScript pelo
controlador PostScript de sua impressora. Se você estiver usando uma impressora que
não aceita fontes transferidos, será necessário usar fontes de impressora para imprimir
quaisquer fontes TrueType contidas em seus documentos. Existem duas formas de se
fazer isto; permitindo que o controlador PostScript imprima usando as fontes de
impressora que correspondam o máximo possível às fontes TrueType de seu
documento, ou usando a tabela de substituição que permite que você selecione
individualmente as fontes de impressora a serem usadas.
Se sua impressora aceitar fontes transferíveis, você ainda poderá usar fontes de
impressora ao invés de fontes TrueType para acelerar a impressão e usar menos
memória de impressora.

A escolha da fonte tem um tremendo impacto sobre a aparência do texto. Como
escolher a fonte certa?:
Por desconhecer muitas das informações técnicas, mas que são básicas, da área
de design gráfico, o editor leigo fica, muita vezes, limitado em suas criações. A
decisão sobre que tipo de letra vai usar pode consumir horas preciosas de um dia
de trabalho. Principalmente para quem se preocupa com a estética e a
funcionalidade e não consegue ampliar seus horizontes quando se vê diante de
uma infinidade de tipos na tela do micro. Para eleger a topologia adequada é
preciso observar os seguintes pontos:
1. Afinidade com o perfil do negócio ou empresa e com o público alvo a que se
destina a mensagem.
2. Funcionalidade
3. Estética
4. Legibilidade e clareza
ORIGENS: As primeiras famílias de letras surgiram ao longo da história da
Humanidade e seu desenho vem impregnado de qualidade e estilo desde que
foram criadas. A princípio são sete os grupos de fontes que constituem a base
dos caracteres existentes. Muitos, com o tempo, sofreram variações em seus
detalhes, o que acabou dando a cada uma das variantes novas características:
1. Família das ROMANAS: Times New Roman, Garanmond, Gatineau,
Centuty, Amherst, Galiard e Caslon, tiveram suas origens no Império
Romano.
2. Família derivada da letra BASTÃO: Helvética, Univers, Gill Sans, Arial,
Futura, e Avant Gard, tiveram suas origens na Grécia e Fenícia.
3. Família das EGIPCIANAS: Courrier, Geometric, Claredon e Line Draw,
tiveram suas origens no Egito, na época da invasão do exército de Napoleão.
4. Família das CURSIVAS: Lucida Bright, Monotype e a Linus, tiveram suas
origens em Veneza do século XV.
5. Família das MANUSCRITAS: President, Shelley e a Paradise, tiveram suas
origens no século passado, em austeros cerimoniais cujos convites eram
escritos a mão, feito com uma pena e com ouro.
6. Família das letras FANTASIAS: Ireland, Griffon, Czar, Bragaddocio,
Harpoon são celebrações de alguma época, um fato histórico, ou filme, etc.
7. Família das letras GÓTICAS: Lincoln, Lucida Blakletter e Frankenstein
tiveram origem no século XIV.
SIMPLICIDADE: Quanto mais simples for o desenho de uma fonte, mais legível ela
será. Deve-se por isso dar preferência aos estilos limpos ao invés dos
decorativos.
DIMENSÃO: Letras pequenas demais tornam a leitura extremamente cansativa.
Por ouro lado, as letras exageradamente grandes provocam um certo mal estar.
Existe uma dimensão perfeita para cada texto.
FORÇA: Num texto colorido, letras grossas e baixas dificultam a leitura. Caracteres
muito altos e finos também. As letras ditas normais ou book, ganham em
legibilidade sobre as ligths e bolds.
ORIENTAÇÃO: Quanto mais inclinada for a letra menor a legibilidade. Evite textos
muito extensos em itálico pois dificulta a leitura para nós, ocidentais.
HARMONIA: Um texto deve ser composto por uma família de caracteres que
forma um único estilo, e não uma salada de tipos e formatos. Via de regra,
procure não utilizar mais de dois tipos diferentes de fontes.

RITMO: Fique atento à monotonia de um texto. Evite usar massas de letras muito
compactas.
Em resumo, USE O BOM SENSO! Na nossa sociedade, só a informação com
qualidade visual sobrevive, dada a velocidade e a competitividade existente. Criar
peças onde a comunicação visual seja eficiente é a solução para que a sua
mensagem seja bem recebida e cumpra plenamente sua função. Diagramação e
uso de cores são fatores que trabalham junto à escolha do tipo
3. Introdução ao CorelDRAW
3.1. Conhecendo o Ambiente
A partir do topo, em direção à baixo, as partes da tela são:
1. A Borda da Janela.
2. A Barra de Título.
3. O Menu de Barra.
4. A Linha de Status.
5. A Caixa de Ferramentas.
6. A Janela de Edição.
7. A Página Imprimível.
8. A Barra de Rolamento Horizontal e Vertical.
9. A Palheta de Cores.
A tela também inclui características que podem ser ligadas e desligadas.
Elas incluem:
· Réguas e Cursor Cruz: Eles são úteis quando o tamanho exato ou posicionamento dos
objetos é importante.
· Grades e Linhas Diretrizes: Elas também ajudam você a dimensionar e posicionar
objetos.
No Menu de Barra está uma opção que você sempre deve consultar, para poder tirar as suas
dúvidas sobre o corel: A opção Ajuda
3.2. Descrevendo as Ferramentas Básicas
Desenhando Retângulos e Elipses
1. Primeiro, pressione uma vez o botão do mouse sobre na Caixa de Ferramentas.
Note que aquele o é realçado na Caixa de Ferramentas, e que seu cursor mudou a partir de
ë para ; .
2. Na página imprimível, desenhe retângulos:
· Mova o mouse para um espaço vazio na tela
· Pressione e segure o botão do mouse
· Deslize o cursor para cima e para baixo e fora para um lado

Libere o botão do mouse
3. Para desenhar uma elipse, siga os mesmos procedimentos usando a ferramenta :
· acione uma vez o botão do mouse sobre o , então repita o passo 2.
Conforme você desenha, uma linha sólida indica onde o objeto irá aparecer na tela. A linha de
status exibe a posição do cursor na grade, e o nome e tamanho do objeto. Isto ajuda a desenhar
objetos exatamente da forma como você os deseja.
Para Desenhar quadrados e círculos: Quadrados são retângulos cujos lados são iguais.
Círculos são elipses redondas. Para desenhar quadrados e círculos, você pressiona e segura a
tecla Control (Ctrl) enquanto desenha com as ferramentas.
Desenhando a partir do centro para fora: Você tem desenhado objetos pelo deslizamento a partir
de um ponto de partida até um ponto final. Usando a tecla Shift, pode-se desenhar a partir do
centro para fora.
Desenhando Linhas e Curvas
Para começar a desenhar uma linha ou uma curva:
1. Na Caixa de Ferramentas, acione uma vez o botão do mouse sobre a ferramenta .
2.O CorelDRAW fornece dois modos para desenho de linhas: À Mão Livre e Bezier .
· Acione uma vez o botão do mouse sobre o e mantenha o botão do mouse pressionado.
· Quando este menu associado aparecer , libere o botão do mouse
· Acione uma vez o botão do mouse sobre o botão desejado.
Linhas : Só clique no INICIO e no Final do segmento
Curvas: Clique e mantenha o mouse pressionado até terminar a curva
Limitando o ângulo de uma linha: Da mesma forma que a tecla Control limita retângulos e
elipses a quadrados e círculos, ela limita o ângulo de linhas retas a ser um múltiplo do ângulo que
você especifica, como o valor padrão sendo quinze graus.
Apagar enquanto desenha: Mantenha a tecla Shift pressionada enquanto desenha, então retorne
sobre sua curva para apagar tanto dela quanto deseje.
Ajustando Linhas e Curvas
1. Para acessar a caixa de diálogos Preferências:
· No Menu de Barra, pressione o botão do mouse sobre Especial
Muitos dos ajustes aqui são dados em polegadas ou em graus. Pode-se mudar a distância pela
qual um objeto duplicado é separado a partir do original e também mudar o ângulo de limitação de
linhas desenhadas enquanto se pressiona a tecla Control.
2. Para acessar a caixa de diálogos Curvas:
Na caixa de diálogos Preferências, pressione uma vez o botão do mouse sobre Curvas.
Os ajustes aqui são em pixels, a unidade de medida padrão para distâncias em uma tela de
computador. Eles podem variar de 1 até 10. Quanto mais baixo o ajuste, mais precisamente o

CorelDRAW interpreta o movimento do cursor. Quanto maior o ajuste, mais ele permite pequenas
variações, suavizando o desenho que você faz.
Criando e Editando Texto
O CorelDRAW permite que se digite texto diretamente na tela como strings de texto Artístico
ou blocos de texto Parágrafo . Pode-se também adicionar símbolos a partir da Biblioteca
de Símbolos, a qual é uma coleção de símbolos gráficos relacionados a comércio, esportes,
transportes e muitos outros assuntos…
· Acione uma vez o botão do mouse sobre o e mantenha o botão do mouse pressionado.
· Quando este menu associado aparecer , libere o botão do mouse
· Acione uma vez o botão do mouse sobre o botão desejado.
Adicionando Texto Artístico
Digitar texto como texto artístico permite que se ajuste o texto a um caminho e que se crie efeitos
especiais como misturas e projeções. Você pode adicionar quantas strings desejar, com cada string
limitada a 250 caracteres. Para começar, mova o cursor para o local onde você deseja começar o
texto, e pressione uma vez o botão do mouse.
Para finalizar uma linha de texto e começar outra, pressione a tecla ENTER.
Adicionando Texto Parágrafo
O texto parágrafo é desenhado para que se adicione longos blocos de texto a avisos, brochuras,
cartas de informações e outros tipos de aplicações intensivas em texto. O texto parágrafo oferecem
mais opções de formatação como por exemplo disposição de texto em colunas. Pode-se adicionar
tantos blocos de Parágrafos quantos se queiram, com cada bloco sendo limitado a
cerca de 4000 caracteres. Para começar, posicione o cursor onde você desejar que o canto
superior esquerdo fique e deslize para a posição onde o canto inferior direito da margem deve ficar.
Libere o botão do mouse.
Editando texto
Para mudar o tamanho e a fonte do texto: Com a ferramenta ainda ativa, pressione duas
vezes o botão do mouse sobre uma das palavras que você entrou:
· Acione o menu Texto e selecione Menu Móvel: Texto.
· Acione o mouse sobre o nome do tipo de fonte, no Menu Móvel: Texto, e selecione um tipo de
fonte diferente do tipo correntemente selecionado.
· Acione a seta superior ao lado do quadro Tamanho até que o tamanho desejado.
· Acione o botão do mouse sobre Aplicar.
Adicionando Símbolos
A Biblioteca de Símbolos do CorelDRAW contém milhares de símbolos. Os símbolos podem ser
usados como eles estão, ou ainda podem ser editados da mesma forma como você faria com
qualquer objeto.
3.3. Trabalhando com os Objetos
Os objetos raramente existem em isolamento. Desta forma, é importante saber como organizar um
objeto em relação a um outro, como colocar um objeto sobre ou sob um outro, como agrupar e
desagrupar dois ou mais objetos , como alinhar um objeto em relação ao outro, como duplicar e
remover objetos e como ajustar texto no caminho.

Duplicando:
· No Menu de barra, selecione o menu Editar
· No menu Editar, selecione Duplicar.
Excluindo:
· No Menu de barra, selecione o menu Editar
· No menu Editar, selecione Excluir.
Desfazer:
· No Menu de barra, selecione o menu Editar
· No menu Editar, selecione Duplicar.
Copiar:
· No Menu de barra, selecione o menu Editar
· No menu Editar, selecione Duplicar.
Recortar:
· No Menu de barra, selecione o menu Editar
· No menu Editar, selecione Duplicar.
Colar:
· No Menu de barra, selecione o menu Editar
· No menu Editar, selecione Duplicar.
Trazer para Frente ou Enviar Para Trás
· Selecione o objeto desejado
· A partir do Menu de barra, selecione Organizar
· A partir do menu Organizar, selecione a opção desejada.
Agrupar objetos:
· Selecione com a marca os objetos, e note que a linha de Status exibe a mensagem N
objetos selecionados
· A partir do Menu de barra, selecione o menu Organizar
· A partir do menu Organizar, selecione Agrupar.
Alinhar objetos:
· A partir do Menu de barra, selecione Organizar
· A partir do menu Organizar, selecione Alinhar.
As entradas Horizontal e Vertical na caixa de diálogos Alinhar determinam como objetos que você
selecionou serão alinhados. As opções Horizontais são Esquerda, Centro e Direita; as opções
Verticais são Topo, Base e Centro. Os diagramas acompanhando as seleções fornecem uma
descrição gráfica do resultado que será obtido com cada seleção.
3.4. Contornando e Preenchendo Objetos
Contornando Objetos:
Até aqui, todos os objetos que você tem desenhado possuem o mesmo contorno. Mas com a
caneta de contorno do CorelDRAW pode-se variar a espessura, forma e cores dos contornos.
Pode-se criar efeitos interessantes, incluindo formas caligráficas parecidas com o traçado de
caneta para textos e outros objetos.
Preenchendo Objetos: Você também vai aprender como usar a ferramenta preenchimento para
preencher os espaços interiores de objetos com tons de cinza, cores, bitmap e padrões de cores
Cheias, preenchimentos gradiente (com graduação) e texturas PostScript.
A função das caixas de diálogo e dos menus móveis para colorir os interiores são virtualmente
idênticas àquelas que são usadas para colorir contornos.
3.5. Exportando Gráficos
É possível converter arquivos do CorelDRAW em um formato usável por outro programa, tal como
um processador de texto ou um programa de layout de página, usando a seleção Exportar:

CorelDRAW – Efeitos Especiais
4.1. Introdução
O CorelDRAW possui muitos comandos poderosos para a manipulação de objetos. Por exemplo,
pode ser misturado um objeto com outro, adicionada uma perspectiva a ele e até mesmo projetá-lo.
Agora vamos ver os comandos sob o menu Efeitos e o comando Ajustar Texto No Caminho sob o
menu Texto.
4.2. Criando degradês
A caixa de diálogos Preenchimento Gradiente fornece opções para a determinação do Tipo de
preenchimento gradiente a ser usado, do Método de cor, e da faixa de cores a partir da qual e para
a qual o preenchimento irá ser irradiado. A melhor forma de entender o preenchimento gradiente é
tentar fazer um.
· Selecione a partir do menu .
4.3. Preenchendo com estampas
Além de padrões de preenchimento de tons de cinza e de cores, o CorelDRAW possibilita o
preenchimento com bitmap de Duas cores e com padrões de preenchimento de cores Cheias. E
isto dá a você a habilidade de criar seus próprios padrões de preenchimento:
· Selecione a partir da Caixa de Ferramentas
· Selecione a partir da linha superior do menu associado .
A caixa de diálogos Padrão Duas Cores fornece o acesso a uma série de imagens bitmap que você
pode usar para preencher objetos, opções para ajustar as cores de fundo e de frente de imagens
bitmap, uma opção de ajuste para mudar o tamanho e posição de início da imagem, opções para
importar arquivos para criar seus próprios padrões de bitmap e uma opção Criar para que você
desenhe seus próprios padrões de preenchimento de bitmap.
4.4. Adicionando Perspectiva
Podem ser criadas visualizações de um ou dois pontos de perspectiva de objetos usando o recurso
Perspectiva.
1. Para adicionar perspectiva ao seu texto:
· Selecione o texto
· Escolha Editar Perspectiva a partir do menu Efeitos
A Ferramenta Forma é selecionada e um quadro tracejado com quatro manipuladores
aparece em torno do objeto.
2. Coloque o cursor sobre um dos manipuladores nos cantos do texto, até que torne-se
4. Para editar perspectiva de um ponto, mantenha o botão do mouse pressionado e arraste
horizontalmente ou verticalmente.
Para limitar a movimentação do manipulador para um destes eixos, pressione e mantenha
pressionada a tecla Ctrl enquanto estiver arrastando. Pressionar e manter pressionadas as teclas
Ctrl e Shift movimenta manipuladores opostos na mesma quantidade em direções opostas.

Você pode restaurar um objeto para a forma que ele tinha antes que o comando Editar Perspectiva
fosse aplicado sobre ele:
· Selecione um objeto cuja perspectiva você deseja alterar.
Escolha Limpar Perspectiva a partir do menu Efeitos.
4.5. Ajustando Texto no Caminho
O Texto normalmente repousa sobre uma linha reta imaginária chamada de linha de base. Apesar
de não ser possível a edição da linha de base, é possível ajustar a mesma, juntamente com o texto,
a um caminho de qualquer forma. É possível usar uma elipse, retângulo, linha curva e até mesmo
uma letra convertida em um objeto curvo como um caminho.
5. Introdução a softwares de Pintura
5.1. Como Obter Figuras
Quando você está compondo um trabalho, são várias as fontes de ilustrações:
· Os CD-ROMs de Clip Art , que contém milhares de imagens de mapa de bits com assuntos dos
mais variados;
· Os Clip Art que acompanham os softwares de desenho vetorial;
· A área de transferência do Windows
· Através de placas digitalizadoras de imagens
· Através de Scanners
5.2. Scanners
Um Scanner funciona de modo muito semelhante a uma máquina copiadora. Porém, em vez de
imprimir a cópia, o scanner armazena a imagem em um arquivo.
Um scanner pode ser:
· De Mesa ou Portátil
· Produzem imagens Coloridas ou em Tons de Cinza
· Uma única Varredura ou Varredura Tríplice
· Permite digitalizar somente 256 tons de cinza ou até 16 milhões de cores

Tratamento de figuras scaneadas
Os softwares que acompanham os scanners não somente permitem digitalizar a imagem, mas
também efetuar “retoques”.
Alguns scanners fornecem também um software de Reconhecimento Ótico de Caracteres (OCR),
cuja função é examinar uma imagem digitalizada e converter o texto que aparece na imagem para
um formato que você possa digitar usando um processador de texto.
Quando uma imagem é digitalizada, podemos dar um tratamento enquanto não obtivermos uma
imagem final que corresponde as nossas expectativas. Podemos controlar o brilho, o contraste, a
escala, a resolução e o tipo, e efetuar cortes.
5.4. Photo Styler – Efeitos Especiais
Depois de scaneada uma imagem, podemos voltar a realizar retoques com softwares específicos
de pintura, como o CorelPAINT e o Photo Styler:
· Recortar: Uma parte da imagem pode ser recortada da figura original para efetuarmos colagens
sem fundo, ou fusão de imagens.
· Colar: Depois de Copiar ou Recortar uma imagem ela permanece na área de transferência do
windows ou do próprio Photo Styler, podendo ser colada na própria imagem ou em outra.
· Duplicar: É muito fácil utilizarmos um efeito que não nos agrada. E não temos a imagem original
para compararmos em tela. Com a duplicação, teremos essa opção.
· Formar nova Imagem: Com a união de duas imagens, podemos formar novas imagens usando
as opções de copiar, recortar e colar.
5.5. Photo Styler – Aplicação de filtros gráficos
Existe no Photo Styler uma porção de efeitos prontos para serem usados na imagem. A tela
permite você experimentar várias opções e optar por aquela que mais lhe agrada.
Efeitos como Mosaico, Craquelê, Embossed, Focos e solarização, e efeitos mais sofisticados como
a visão distorcida são algumas opções do Photo Styler. Além desses efeitos, podemos utilizar um
pacote de efeitos que acompanha o software: o KPT (Kai’s Power Tools).

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